dom. set 22nd, 2019

O que a ciência já vê sobre a Verdade Universal

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Nos anos 90, Edward Witten e outros encontraram fortes evidências de que as diferentes teorias de supercordas eram limites diferentes de uma teoria desconhecida em 11 dimensões, chamada de Teoria-M.
Esta descoberta foi a espoleta da segunda revolução das supercordas.
Vários significados para a letra “M” têm sido propostos; físicos jocosamente afirmam que o verdadeiro significado só será revelado quando a teoria final for compreendida.
Inicialmente, o termo Teoria-M foi apresentado ao mundo numa palestra admirada, apresentada por Edward Witten em 1995, na chamada Segunda Revolução das Cordas.
A teoria das cordas afirma que as menores unidades constituintes da matéria existente e das partículas elementares da natureza são minúsculas cordas vibratórias oscilantes feitas de energia, e que, variando a oscilação e vibração dessas, criase a matéria conhecida, em todos seus aspectos, incluindo as partículas componentes das forças fraca, forte, eletromagnética e a própria gravidade. Há ainda a inclusão das ondas, como exemplo a luz, que é constituída por fótons, as quais são, na verdade, em seu máximo interior formadas por minúsculas
cordas (as mesmas que ajuda a criar, embora ainda não vejam isso).
Tal característica da luz, de ser onda e partícula ao mesmo tempo, denomina-se dualidade onda-partícula (perspectiva, reta – círculo – falaremos adiante). Assim, várias equações descrevem as mais diversas características das cordas assim como seus padrões vibratórios, que produzem as partículas conhecidas por nós e outras ainda não observadas como o gráviton (partícula mensageira da força gravitacional).
O grande problema encontrado antes da segunda revolução das cordas era de que as equações que descrevem a natureza física delas divergiam entre si, tendo, ao final, cinco diferentes versões da teoria chamadas: Teoria do Tipo I, Tipo II(A), Tipo II(B), Heterótica-O e Heterótica-E.
Uma característica importante das cordas é a chamada constante de acoplamento. Dessa forma, as cordas, que vêm aos pares devido ao frenesi microscópico da mecânica quântica, dividir-se-iam em duas (nas turbulentas dimensões recurvadas quânticas) e depois se acoplariam novamente formando uma única corda.
Essa ideia levou os cientistas a formularem padrões que descrevem esse movimento. Por não conseguir determinar o valor da constante de acoplamento, problemas como entender a relação existente entre as cinco visões da teoria e o padrão vibratório da constante de acoplamento, e ainda, as diversas simetrias existentes na teoria, surgiam frequentemente.
Quando o valor da constante era maior que 1, ficava difícil estabelecer uma resolução aos cálculos equacionários.
O grande mérito de Witten foi perceber que a visão da teoria das cordas do Tipo I em relação à constante de acoplamento era inversamente proporcional à da Heterótica-O, assim como a do tipo II(A) era inversamente proporcional à da Heterótica- E e por sua vez a do Tipo II(B) era inversamente proporcional a si mesma.

Assim, quando se tornava difícil calcular a constante por meio de uma versão da teoria, usava-se a outra e vice-versa. Essa simetria foi essencial para o entendimento da teoria das cordas e a elaboração da Teoria-M. Há ainda um fato notável que se relaciona com a distância de um raio (R).
Características como massa (M) e energia (E) de uma corda são determinadas pela vibração e oscilação dessa em um determinado
espaço.
Esse espaço (circular) que mede R (reta) reflete um fato importantíssimo quanto à visão da Teoria-M. Por exemplo: num espaço de tamanho R a corda vibra pouco e oscila muito, enquanto num espaço de tamanho 1/R (o inverso do raio inicial) a corda vibra muito e oscila pouco. (A ciência não reconhece a perspectiva resultante da tradução da Consciência. Veja que o que acontece é sempre a interpretação relativa.).
Dessa maneira se estabelece uma equivalência entre os raios, e, esta, produz uma mesma partícula com mesma massa e energia.
Conclui-se que, as características físicas num universo de tamanho R são idênticas as de um universo de tamanho 1/R, mesmo que isso esteja abaixo da distância de Planck (distância que mede os eventos quânticos).
Devido a essa relação do raio, uma nova visão surge. A Teoria do Tipo II(A), ao mesmo tempo que se relaciona simetricamente à Heterótica-E, relaciona simetricamente (a respeito do raio) com a teoria II(B), e a teoria Heterótica-E relacionase com a Heterótica-O da mesma maneira.

