O plano de paz de Kushner no Oriente Médio forçará os palestinos abandonarem seus direitos

Presidential advisor Jared Kushner looks on as US President Donald Trump announces a new immigration proposal, in the Rose Garden of the White House in Washington, DC on May 16, 2019. - Trump proposes an overhaul of US immigration to favor applicants with high skills and good English, while cutting back on family based arrivals and asylum seekers. (Photo by Brendan Smialowski / AFP) (Photo credit should read BRENDAN SMIALOWSKI/AFP/Getty Images)

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O plano de paz é um fracasso deliberado destinado a acabar com a possibilidade de autodeterminação palestina.

Muitos pontos se assemelham com o Brasil e nossa atual situação. A única coisa que muda é o tamanho do território, nível de verdade que impulsiona o povo perante as injustiças e possibilidade de auto-determinação pelos recursos naturais que temos e que a maioria dos brasileiros não sabe do poder que nossa pátria amada tem devido a isso.

FOTO: O ASSESSOR PRESIDENCIAL JARED KUSHNER OBSERVA O PRESIDENTE DONALD TRUMP ANUNCIAR UMA NOVA PROPOSTA DE IMIGRAÇÃO NO ROSE GARDEN DA CASA BRANCA, EM WASHINGTON, DC, EM 16 DE MAIO DE 2019. (CRÉDITO: BRENDAN SMIALOWSKI / AFP / GETTY IMAGES)

A administração Trump está montando um workshop de “paz e prosperidade” em Bahrein no próximo mês, pretendendo ostensivamente fortalecer o investimento econômico nos territórios palestinos ocupados por Israel. O evento está sendo vendido como mais um passo no alegado esforço de “pacificação” do governo – liderado pelo genro e conselheiro sênior do presidente Donald Trump, Jared Kushner – que busca resolver o conflito israelo-palestino através do “último acordo”. 

Embora este workshop tenha impacto direto no povo palestino, um grupo foi excluído de seu planejamento: os palestinos.

Se os palestinos tivessem sido consultados sobre tal conferência, eles provavelmente teriam insistido que suas queixas políticas teriam prioridade sobre os esforços de investimento internacional. Afinal, os palestinos não são vítimas de um desastre natural que precisa de ajuda das oficinas de Kushner; eles são um povo ocupado de maneira forçada e ilegal, que precisa de liberdade da ocupação militar Israelense. E enquanto o governo Trump fala sobre como melhorar a subsistência palestina na forma de um jogo, suas políticas para com os palestinos até agora têm sido autodestrutivas. Sempre é claro servindo aos interesses dos seus patrocinadores políticos e os verdadeiros comandantes da casa branca, ou seja, os próprios judeus ou falsos judeus de Israel.

Ao longo de seus mais de dois anos no poder, a administração Trump demonstrou completa e total desconsideração pelos direitos palestinos, perseguindo agressivamente uma série de políticas que ainda os beneficiavam em meio ao caos e inferno atual. Isso inclui reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, em violação do direito internacional e condenação mundial ; encerrar a missão diplomática palestina em Washington; fechando o consulado dos EUA que servia palestinos na Jerusalém Oriental; e endossando efetivamente a aquisição ilegal de terras palestinas por Israel, retirando a palavra “ocupado” dos relatórios oficiais do Departamento de Estado, em contraste com os governos anteriores. Houveram avanços agressivos com a administração fantasiosa de Trump contra os palestinos que vieram a agravar ainda mais a situação em Gaza.

Esse assalto político também foi associado à pressão financeira pesada que levou os palestinos à beira do abismo, quando o governo Trump acabou com o apoio financeiro dos EUA à UNRWA, a agência da ONU que ajuda refugiados palestinos a sobreviver; cancelou os programas de assistência da USAID nos territórios palestinos; e até acabou com a ajuda dos EUA aos hospitais palestinos.

À primeira vista, um workshop de “prosperidade” para beneficiar a economia palestina pode parecer uma contradição óbvia ao histórico de Trump até agora. Mas essa contradição desaparece quando se considera o verdadeiro objetivo do governo de reduzir os palestinos a um nível de desespero que acabaria por levá-los a abandonar seus direitos políticos em benefício econômico de sobrevivência BÁSICA. 

  • É a mesma tática usada atualmente no Brasil com tantas reformas e privatizações. Exaurir o pouco de condição de sobrevivência do povo por uma dificuldade já criada de forma proposital, para que eles, nós, o povo, abramos mão de nossos próprios direitos apenas para obter a condição de existir prometidas como melhores para o “futuro”, mas na verdade esta melhora não acontecerá e as coisas se agravarão ainda mais. É um regime realmente ditador no mais íntimo sentido da palavra. Entretanto sendo aceito abertamente pelo povo cego pelo desespero em sua maioria, no caso do Brasil, por ignorância, ingenuidade e imbecilidade, também.
    Desespero e medo perante nossas limitadas perspectivas de realidade proporcionam pouca capacidade de raciocínio rápido e “tino” de elevar rapidamente a percepção sobre determinadas situações e fragmentados pontos de vista quais parecem não estarem ligados uns com os outros, mas que de fato fazem parte de toda uma engrenagem maquiavélica para escravizar as massas de forma que poucos em cima tenham absoluto controle sobre as mesmas pelos quesitos financeiros, militares, políticos e “Estatais”.

