qua. set 18th, 2019

Relatório: Israel nega entrada para 2 mil palestinos por seus sobrenomes

An Israeli border police officer pushes away Palestinian protesters outside the Damascus Gate in Jerusalem Old City, Thursday, Dec. 7, 2017. Clashes between hundreds of Palestinian protesters and Israeli troops erupted across the West Bank on Thursday while demonstrators in Gaza burned posters of President Donald Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu, as well as Israeli and U.S. flags. (AP Photo/Ariel Schalit)

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Nos últimos dois anos, mais de 2.000 pessoas foram impactadas pela decisão de revogar permissões de entrada para Israel de palestinos que compartilham um nome com alguém que realizou um ataque de resistência, revelou um relatório do canal hebraico Social TV.

Desde 2016, milhares de trabalhadores palestinos da Cisjordânia, muitos dos quais trabalham em Israel há mais de 20 anos, tiveram sua entrada negada da noite para o dia, tornando-os desempregados. 

Quando o motivo da recusa é solicitado, as autoridades israelenses afirmam que é devido a um nome de família compartilhado com um suspeito de resistência, mesmo que não exista nenhuma conexão familiar entre as duas partes. O movimento impactou centenas de pessoas com nomes palestinos comuns. 

“Podem ser centenas ou milhares de pessoas”, disse Yoav Gal Tamir, do Centro de Aconselhamento de Trabalhadores que representa os trabalhadores palestinos. 

É como se o cancelamento da permissão de entrada para alguém chamado Cohen, quando outra pessoa chamada Cohen, fizesse algo errado.” 

 

Enquanto Israel regularmente implementa tal política sobre os membros diretos da família de agressores de resistência geralmente pelo espaço de um ano, alguns dos As recentes recusas de licenças foram encontradas para declarar seu prazo de validade como 100 anos a partir do momento da emissão, impedindo efetivamente os palestinos de saírem da Cisjordânia por toda a vida. 

Com o desemprego nos territórios ocupados em alta e com baixos salários, as últimas recusas aumentaram a pressão financeira sobre centenas de famílias, muitas das quais têm numerosos dependentes para sustentar. Os palestinos argumentam que isso só aumenta a probabilidade de ataques de resistência contra as forças Israel, já que os jovens sentem-se desesperados diante da perspectiva de dificuldades econômicas contínuas para suas famílias. 

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João Pedro
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Que injustiça mais escrota. Bando de preconceituoso esses judeus.