Essa cadeia entre a Teoria do tipo I, Tipo II A e B, Heterótica O e E revelou, através do gênio incontestável de, talvez o maior cientista depois de Einstein (Witten), que há um padrão entre todas as teorias, e que todas elas são uma visão particular da mesma teoria. Chamada de Teoria-M.
Um outro fator que define a teoria incorpora um fato notável:
A supergravidade com 11 dimensões. Posterior à ideia das
cordas, os cientistas trabalhavam com a teoria quântica dos campos, a qual descrevia padrões às forças forte, fraca e eletromagnética,
mas não descrevia para a gravidade.
Essa teoria, porém, não incorporava elementos como a Relatividade Geral de Einstein, e baseava-se na ideia de que tudo reduziria-se a um ponto (partículas puntiformes).
A partir dessa ideia, que descrevia a natureza quase por completo, já que a gravidade não era incorporada, houve um notável avanço na ideia da união entre a mecânica quântica e a relatividade geral, as grandes teorias físicas que explicam desde o macrocosmo (relatividade geral) até o microcosmo (mecânica quântica).
A teoria das cordas conseguiu unificar a supergravidade à sua ideia, e estabeleceu mais uma visão da mesma teoria, podendo dizer que temos seis visões diferentes da teoria-M.
As cordas, analisadas da maneira da teoria Heterótica-E, quando possuem um alto valor na constante de acoplamento (acima de 1) produz vibrações que ao invés de aumentar a intensidade da separação da corda e criar pares virtuais (partículas separadas aos pares), produz na verdade um aumento de dimensão na corda vibrante.

Assim, surge uma nova dimensão, a décima dimensão espacial, e juntamente com a temporal totalizam-se onze dimensões, (que juntos formam um reino (12) dentro do “nada” (13)).
Esse fato, demonstrado por Witten na palestra de 1995, revelou ainda que esse aspecto dá a uma corda unidimensional um aspecto bidimensional, formando uma membrana. Do mesmo modo como ocorre com a teoria Heterótica-E, ocorre uma nova dimensão na teoria II(A), com uma diferenciação no formato da décima dimensão. Essas evidências demonstraram que a Teoria-M unificaria as cinco teorias das cordas e, ainda, a supergravidade com onze dimensões, por meio de um sistema que produz membranas, característica intrínseca
das cordas.
O sonho da unificação da física, unir a Relatividade Geral de Albert Einstein com a Mecânica Quântica de Planck, Bohr, Bell, Feynman, Schrödinger, Heisenberg, John Von Neumann e tantos outros gênios, está se tornando fato. Um mundo variante de vibrações compondo tudo que o existe.
Nota: As ‘cordas’, ao variarem o valor da constante de acoplamento, são comumente chamadas de branas ou, em termos mais específicos, p-branas. As branas são objetos estendidos que surgem na teoria das cordas. Dessa forma uma 1-brana é uma corda, uma 2-brana é uma membrana, uma 3-brana possui três dimensões estendidas e assim sucessivamente. De forma geral, uma p-brana possui p dimensões.
– São ângulos de interação que geram a ilusão de tudo o que absorvemos.
Essa visão científica atual foi exposta com explicações em parenteses para que compreendam o que vem a seguir.

Einstein:
“Não existe oposição entre ciência e religião. Apenas cientistas atrasados que professam idéias desde 1880.”
Declaração no Nobel: “No vasto universo manifesta-se uma inteligência ilimitada. A opinião corrente de que sou ateu, baseia num grande equívoco. Quem a deduziu de minhas teorias não as compreendeu perfeitamente.”
Quando indagado sobre sua crença: “Acredito no Deus de Spinoza que se revela por si mesmo e na harmonia de tudo que
existe…” Quando em discussão com Bohr sobre a física quântica:
“Deus não joga com dados!”