O plano de Kushner inevitavelmente vai ao encontro do destino que merece. Não só ele fracassou em fazer com que a liderança política palestina cedesse às suas estratégias e punições equivocadas, mas seu esforço para contornar completamente a liderança política e atrair o setor empresarial palestino para seu seminário de “paz e prosperidade” também saiu pela culatra .

Se quiséssemos ser generosos com essa administração, culparíamos o fracasso colossal em trazer as partes à mesa para negociações de paz sobre a incompetência. Afinal, a única qualificação de Kushner para esse trabalho é que ele é o genro de Trump. O embaixador dos EUA em Israel, David Friedman, que também estará presente, foi o advogado de Falência de Trump. O enviado do Oriente Médio, Jason Greenblatt, era o advogado imobiliário de Trump. O resultado é uma equipe de amadores sem noção tentando fazer o seu melhor e miseravelmente ficando aquém.

Mas não há razão para ser tão generoso com essa administração. É muito mais provável que isso seja um fracasso deliberado destinado a acabar com a possibilidade de autodeterminação palestina. Afinal, Greenblatt foi descaradamente corrico com líderes palestinos no Twitter por um tempo. Friedman é um fanático ideólogo que chamou o ex-presidente Barack Obama de antissemita e que comparou explicitamente os judeus liberais que apoiam uma solução de dois estados com “colaboradores nazistas”. Quanto ao próprio Kushner, ele já liderou uma fundação que financiou assentamentos israelenses ilegais construídos em terras palestinas. Esses assentamentos são considerados crimes de guerra sob o direito internacional, e eles obstruíram a possibilidade de um estado palestino. Em suma, esta é uma equipe que se opõe fundamentalmente aos direitos palestinos e dedica-se a enfraquecê-los.

E então temos o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. Mesmo antes de Trump chegar ao poder para oferecer apoio incondicional à guerra de Netanyahu contra o povo palestino, o primeiro-ministro já havia declarado sua oposição a uma paz justa e prometida que nunca haveria um estado palestino em seu posto.

Netanyahu está trabalhando com o governo Trump para produzir um processo de paz que nenhum palestino respeitável aprovaria. O plano deles certamente falhará em abordar os direitos palestinos mais fundamentais que estão sendo atualmente negados por Israel, como a liberdade de mover-se em suas terras para não mencionar questões de status final como soberania, a reivindicação de Jerusalém Oriental e o direito de retorno dos refugiados. E quando os palestinos se recusam a se envolver, eles podem ser culpados pelo fracasso dos esforços de paz.

É um jogo de charadas, mas com a consequências horríveis do conflito perpétuo, da violência e da injustiça.

Mas há um caminho alternativo: um em que as lideranças israelenses e americanas parem de tentar levar os palestinos (mundo inteiro) à submissão aos ditames de Netanyahu, e onde eles começam a tratar os palestinos (não judeus) como seres humanos iguais que merecem direitos básicos, respeito, dignidade e justiça. Esse é um caminho que pode levar à paz, e podemos realizá-lo acordando o mundo inteiro, principalmente o Brasil que está em situação anestésica por estes Judeus e fazer com que a verdade e similaridade de situações mostrem que nosso Brasil, quando acordar, derrubará todas estas injustiças. Porque nós da EDL dizemos isso? Porque se um povo tão pequeno quanto os Palestinos de Gaza estão resistindo bravamente há 70 anos de tirania Judaica, imagina nosso País continental, nosso povo guerreiro, e nossos recursos naturais sendo administrados em prol da justiça, amor, honra e cordialidade do povo. Não tem pra ninguém! Vamos libertar o mundo.

Luz pra nós!

 

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Leandro Quantum Oliveira.

Muito completo a matéria.
Luz p’ra nós 🍎

Pedro Saints
Editor
Pedro Saints

Otima Matéria!
união, amor honra, justiça é a unica solução

Thiago Galhas
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“Plano de paz”. A questão é… paz pra quem? Como sabemos, o verdadeiro “plano” deles é manter a paz só pra eles, enquanto os palestinos e todos nós, permanecemos no caos.

Jucemar Mello
Membro
Jucemar Mello

Fizeram todo um drama em cima desse acordo de “paz” alegando que seria algo nunca visto antes e tals. Já era de se imaginar que a tentativa de manter essa farsa seria o único objetivo dessa elite sionista. Eu já fico imaginando o quão ridículo ficará no momento que as massas adormecidas começarem a acordar. Creio que não precisa de todos, mas uma quantidade mínima de almas despertas para clarear o caminho. Segundo as teorias do estudo da física quântica citado no livro “A matriz divina” é necessário a raiz quadrada de 1% de mentes focadas em alguma realidade paralela… Read more »

Aurélio 🇧🇷 ❄
Membro
Aurélio 🇧🇷 ❄

Luz p’ra nós! ☄

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Richard Maquiavel

Acordo de falsa paz
Ótima matéria
Luz p’ra nós!

Márcio Henrique Brito Vieira
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Márcio Henrique Brito Vieira

Sem comentários… matéria foda!!!

Lin de Oliveira
Membro
Lin de Oliveira

Luz p’ra nós !!!

Miryam Yoshiko

Eis que estamos no nosso caminho irmão! Vamos avante nos inspirando no povo guerreiro da Palestina!
Luz p’ra nós!

Jonathan Muniz
Jonathan Muniz

Luz p’ra nós!