qui. dez 5th, 2019

Jovens Alemães protestaram contra o assassinato de Rudolf Hess (O lado oculto da História)

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Jovens Alemães protestaram contra o assassinato de Rudolf Hess (O lado oculto da História)

Hoje dia 17/08/2019 faz 32 anos dês de que Rudolf Hess ex ministro Alemão foi assassinado já idoso dentro da prisão de Spandau aonde cumpria prisão perpétua. 

No ano passado 17/08/18 Centenas de pessoas se reuniram em Berlim em protesto contra o assassinato de Rudolf Hess que ocorreu em 17/08/1987 aos 93 anos de idade na prisão de Spandau aonde cumpriu pena perpetua junto com mais seis ministros Alemães.

Diversos grupos tentaram bloquear a rota da passeata no bairro de Spandau, como ocorreu as manifestações que começaram ao meio-dia (horário local), reuniram cerca de 500 participantes.

Muitos dos ativistas estavam vestidos de vermelho e branco e carregavam a bandeira do Terceiro Reich de Hitler.

Um grupo carregava uma placa que proclamava: “Não me arrependo de nada”. Frase dita pelo vice de Hitler durante o julgamento ‘parcial’ de Nuremberg organizado pelas potencias vencedoras da segunda guerra mundial

Após a derrota de Hitler a Alemanha foi julgada pelas potencias vencedoras no tribunal de Nuremberg aonde foi acusada absolutamente como unica culpada pelo desastre da segunda guerra

O mesmo ocorreu também durante a primeira guerra mundial quando os alemães foram obrigados a assumir toda a culpa após sua derrota contra as potencias aliadas na primeira guerra aonde a Alemanha foi submetida ao vergonhoso ‘Tratado de Versalhes’, que a Alemanha o classificou como diktat (imposição).

O tratado de Versalhes e a vergonha do povo Alemão.

O principal ponto do tratado determinava que a Alemanha aceitasse todas as responsabilidades da primeira guerra e que, sob os termos dos artigos 231-247, indeniza-se um certo número de nações da Tríplice Entente

Os termos impostos à Alemanha incluíam a perda de uma parte de seu território para um número de nações fronteiriças, de todas as colônias sobre os oceanos e sobre o continente africano, uma restrição ao tamanho do exército e uma indenização pelos prejuízos causados durante a guerra.

No tratado foi criada uma comissão para determinar a dimensão precisa das reparações que a Alemanha tinha de pagar. Em 1921, este valor foi oficialmente fixado em 33 milhões de dólares. Os encargos a comportar com este pagamento são frequentemente citados como a principal causa a subida de Hitler ao poder.

Delação de Hess no julgamento de Nuremberg após a derrota da Alemanha

Não me defendo de meus acusadores, aos quais nego o direito de me acusarem, a mim e aos meus compatriotas.

Não me defendo das acusações que competem aos assuntos internos da Alemanha, e que nada importam aos estrangeiros.

Não protesto contra as declarações que afetam a minha honra e a honra de todo povo alemão. Durante longos anos de minha vida me foi concedido viver ao lado do homem mais poderoso produzido por seu povo em sua história milenar. Mesmo se pudesse, não desejaria apagar esse tempo de minha existência.’

Eu me sinto feliz por haver cumprido com o meu dever como alemão, como nacional-socialista e como fiel do Führer.

Não me arrependo de coisa alguma. Se tivesse de começar tudo de novo, trabalharia da mesma forma, mesmo sabendo que ao final me aguardaria uma fogueira para a minha morte.

Pouco importa o que podem fazer os homens. Comparecerei diante do Todo-Poderoso. A Ele prestarei minhas contas, e sei que me absolverá. 

Em sua declaração final à corte, em 31 de agosto, 1946, ele declarou:

Eu tive o privilégio de trabalhar por muitos anos de minha vida sob o maior filho que minha nação trouxe à luz em sua história de milhares de anos. Mesmo se eu pudesse, eu não desejaria expurgar este tempo de minha vida.
Eu sou feliz por saber que eu cumpri meu dever para com meu povo, meu dever como um alemão, como um nacional-socialista, como um leal seguidor de meu Führer. Eu não me arrependo de nada.
Não importa o que as pessoas possam fazer, um dia eu estarei de pé diante do tribunal do Deus Eterno. Eu o responderei, e eu sei que ele me absolverá.