Stephen Hawking
Este famoso cientista vem criando e inspirando ateus em todo o mundo. Vem por muitos anos tentando provar a inexistência de Deus, talvez porque, no fundo, não possa aceitar que uma inteligência justa superior permita que sofra o que sofre desde que descobriu sua doença na juventude, o que lhe daria apenas mais 2 anos de vida.
Foi encontrar o amor que o fez lutar e tornar-se grande. No entanto, crises sentimentais, sua degradação física e outros problemas pessoais acabaram por reforçar seu ateísmo.
Talvez ele não perceba que a mágica de sua genialidade se reforçou em sua dor. Que sua limitação física deu-lhe sua ilimitada inteligência. Suas equações e perspectivas foram possíveis e admiráveis, graças a sua eterna e incoerente meta de provar que a perfeição universal é um acaso.

Como pode ele afirmar que o universo explica a si mesmo como algo vindo do nada, garantindo que não é necessário Deus algum para dar lógica a criação?
Ora, acaso não é o ‘nada’ também parte da criação? Acaso não é o ‘nada’ também algo imaginável? Algo fundamental para o todo? – Se provasse que o universo fora feito pelo nada, ainda assim, teria encontrado Deus. O esplendor do todo fala por si.
Qualquer busca que possamos fazer, estará sempre dentro da tradução da Consciência. Dentro dos parâmetros que VOCÊ define e aceita como reais e tangíveis.
VOCÊ já está obrigando o universo a ter início e fim, e EXIGINDO que esse início e fim não estejam dentro de qualquer ambiente. Nem dentro do nada, pois então, teríamos que questionar de onde veio o nada, o espaço, o vazio.
A consciência obviamente procurará só aquilo que traduz, e necessariamente, só compreenderá o que ressoar com seus padrões. Ou seja? Olhamos apenas para nós mesmos.
Procuramos a sensação de “compreensão” de “aceitação”.
Essa sensação sempre é encontrada, mesmo com a lógica variando eternamente. Explicaram a Terra plana e depois redonda, em ambas as lógicas contraditórias, a sensação de satisfação fora encontrada, e no fim, isso é que é real. Estamos novamente à beira de provar que não é nem plana nem redonda, que é a interpretação da luz e gravidade que define seu formato, e então, novamente, a sensação de compreensão
estará lá, mesmo diante de fatos tão opostos.

O que existe é a percepção, o padrão inicial simétrico inevitável que cria as formas geométricas e suas cores, seus tons que a consciência capta e traduz, como cópias ou partes de si mesma, somando assim, o que chamamos de macro e microcosmos, que apesar de infinitos, estão sempre limitados nos mesmos padrões de luz-escuridão, reta-curva; direções ou movimentos relativos e elementos básicos. Tudo feito das
mesmas frequências base: – Os mesmos 12 momentos gerais.
A ciência deve parar de procurar tanto o mundo fora, acreditando cegamente nos sentidos, uma vez que já é tão claro que sentidos criam ilusões a partir de vibrações. O que observam como espaço, planetas, átomos ou partículas, não passam da tradução dos momentos básicos que compõem a própria consciência: A Geometria Sagrada: O corpo da Coerência.
Aprendendo a administrar esses padrões únicos, poderemos atingir no “teatro físico”, qualquer objetivo e resolver qualquer situação. Não importa a distância, tamanho ou energia.
Estes desenhos básicos são as próprias leis da física e do universo.
Os padrões iniciais da Luz que geram nosso teatro vivo.
São as causas e resultados de si mesmos, fenômeno esse, que se repete em tudo. Cada célula nos faz, e nós as fazemos, a chuva faz o mar e o mar faz a chuva, o alto cria o baixo e o baixo cria o alto, etc… Nunca fugimos da auto-criação paradoxal.
Esse fenômeno é justamente causado por dois opostos necessários para a Perspectiva, que resume – a própria existência.
Algo só “existe” quando observado em relação à algo mais, ainda que seja o observador, o nada, ou vazio.
– É necessária a presença e ausência de qualquer partícula para que ela exista.

