qui. out 17th, 2019

O “Jogo Judeu” para trouxas

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Vale a pena ler e compartilhar.

Reparem as ligações claras que demonstram e deixa escancarado que Judeu é “um só” onde quer que esteja, realmente como uma egregora formada com um propósito desleal. Mas nós temos os pacotes que explicam essa ligação.

Caras como esse estudante são financiados pelo comitê israelita(e muitas vezes nem sabem),ou tem um colega na turma que faz parte dessa cota(e passa muito bem enquanto não começar a juntar as peças e desvendar as sujeiras do meio) pagos(mesmo que seja a manutenção de sobrevivência como bolsas de estudo e etc) para gerar pesquisas como os jews querem que circule as notícias.
Como os “salvadores do mundo” que usam de movimentos de salvamento da natureza e animais para dar créditos à Israel como patrocinadores, claro, mas passam como simples colaboradores das pesquisas de campo e os estudantes amerinacos, brasileiros e africanos menos favorecidos cumprindo cotas sociais, por exemplo, com a “grande piedade” israelita, como na instituição Aravá(O Instituto Aravá é uma instituição acadêmica e ambiental líder no Oriente Médio, trabalhando para promover a cooperação ambiental transfronteiriça em face de conflitos políticos). Salva muita gente? Claro! Sabem que é necessário haver o equilíbrio energético do seu joguinho de sacrifícios e sofrimento por consequência seu alívio, posicionado sempre na mesma hipocrisia que conhecemos.

Consideram tal discurso completamente normal e sem pretensão:

Sasha me explicou que são três os fatores em jogo. O primeiro deles é obviamente o tamanho da rede social. Mas isto não explica tudo, o que nos leva ao segundo fator: localidade. “É possível que alguns países com tamanho similar ao de Israel tenham mais conexões locais, por exemplo, o Zimbabwe, que tem população de 12 milhões, e onde provavelmente as pessoas não conheçam muitas outras fora de seu vilarejo”. O terceiro fator é a navegabilidade, que é o conceito que junta a estrutura da rede com a sua eficiência, isto é, uma sociedade é navegável na medida em que existe um caminho curto que liga todos (ou quase todos) os pares de pessoas.
Eu lhe perguntei se o fato de que o exército em Israel é obrigatório e mistura pessoas de todas as partes do país, e de todos os setores da sociedade, ajuda a criar conexões de longo alcance entre grupos sociais distintos, e assim aumentando a navegabilidade da rede. Sasha concorda dizendo que “o exército é uma instituição israelense única, e definitivamente contribui para este efeito”.
O problema no jogo de adivinhar as conexões entre duas pessoas, é que elas têm informações limitadas acerca da rede. Se eu lhes desse uma rede bem conectada, com todos seus vértices e conexões, vocês poderiam encontrar um caminho curto entre quaisquer dois vértices. Na vida real, eu tenho informação completa das minhas conexões (meus amigos e conhecidos) e informação bastante incompleta sobre quem são os conhecidos dos meus conhecidos. Duas pessoas que tentam encontrar conhecidos em comum precisam se apegar a algumas instituições: “o que você fez no exército?”, “em que universidade você estudou?”, etc. É bem possível que a pessoa sentada do meu lado no trem tenha um vizinho que seja o meu barbeiro, mas nem conversando algumas horas seria fácil encontrar este curto caminho que nos une na rede social.
O jogo de pitzuchim é provavelmente tão antigo quanto as sociedades humanas. Em seu livro “O Mundo até Ontem”, Jared Diamond nos conta diversas práticas e hábitos das sociedades tradicionais, que hoje quase não existem mais, mas eram tudo o que havia no mundo pré-civilizações de 10 mil anos atrás.
[…] Raramente, ou nunca, membros de sociedades pequenas encontram estranhos, porque é suicida viajar em uma região não conhecida, onde você é desconhecido e completamente não relacionado a seus habitantes. […] Então suponha que enquanto você está sozinho, longe do centro de sua área, ou perto da fronteira de seu território, você encontre uma pessoa que não reconhece. […] Se for tarde demais para correr, isto é uma receita de uma situação tensa. Ela pode ser resolvida por vocês dois sentando, cada um dizendo seu nome e o nome de seus parentes, e como exatamente você é ligado a eles, e continuando a se esforçar a encontrar um parente comum, de forma que vocês dois tenham algum relacionamento com o outro, e não teriam motivo para atacar um o outro. Mas se depois de muitas horas de tal conversa vocês dois ainda não conseguem identificar nenhum parente comum, então você não pode apenas se virar e dizer “foi legal conhecê-lo, adeus.” Em vez disso, você ou ele, ou ambos, devem considerar o outro um invasor cuja visita não é  justificada por um relacionamento, e uma perseguição ou luta tornam-se prováveis.
Pode ler o texto compelto neste link: http://www.conexaoisrael.org/o-jogo-judaico/2014-01-31/yairmau

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Freit EDL
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São traidores de Deus,na tentativa de abocanhar o sol que os fez grande como são hoje,queimam! Tentam manter o equilíbrio energético universal através de sacríficos com crianças,malditos cabalistas! Ao invés de espalhar a glória do Deus que os fez grande entre todas as nações,cospem no filho do Homem!

Mataram o rei, mataram o verbo vivo,mas ele sempre retorna, nós somos o inicio do Reino dos Céus!

Douglas Ceron
Editor

Iso explica exatamente o pensamento e filosofia de infiltração judaica e porque eles tem este ímpeto de superioridade. Calhordas mentirosos!
Me parece que este livro citado no artigo pode ser muito útil para compreender todas as articulações, infiltrações e métodos dentro disso quais os judeus utilizam sempre, desde a milhares de anos atrás para dominar a maioria das outras “pessoas”.
Excelente post. Sempre uma luz perante a cegueira causada pela hipocrisia deste povo racista!
Luz pra nós!

Sayler Céfas 666
Membro

Estamos unidos e fortes como nunca eles não nós enganam mais!

Lúcifer esta de pé!

Ariel dos Santos
Membro
Ariel dos Santos

é aquilo que o Bob já falou, é uma pilha, negativo e positivo, eles já se tornaram mestres em manipular os polos para obter oque querem, mas isso esta prestes a acabar, luz pra nos!

João Pedro
Membro

Está bem próximo o momento deles se purificarem.

Pedro Sora
Editor

muito interessante, só mostra o quanto são racistas facistas!

Josimar Lima
Editor

Desde sempre eles ja tem esse perfil.
Agora ja sendo conhecido vamos e estamos a mostrar ao mundo gratidão , por mais uma vez mostrar o íntimo de nossos inimigos eostrar o que estava nas sombras com essa luz!

Daniel Ferreira dos Santos
Membro
Daniel Ferreira dos Santos

Eu tenho pena desses judeus ! Como eles podem sacrificar crianças ?! … Deus é vivo nós ressurgimos ! Luz pra nós

João Pedro
Membro

o povo gentio vai dar uma lição nesses que se dizem a raça superior. Vamos ensinar a eles que não importa a etnia, mas sim o carácter, o amor e a honra. Não precisamos de ter parentes em comum para respeitar alguém, só precisa da humildade de reconhecer que somos filhos de Deus.

Rafael Isaac Franchini
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Rafael Isaac Franchini

Os verdadeiros racistas são os judeus

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Henrique Barboza Vaz

Luz pra nós!