Acusação sem provas

Hess era conhecido como a “consciência do partido”, ele sempre usou do poder e influência que tinha para intervir em nome das vítimas de perseguição por extremistas no partido Nacional-Socialista. Em seu detalhado estudo, “Justice at Nuremberg“, o qual é geralmente muito crítico dos réus alemães, o historiador Robert E. Conot chamou a Hess de um homem “decente e honesto” e “um pacifista de coração”. [10]
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Em suas acusações sobre o Deputado do Führer, os quatro poderes Aliados o retrataram, previsivelmente, da forma mais sinistra possível. [11] “Hess começou suas atividades conspiratórias imediatamente após o término da Primeira Guerra Mundial ao se unir a organizações militares e nacionalistas”, acusaram-no. Chegou a absurdamente clamar que “Hess era um dos membros da conspiração [nazi] que professou tão cedo quanto em 1933 o objetivo de completa dominação mundial”. A junta de acusação Aliada concluiu com as quase ridículas palavras:
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De fato, o caso Aliado contra Hess era fraco. O Führer manteve seu deputado nas sombras sobre suas decisões militares e política externa. Estava claramente estabelecido em Nuremberg que Hess não esteve presente em nenhuma das reuniões em que Hitler discutiu sobre seus planos militares. [12] E, é claro, ele não poderia ser responsável pelas ações alemães que tomaram lugar após o voo para a Grã-Bretanha, incluindo aquelas ocorridas durante a campanha contra a União Soviética.
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Todavia, o Tribunal declarou Hess culpado de “crimes contra a paz” (“planejamento e preparação de guerra agressiva”) e de “conspiração” com outros líderes alemães para cometer os alegados crimes, mas inocente de “crimes de guerra” e “crimes contra a humanidade”.
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Prisão de Spandau

A prisão de Spandau que tinha capacidade de abrigar seiscentos prisioneiro recebeu apenas 7 homens aonde Rodolf Hess foi o ultimo prisioneiro.

A Prisão de Spandau era um presídio situado no distrito municipal Spandau na antiga Berlim Ocidental, construído em 1876 e demolido em 1987 após a morte de seu último prisioneiro, o deputado führer Rudolf Hess.

Após a II Guerra Mundial, a prisão foi usado pelas autoridades das Quatro Potências vencedoras

O controle era feito pelos Aliados em rodízio mensal, com as bandeiras hasteadas de cada país por vez, indicando qual deles administrava a prisão naquele momento, cada um deles tendo autoridade administrativa por três meses a cada ano.

Os regulamentos sob os quais os sete homens foram mantidos eram tão severos que mesmo o capelão francês Casalis, protestou ao Diretorio da prisão (em 1948) contra seu tratamento ultrajante. Ele prosseguiu a descrever Spandau como um lugar de tortura mental.

“Pode-se seguramente dizer que Spandau se tornou um lugar de tortura mental a uma dimensão, que não permite a consciência cristã permanecer em silêncio…”  [16]