Isso gera o “ponto” e o “não-ponto”. Se repetir o ponto, de ponto a ponto se faz a reta, ou de Alpha a Beta, quem vê é Celta (consciência, 3, triângulo), indo assim por diante na Geometria Sagrada.
Dessa dualidade inicial necessária veremos um terceiro ponto, que pode compreender que há um “tudo” e um “nada”.
Esse terceiro ponto é propriamente o movimento, a energia.
Pois fica invertendo-se entre tudo e nada, entre positivo e negativo, exatamente como qualquer bateria ou princípio de movimento para manter-se em equilibro, ou seja, vivo. Isso gera norte e sul, corrente, o que gera gravidade, giro, direção.
Assim, sempre dormirá e acordará, absorverá e dispensará, etc… Esse processo inicial está em tudo. Dia e noite, frio e calor, esquerda e direita, etc… É a perspectiva dupla inicial vista pelo 3, a tríade, Celta, o sagrado momento 3. – “dois lados e quem os vê – sendo ambos, é nenhum, sendo inevitavelmente, um terceiro em alternância, – movimento.”
– Cada passo inevitável a partir disso pode ser visto como um número, forma, cor, tom, frequência ou sensação. É por esta razão científica que a Numerologia, Feng Shui, artes gerais, mesmo marciais, e bruxos podem interagir com o universo através de qualquer coisa.
O atual mundo lógico nos faz analisar a existência como algo definido e externo. Muito maior do que nós. No entanto, tudo isso é apenas a repetição destes mesmos 12 (13 com o nada) momentos que nossa consciência capta e traduz. Por isso a base de tudo é a mesma, chame de átomos, cordas, cores ou elementos. Encontramos tudo em tudo. As mesmas perspectivas e suas separações trabalhando em simbiose; conforme provaremos neste livro. Momentos únicos em harmonia.
Que camada sobre camada, se repetem, recontando cada soma no novo cenário que encontram. Sempre feitos dos mesmos momentos e sensações. Mesmos processos quânticos.
Tudo ao nosso redor pode parecer muito palpável e real. No entanto, a física quântica já enxerga como fato a existência de 11 dimensões básicas que compõe a Teoria M que vimos – Somando a Teoria das Cordas, especificando que tudo o que forma as partículas subatômicas presentes no universo, são na verdade, estas 11, que formam 1, que é o 12º(lógica, Deus Pai), dentro do nada (13, Sensação, espirito santo, Deus Mãe diante do pai = filho). São 11 diferentes vibrações que se excitam ao interagirem umas com as outras, criando as subpartículas
e diferentes átomos e elementos da tabela periódica que compõem nosso mundo. Essas 11 dimensões tratam-se de padrões diferenciados da mesma fagulha inicial, Luz (oposto do nada), que por sua vez é feita da soma dos mesmos 11 momentos que ela criou, sendo ela a 12 dentro da 13. Nós fazemos nossas células e elas nos fazem. Quando Alpha chega a Ômega, percebe que Ômega sempre criou Alpha. – Perspectiva. A mesma do início, – a Causa é gerada pela Consequência. Para o nada, o tudo é nada, e vice-versa. O tempo e o espaço são relativos.
Vejam que as sensações e conclusões que levam cada momento ao número seguinte, são fatores óbvios e naturais. Que nemciência ou religião poderiam discordar, pois são imutáveis.
Uma sequência de momentos que forma tudo o que existe.
– Eis o corpo e processo da própria Coerência.