Por mais de 20 anos, Hess ao menos teve a companhia limitada de outros réus de Nuremberg, mas de outubro de 1966 até sua morte, 21 anos mais tarde, ele foi o único interno na prisão-fortaleza, originalmente construída para 600. Ele era, nas palavras do Diretor americano de Spandau, Tenente Coronel Eugene Bird, “o homem mais solitário no mundo”.
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Manter este único homem em Spandau custou ao governo da Alemanha Ocidental cerca de 850.000 marcos ao ano. Além disso, cada um dos quatro poderes Aliados tinha que prover um oficial e 37 soldados durante suas respectivas trocas, tanto quanto um diretor e um time de carcereiros durante todo o ano. A equipe permanente de manutenção de 22 pessoas, incluso cozinheiros, garçonetes e faxineiros.
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Nos anos finais de sua vida, Hess era um homem velho fraco e frágil, cego de um olho, que andava curvado para frente com uma bengala. Ele viveu virtualmente em total isolamento de acordo com uma rotina diária estritamente regulada. Durante seus raros encontros com sua esposa e filho, ele não podia abraçá-los ou mesmo tocá-los. [17]
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Muito antes de sua morte, o aprisionamento de Hess havia se tornado um espetáculo grotesco e absurdo.
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Mesmo Winston Churchill expressou arrependimento sobre o tratamento dele. Em 1950, ele escreveu: [18]
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Refletindo sobre toda a história, eu sou feliz por não ser o responsável pela forma a qual Hess foi e é tratado. Qualquer que seja a culpa moral de um alemão que permaneceu próximo a Hitler, Hess tinha, em meu ver, expiado isso por seu ato desvairado e devotado de benevolência lunática. Ele veio até nós de sua própria livre vontade e, apesar de, sem autoridade, tinha algo da qualidade de um emissário. Ele era um caso médico e não criminal, e deveria ser assim considerado.
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Em uma entrevista em 1977, Sir Hartley Shawcross, que era Procurador-Chefe da Grã-Bretanha em Nuremberg, chamou o aprisionamento contínuo de Hess um “escândalo”[19]
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A injustiça contra Hess não foi algo que aconteceu uma vez e que rapidamente acabou. Ela foi, ao contrário, um erro que seguiu em frente, dia após dia, por 46 anos. Rudolf Hess foi um prisioneiro da paz e uma vítima de uma era vingativa.
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De The Journal of Historical Review, jan.-fev. 1993 (Vol. 13, No. 1), pp. 20-23.Tradução livre e adaptação por Viktor Weiß
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Em outubro de 1952, após dois anos de prolongada discussão entre os poderes da custódia, os soviéticos concordaram em conceder os chamados “privilégios especiais”: Uma visita de trinta minutos ao mês. Uma carta por semana de não mais do que 1.300 palavras. Atenção médica na prisão. E, no caso de morte, sepultamento das cinzas na prisão ao invés de espalhá-las ao vento.
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Após a libertação de Albert Speer e Baldur von Schirach em 1 de outubro de 1966, Rudolf Hess era o único permanecendo interno. Por mais de vinte anos, Hess foi o único prisioneiro em uma prisão designada para seiscentos homens.
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Em 1987 o presídio foi demolido para evitar que fossem divulgadas informações sigilosas sobre o que fato acorreu com estes 7 homens dentro de Spandau.
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A prisão foi destruída e o terreno da prisão foi transformado num estacionamento e num shopping center, o material demolido da sua construção foi transformado em pó e lançado no mar do Norte.
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Hitler não queria a Guerra

A Alemanha tentou inúmeras vezes criar um acordo de paz com a Grã Bretanha mas teve seus pedidos negados tanto na primeira quando a segunda guerra, (Como sabemos a guerra é bem lucrativa para os poderosos).

Hess foi preso em 1941 depois de viajar de avião, sozinho, da Alemanha para a Escócia com a intenção de negociar a paz com o Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, que terminou tendo seu pedido negado e foi capturado pelas forças britânicas.

O Assassinato de Rudolf Hess

O filho de Hess ‘Wolf Rüdiger Hess’ que lutou durante anos para provar a inocência de seu pai, disse que meses antes da morte de seu pai Rudolf Hess, que ele e sua família vinham a anos lutando para que Hess pudesse cumprir a o restante da sua pena em casa por conta dos maus tratos na prisão e de seu estado debilitado de saúde e também principalmente pela sua idade avançada

Finalmente os familiares de Hess tiveram seu pedido da libertação atendidos pela União soviética com direito a cumprir o restante da pena em casa, e “coincidentemente” pouco tempo depois, na segunda-feira em 17 de agosto de 1987 o Sr. Darold W. Keane, o diretor americano da Prisão de Spandau, informou oficialmente a Wolf Rüdiger Hess (Filho de Hess) que seu pai havia “falecido” dentro da prisão.

Disse o diretor; “Eu estou autorizado a informá-lo que seu pai expirou hoje as 16:10min. Eu não estou autorizado a dar a você nenhum detalhe adicional.” disse o diretor Americano ao filho de Rudolf Hess.

O corpo de Hess foi levado a um local não revelado durante sete meses e depois levado ao cemitério pertencente à família em Wunsiedel, a 17 de Março de 1988, aonde a sua esposa foi sepultada a seu lado quando morreu em 1995.

Depois o local se tornou alvo de protestos em homenagem a Rudolf Hess então o governo decidiu em 20 de julho de 2011 cremar os restos mortais de Hess.