Tudo o que é absorvido por nossa consciência, desdobramento após desdobramento, deverá ressoar com essa base imutável, ou não sentiremos a sensação da “Coerência”. Dos 12 padrões base serão refletidos todos os outros, em tudo o que chamamos de real e seus desdobramentos: 12 Deuses -apóstolos, 12 horas, 12 meses, 12 constelações(signos), 12 cores( com terciárias), 12 tons musicais(com sustenidos) e etc…
O 12 é o todo, cercado pelo nada (13 = Alpha e Ômega). Como definir se o As do baralho é 1 ou 13?
Para considerarmos qualquer coisa como “existente”, obrigatoriamente teremos que separar esta coisa do espaço ao redor, do contrário, não haveria coisa alguma, exceto o espaço vazio, que sem referência, não poderia nem sequer ser considerado.
Mesmo que você imagine um espaço escuro, automaticamente você estará considerando o “claro” que já conhece. Do contrário, não poderia ver nem o escuro. Veria apenas a si mesmo tentando existir, tentando ser algo naquele nada. Assim, seria você mesmo, o pensamento básico, a fagulha inicial, ou o “claro”.
Isso é inegável de qualquer perspectiva lógica ou sensorial.
Representando essa fagulha com um ponto, veremos que qualquer atitude dele o levará para a escuridão, a não ser tentar olhar para ele mesmo e entender o que o separa do resto.
“O que é aquela certeza de que ele não é o resto?” – A Perspectiva, a Vida, a Luz.
Uma vez que diante do nada, sua expressão atinge todas as direções ao mesmo tempo, pois não há direção, não há nem movimento. Assim sendo, ele tentará olhar para dentro e ver a diferença para o nada que o cerca e desespera.

“O que sou eu?”, pensamento após pensamento ele cria um “passado” de conclusões. Isso é, precisará girar em torno de si, cada vez mais rápido, de maneira que possa contemplar seu próprio eco, ver sua própria calda, analisar suas “memórias”, “pensamentos” e “conclusões”, que como ele, também se destacam no nada. Só há seu “passado” girando com ele.
– De maneira que seu eco some suas perspectivas ao redor, que se torne também outro ponto de luz, já que é a única coisa que ele vê além da escuridão. Sua única realidade; seu EU.

ssim, não pode parar de olhar para esse ponto, pois é sua única referência, seu alívio diante daquele nada que queima.
Dessa forma, passa a orbitar esse ponto feito por seu eco, suas memórias, que estarão sempre em foco em cada passo seguinte.
Cada caminho que levou a dor ou ao equilíbrio se torna uma soma de conclusões. Ele tenta entender aquela luz que o compõe e se harmonizar com ela, que automaticamente também o orbitará. Tanto por uma questão de perspectiva, quanto porque o passado é tudo o que existe, tudo o que ele vê, então quem é ele? Quem é esse que observa? O nada? (1 de 13) Quem orbita quem? Um ao outro, como já aceitam desde a teoria da relatividade. O movimento depende do observador.
Nesse caso, se ele é quem se alivia, o passado que ele observa é “outro ponto” que orbita, faz parte dele, mas de alguma forma, esse passado também está separado. Sempre mostrando o que já “viu” ou “pensou”, para prosseguir em busca de mais luz. Ele acumula pensamentos, orbita essas memórias.
Vejam que o que separa o existente do não existente é o movimento, e para haver movimento, precisa haver perspectiva.
Agora ele tem. Não está mais só.

 

Antes do reflexo filho, temos apenas o pai dando lições e a mãe alívios com o prazer, a arte e o sentimento, inclusive de fé e esperança, que são abstratas.
A existência total mantém a realidade girando e se auto-reciclando através destas 3 perspectivas primárias.
Através desse movimento, ambos os pontos observados pelo 3, criarão automaticamente uma reta entre eles, do centro da orbita de um até a do outro. Tanto na vertical quando na horizontal (perspectiva). Estarão revezando a sensação de vazio e de luz conforme giram, mantendo assim, a perspectiva de seus padrões diante de seu observador.
Agora aquele ponto sabe posicionar a luz e escuridão, e vendo os dois momentos, se posiciona no terceiro, entre eles. Momento Celta, onde veremos um triângulo.
Esse padrão inicial cria a base da existência, o movimento incessante e inevitável como vimos, de um lado para outro, presente em tudo o que existe, inevitavelmente.
Essa corrente chamamos de “energia” e esse processo imparável e circular, chamamos campo magnético. Daí tudo pode se formar, pois agora há perspectiva. Há um ‘algo’ naquele nada.
Diz a bíblia: “O espírito de Deus (primeiro circulo, pensamento) passou sobre as águas (sensação de alívio, visualização de si mesmo, oposto do fogo que queima, fluido, eco, segundo circulo como vimos) e então que haja luz. Ou seja, o movimento, agora com um norte e sul, há um padrão naquele nada, baseado nos dois fatos iniciais, nada e algo, quando a consciência vê 2, ela é 3, a força que faz o movimento existir,
que a direciona como do “futuro” para manter seus 2 passados posicionados e assim, tentar se estabilizar no alívio como consciência 3 que aprende a fluir, gerando os demais ângulos.