A nota sobre o suposto suicido cometido pelo idoso dentro de Spandau foi negada pelo filho e pelo advogado de Hess, aonde ele alega que seu pai foi assassinado por um soldado tempos antes de sair da prisão

Wolf Rüdiger Hess afirma que seu pai foi assassinado pelo serviço de inteligencia britânico em conluio com a inteligencia Israelense e Americana por medo de que em liberdade Hess trouxesse átona as fraudes cometidas pelas potencias aliadas principalmente os esforços contínuos da Grã Bretanha para não aceitar os diversos acordos de paz enviados por Hitler.

Os Fatos apontam que o motivo da morte de Hess tinha sido assassinato e não suicídio como afirmado pelas forças Britânicas

Rodolf Hess já idoso antes de ser assassinado pelo sionismo internacional

O advogado de Hess, dr. Seidl, alegou que Hess era demasiado frágil e velho demais para ter ele próprio se enforcado.

Abdallah Melaouhi, o assistente médico de Hess entre 1982 e 1987 que foi demitido do seu cargo no Conselho de Aconselhamento de Imigração e Integração no parlamento distrital, mais entrou em contado com Wolf Rüdiger Hess e contou o que viu no dia da morte de Hess.

Relato de Abdallah Melaouhi a Wolf Rüdiger Hess 

Um médico tunisiano, Abdallah Melaouhi, era empregado civil da administração da prisão de Spandau no tempo da morte de Hess. Ele não era cidadão de nenhum dos quatro poderes Aliados de ocupação na Alemanha, nem membro de suas forças armadas. Como resultado, ele não poderia ser silenciado ou transferido para algum canto remoto do mundo como os outros que estavam presentes na cena do crime.

Wolf Rüdiger Hess disse – Após a morte de meu pai, Melaouhi entrou em contato com nossa família.

De uma nota que meu pai escreveu para ele, está claro que havia um relacionamento de confiança pessoal entre os dois homens.

O relato do médico Abdallah Melaouhi ;

“Quando eu cheguei na casa de verão no jardim, eu encontrei a cena parecendo como se uma luta tivesse ocorrido. O chão estava remexido e a cadeira na qual Hess geralmente senta estava no chão a uma distancia considerável de sua localização usual. Hess mesmo caído sem vida no chão: Ele não reagia a nada, sua respiração, pulso e batidas cardíacas não eram mais mensuráveis. Jordan [um guarda americano] estava próximo dos pés de Hess e estava obviamente fora de si”.

Melaouhi notou, para sua surpresa, que além de Anthony Jordan, o guarda americano, dois estranhos em uniforme militar do EUA estavam presentes. Isto era incomum, uma vez que normalmente a nenhum soldado era permitido acesso a esta parte da prisão, e acima de tudo, porque qualquer contato com Rudolf Hess era o mais estritamente proibido. Na opinião de Melaouhi, os dois estranhos pareciam reservados e calmos, em pleno contraste com Jordan.

Um Crime Contra a Verdade! 

Wolf Rüdiger Hess- O mesmo governo, que tentou fazê-lo um bode expiatório por seus crimes, e que por quase meio século procurou resolutamente suprimir a verdade do caso Hess, finalmente não esquivou de assassinato para silenciá-lo. O assassinato de meu pai não foi somente um crime contra um homem frágil e idoso, mas um crime contra a verdade histórica. Era um ato final lógico de uma conspiração britânica oficial que começou em 1941, no início do caso Hess.

Mas eu posso assegurá-los, e vocês, que esta conspiração não será bem-sucedida. O assassinato de meu pai não fechará para sempre, como eles esperam, o livro sobre a vida de Hess.

Eu estou convencido de que a história e a justiça absolverão meu pai. Sua coragem em arriscar sua vida pela paz, a longa injustiça que ele suportou, e seu martírio, não serão esquecidos. Ele será vingado, e suas palavras finais no julgamento de Nuremberg, “Eu não me arrependo por nada!”, permanecerão para sempre!.

Para resumir aqui:

1- Os dois homens que o ordenado tunisino Melaouhi viu em uniforme americano, que eram provavelmente os assassinos de Rudolf Hess, eram de um regimento SAS britânico.

2- A morte foi estabelecida no Hospital Militar Britânico, para onde meu pai foi levado em uma ambulância britânica.

3- A certidão de óbito é assinada apenas por militares britânicos.

4- A autópsia foi realizada por um patologista britânico.

5- O diretor da prisão britânica, o sr. Antony Le Tissier, supervisionou a imediata destruição de todas as provas contábeis, como o cabo elétrico, a casa do jardim e assim por diante.