Através da manipulação da dor e alivio, escuridão e luz, partirá para a criação, a forma – terra, no momento 4 e assim por diante… Visando
jamais interromper o movimento daquele ponto, pois isso se torna parar, e parar se torna queimar no nada. É necessário perspectiva para
ter movimento, e para isso, é necessário alternância de ângulos.
Isso se estende em todos os sentidos. Quando você compra algo novo, isso não te dá felicidade para sempre, a mudança logo se torna comum.
É necessário prosseguir, mudar de novo, a felicidade é movimento, e movimento é perspectiva e não aceita parar. Felicidade é Luz, feita de
cores que giram.
Por essa razão lógica, esse primeiro ponto prossegue no desenho geométrico da única maneira que pode se manter caminhando ao mesmo tempo que não perde seus “passados” que o mantém prosseguindo.
Percebam que esse desenho inicial criado nos 3 momentos iniciais, parecido com uma maçã, pode ser visualizado em torno da terra, em torno de nós e de qualquer coisa. Chama-se campo magnético, ou Torus, e está presente em tudo, pois tudo é consequência disso, são os momentos iniciais.
São os dois primeiros pontos criando os dois círculos de suas orbitas e formando uma reta entre eles, ou o aspecto masculino a partir do momento circular feminino posicionado.
A partir daí, gera-se uma direção, um “norte”, e todos os demais padrões posteriores terão essa perspectiva para se posicionarem. Encontramos esse mesmo padrão em tudo, porque nós somos esse padrão, e só consideramos “algo” quando captamos a única coisa que somos, a “Luz”, feita desse padrão.
Então obviamente o veremos em tudo. Não por que foi colocado lá como se o universo fosse feito fora, mas sim, porque nós montamos
essas frequências internamente com nossa consciência, que busca luz, ou seja, o padrão dela mesma. – O alívio, a felicidade, a coerência ou a
ausência destes. O resto (hipotéticamente) é abstrato, não é traduzido, não é canalizado. É sobra, “irreal”.
Com o que interpretamos desses lados definidos, nos padronizamos, acostumamos e nomeamos vida, “realidade”.

No entanto, o que está de fato em torno de você agora mesmo senão apenas giros de luz na escuridão chamados átomos?
Só existe estes movimentos inevitáveis, o resto é interpretação da consciência. Organizar estas interpretações em harmonia, em equilíbrio,
diferencia uma vida feliz de uma triste.
Entretanto, ainda que em desarmonia, inevitavelmente a consciência estará baseada no padrão sagrado como vimos, e dor após dor, buscará
e encontrará a luz que ela mesmo é, ou seja, o desenho harmônico eterno e imutável; inerente à percepção da Coerência. – A felicidade.
Isso manterá sempre o ‘norte’ da tríade, o campo magnético – energia.
Veja que o processo único da Luz, para ser auto-suficiente sem depender de perspectiva espacial ou temporal ‘externa’, é sempre canalizada
neste formato do Torus. Nós somos luz, nosso corpo possui o mesmo processo, e o centro desse circuito chamamos de Chakras.
O planeta também é luz, tudo é ‘átomo’, energia… Veja que o Torus faz os polos da Terra serem ‘penetráveis’, pois onde seria o norte do norte? O giro acontece tanto de maneira ‘vertical’ (para dentro) quanto ‘horizontal’, dependendo da perspectiva do observador. É o giro que mantém o centro. (Repare que não importa se o giro for traduzido vertical ou horizontalmente, o centro permanece imutável.) Se olharmos
de maneira linear (Terra Planistas) veremos os polos como ‘ultrapassáveis’.
O único ‘fato real’ é a “saída” de nosso ‘Reino Magnético’ com nosso Sol, Lua, etc..
e entrada em “outro”(gerado em perspectiva ao nosso 12). A consciência retraduzirá o “novo”(único) 12 na “escuridão”, diante de seu padrão, e verá “outro mundo”.

Se fizermos uma segunda rotação em torno do primeiro movimento básico, seguindo a mesma regra de simetria (única maneira de não interromper a conexão do percurso), teremos a Semente da Vida, obedecendo às mesmas regras da primeira, vamos chegar a uma segunda figura tridimensional conhecida como o Ovo da Vida.
O Ovo da Vida representa a estrutura morfogenética (logo após a fecundação do óvulo, ele começa a se subdividir e em dado momento apresenta essa Formação do Ovo da Vida, em oito esferas aglomeradas) a partir do qual o nosso corpo foi criado, ou melhor, é consequência… A nossa existência física depende desta estrutura, desde a cor dos nossos olhos ao formato do nosso nariz…
Uma forma que também é revelada neste segundo Vortex (rotação) é a Árvore da Vida, que contém dez círculos que representam os Sefirotes (esferas em Hebraico) na Kabbalah, 10 aspectos da personalidade sintetizados no Adão Kadmon, o espiritual e um mapa do Universo e da Psique.
Com uma terceira rotação obtemos um padrão determinante na formação da realidade física: A Flor da Vida.
– Quando olhamos de forma atenta para a Flor da Vida, vemos 19 círculos inscritos em dois círculos concêntricos, imagem essa encontrada por todo o mundo nas mais variadas civilizações;
– a questão é por que parar nos 19 círculos?

 

Este padrão de 13 círculos é uma das formas mais sagradas em toda a existência material. É chamada de Fruto da Vida.
O Tórus, o Ovo da Vida e o Fruto da Vida são os três padrões que nos permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade, sem exceção, em todo o universo.
Eis a origem do por que o número 13 é sagrado em todas as culturas antigas de nossa civilização. Representa Lucifer, a perspectiva dos demais ângulos em comunhão. Vivemos em um universo multidimensional que existe em treze diferentes níveis de consciências justas. Eis a razão do porque de um mestre e doze discípulos. Onde cada um capta uma perspectiva diferente ao redor do centro. Este centro é Alpha e Ômega.
A fagulha inicial que percorre reino após reino compreendendo as perspectivas reais e as posicionando. Ele volta p’ra Alpha, o círculo de dentro, mas agora vindo de Ômega, o círculo de fora. Cria a si mesmo em Alpha, ao mesmo tempo que percebe como fora de fato criado por Ômega. – Uma vez que a organização de cada momento é simétrica, cada ângulo poderá se ver como a “cabeça” da forma, assim, terão ‘opiniões’ diferentes, apesar de corretas. O mestre no meio, conhecendo todas as 12 perspectivas justas, as equilibra em uma só-, dando o direcionamento justo para o todo, para os Deuses, líderes, bases da sociedade e realidade “física”. O mesmo padrão acontece com células, moléculas e etc. Tudo tem o mesmo comportamento, pois são desdobramentos deste mesmo fato que é a existência em padrões que se completam. Tratase de ciência, baseada no caminho único que a luz pode fazer.
“Deuses”, ou “sistemas solares” e “átomos”, são apenas o mesmo equilíbrio universal, o único existente, sendo visualizado em traduções diferentes; por isso, é impossível negarmos sua perfeita conexão com a essência real de tudo o que existe. Estes 13 momentos criam o que chamam de cubo de Metatron.