6- Os funcionários do Ramo de Investigação Especial (SIB) que investigaram a morte eram todos cidadãos britânicos e eram chefiados por um major britânico.

7- A alegada “nota de suicídio” foi supostamente encontrada dois dias depois no bolso da jaqueta de Hess por um oficial britânico, e foi examinada por um laboratório britânico.

8- Allan Green, o diretor britânico do Ministério Público, interrompeu uma investigação sobre a morte de meu pai, iniciada pela Scotland Yard, que recomendara uma “investigação de assassinato em grande escala” depois que autoridades haviam encontrado muitas inconsistências.

9- Rudolf Hess não cometeu suicídio em 17 de agosto de 1987, como alega o governo britânico. O peso da evidência mostra, em vez disso, que oficiais britânicos, agindo sob ordens de alto nível, assassinaram meu pai.

Wolf Rüdiger Hess

Wolf Rüdiger Hess (1937– 2001) era filho de Rudolf Hess, Wolf Hess era arquiteto por treinamento e ocupação, embora também dedicasse muito tempo e esforço para divulgar as décadas de prisão de seu pai na prisão de Spandau, em Berlim, e investigar e divulgar as circunstâncias da morte de seu pai. 

Hess escreveu três livros: Meu Pai Rudolf Hess (1986)Quem Assassinou Meu Pai, Rudolf Hess? (1989)Rudolf Heß: Ich bereue nichts Rudolf Hess: não me arrependo de nada ) (1994/1998).

Hess foi chefe do “Rudolf-Heß-Gesellschaft eV” antes de sua morte. Ele deixou uma viúva e três filhos.

O objetivo desta matéria nada tem a ver com racismo e nem com antissemitismo é sim busca analisar imparcialmente os fatos sobre os períodos da segunda guerra baseando-se nos depoimentos de Wolf Rüdiger Hess (1937– 2001) que era filho de Rudolf Hess ex ministro Alemão, matéria tem como principal foco entender os desdobramentos políticos e econômicos da época que ocasionaram um dos episódios mais sombrios da história da humanidade.

Fontes 1- Wikipédia

Fonte 2- www.ihr.org

Fonte 3- www.o sentinela.com.

 

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Reynaldo Mattar Neto (Buizão)
Editor

Que post lindo mestre, muito rico em detalhes, muitas verdades, gratidão por um post desses, eu sempre quis saber a história real de Hess e por não ter confiança no que o Google diria eu acabei nem pesquisando, é muito bom ler uma matéria assim q vc pode ler e confiar q não existe manipulação, ainda mais sobre um assunto tão delicado. Parabéns, perfeito o post, uma pergunta, será q dá ban publicar nas redes sociais essa matéria?

Douglas Ceron
Editor

As portas do Reino estarão abertas para recepcionar os honrados na luta e administração do Reino de Mil Anos. Alemanha já despertou uma vez, seria o último despertar até chegar ao nosso grande REINO. Que assim seja.
Somos força. Somos Verdade. Somos Vitória. Honrada Alemanha nazista, sua luta não foi em vão.
Luz pra nós!

Joao Pedro Senna Valle Vieira
Membro
Joao Pedro Senna Valle Vieira

E os outros seis ministros?? O que houve com eles

Armando
Membro
Armando

Compartilhado! Luz p’ra nós!

Reynaldo Mattar Neto (Buizão)
Editor

Compartilhou no face irmão? Deu ban ou alguma coisa?

Bruno Bauler
Membro
Bruno Bauler

Estava vindo clicar, e a atenção se voltou para a matéria. Estava a ler aqui. Que a verdade venha, e se torne óbvia. Luz p’ra nós 🕯

Mateus Silva
Membro
Mateus Silva

Gratidão por trazer a verdade da luta e do sofrimento desse homem e da família dele! Luz p’ra nós! 🙌

Pedro Sora
Editor

os que me deixam mais puto é os que ainda condenam um lado da historia sem nem saber metado e ainda por cima colocam o oposto como herois. sendo que são sempre os mesmo começando as guerras…
muito boa a matéria, aquela contando mais sobre o Hess é demais tambem.
Agradeço irmão
Luz p’ra nós

Diosane Fortunato
Membro
Diosane Fortunato

A verdade vindo a tona!
Luz pra nós

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