O cubo de Metatron representa treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida. Nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos básicos construtores da nossa realidade.
O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge, surge da mesma origem, do mesmo centro, da energia única, do Criador primordial. -A Perspectiva auto-suficiente, a Luz e seu único caminho possível para a eternidade. Eis o porquê dos judeus o usurparem(estrela de Davi). Uma vez que ele não é mencionado explicitamente no Antigo nem no Novo Testamento, a figura do arcanjo
Metatron não é aceita pelo cristianismo e em nenhuma de suas variantes. Porém, ele aparece no Talmud, o que fez com que a tradição rabínica o considerasse um escriba celestial e o mais importante dos arcanjos. Os estudiosos da Cabala também encontram no texto do Zohar uma identificação com o anjo que guiou o povo de israel durante o seu êxodo e o descreve como o Rei dos anjos, que reina sobre a árvore do bem e do mal (portador da Perspectiva – Alma do mundo).
Ele é o primeiro ser da criação, sentado à esquerda do pai, o que, na tradição se associa a Satanás. Seu nome vem da expressão grega “quem está atrás do trono”(momento 13). Os cabalistas o consideram o mais poderoso dos serafins, que geralmente contam apenas com 3 pares de asas. Metatron, no entanto, tem esse número multiplicado por 12 (que são as tribos de israel – Perspectivas da contagem sagrada). Ele detém
segredos cósmicos e possui uma sabedoria infinita – Associado à criação do Cosmo, que judeus divulgaram como o mau, escondendo a sabedoria, relacionada por muitas vertentes místicas à serpente que tentou Eva com o fruto proibido.
Metatron é também o anjo que esteve na presença de Deus e foi nomeado “príncipe dos príncipes”, como Lucifer no relato bíblico de Ezequiel.

Chamaram-no de “Pequeno Jeová”.

 

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Leandro de Oliveira JerônimoKaique FreitasSayle jrIsrael NavesPedro Saints Recent comment authors
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Josimar Lima
Editor

Esse trecho estou rependo exatamente esses dias .
Sintonia harmonia.
Este trecho do livro e lindo amo provar a coerência . E ver outros apanhando pra verdade assim como apanhei pois assim nos libertamos.

Rafael Isaac Franchini
Membro
Rafael Isaac Franchini

Apanhar pra coerência, é a melhor surra que existe 🙌✨

Douglas Ceron
Editor

Eu lembro que quando li esta parte do livro Lucifer, minha cabeça explodiu. Eu li diversas vezes até que ficou claro toda a informação, mas não somente isso. Pois existe muita coisa além da informação óbvia que é mostrada nessa parte que somente irá se expandir através da assimilação básica para assim aflorar nossa sensibilidade e nos permitir conceber toda a verdade por trás de todas estas formas. O corpo de DEUS! Luz pra nós! Obrigado, Bob!
Obrigado por compartilhar, Rogério!

Rafael Isaac Franchini
Membro
Rafael Isaac Franchini

Rsrs eu tbm mano…
Confesso que a parte das teorias das 11 dimensões unificando as outras teorias, me dava uma embaralhada legal , eu pensava putz preciso de + pacotes de informação pra entender esta parte

Arthur Luighe
Membro
Arthur Luighe

Esses posts de partes do livro são muito bons pra relembrar e assimilar melhor agora que se tem mais pacotes de informações, obrigado Rogério. LUZ P’RA NÓS 🙏

Pedro Sora
Editor

muito bom ter essa gravação que consigo acompanhar melhor lendo, luz pra nos!

Israel Naves
Membro
Israel Naves

Aos poucos o número de evidencias vai aumentando, ate que as provas sejam tão evidentes e numerosas que os argumentos inconclusivos do tipo “a Física só estuda os fenômenos” ou termos genéricos como “universo não local” não vão mais serem suficientes para manter a tese do acaso. O teatrinho judaico só é possível porque todos se veem como partes egoístas de coisa nenhuma lutando pra se perpetuar a qualquer custo.

Sayler Céfas 666
Membro

Tudo e feito de pentas e hexagramas
Showww nosso holograma e vivo ♥

Freit EDL
Membro

Ótima parte do livro, escutando aqui focado apenas nesse trecho ficou bem mais esclarecedor, obrigado Rogério!!

Leandro Quantum Oliveira.
Admin

Só uma matéria como essa seria o suficiente para acordar nossos irmãos. Mas não. Um livro do qual essa matéria é somente uma pequena parte ainda não é suficiente.
Incrível a matéria.

trackback

[…] “Cortem O Rei” Lúcifer o messias!“,  “Geometria Sagrada – Momentos eternos”  , “O que a ciência já vê sobre a Verdade Universal”  dentre outros e leiam a obra Lucifer, façam os cursos iniciáticos p’ra maior e melhor […]