ter. set 17th, 2019

Jovens Alemães protestaram contra o assassinato de Rudolf Hess (O lado oculto da História)

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Jovens Alemães protestaram contra o assassinato de Rudolf Hess (O lado oculto da História)

Hoje dia 17/08/2019 faz 32 anos dês de que Rudolf Hess foi assassinado pelo sionismo internacional

Nos anos passado 17/08/18 Centenas de pessoas se reuniram em Berlim em protesto contra o assassinato de Rudolf Hess que ocorreu em 17/08/1987 aos 93 anos de idade na prisão de Spandau aonde cumpriu pena perpetua junto com mais seis ministros Alemães.

Diversos grupos tentaram bloquear a rota da passeata no bairro de Spandau, como ocorreu as manifestações que começaram ao meio-dia (horário local), reuniram cerca de 500 participantes.

Muitos dos ativistas estavam vestidos de vermelho e branco, carregavam a bandeira vermelha, branca e preta do Terceiro Reich de Hitler.

Um grupo carregava uma placa que proclamava: “Não me arrependo de nada”. Frase dita pelo vice de Hitler durante o julgamento parcial de Nuremberg organizado pelas potencias vencedoras da segunda guerra mundial

Sob ameaças os ministros Alemães foram obrigados a assumir sozinhos a culpa por todo o genocídio causado por ambos os lados da guerra, o mesmo ocorreu também durante a primeira guerra mundial aonde os alemães foram obrigados a assumir toda a culpa após terem sido derrotados pelos aliados no final da primeira guerra aonde a Alemanha foi submetida ao vergonhoso ‘Tratado de Versalhes’. 

 

Delação de Hess no julgamento de Nuremberg

Não me defendo de meus acusadores, aos quais nego o direito de me acusarem, a mim e aos meus compatriotas.

Não me defendo das acusações que competem aos assuntos internos da Alemanha, e que nada importam aos estrangeiros.

Não protesto contra as declarações que afetam a minha honra e a honra de todo povo alemão. Durante longos anos de minha vida me foi concedido viver ao lado do homem mais poderoso produzido por seu povo em sua história milenar. Mesmo se pudesse, não desejaria apagar esse tempo de minha existência.’

Eu me sinto feliz por haver cumprido com o meu dever como alemão, como nacional-socialista e como fiel do Führer.

Não me arrependo de coisa alguma. Se tivesse de começar tudo de novo, trabalharia da mesma forma, mesmo sabendo que ao final me aguardaria uma fogueira para a minha morte.

Pouco importa o que podem fazer os homens. Comparecerei diante do Todo-Poderoso. A Ele prestarei minhas contas, e sei que me absolverá.

 

Prisão de Spandau

A prisão de Spandau tinha capacidade de abrigar seiscentos prisioneiros mas recebeu apenas os 7 ministros Alemães aonde Rodolf Hess foi o ultimo prisioneiro.

A Prisão de Spandau era um presídio situado no distrito municipal Spandau na antiga Berlim Ocidental, construído em 1876 e demolido em 1987 após a morte de seu último prisioneiro, o deputado führer Rudolf Hess. Após a II Guerra Mundial, a prisão foi usado pelas autoridades das Quatro Potências vencedoras

O controle era feito pelos Aliados em rodízio mensal, com as bandeiras hasteadas de cada país por vez, indicando qual deles administrava a prisão naquele momento, cada um deles tendo autoridade administrativa por três meses a cada ano.

Os regulamentos sob os quais os sete prisioneiros de guerra foram mantidos eram tão severos que mesmo o capelão francês da prisão, Casalis, protestou (em 1948) contra seu tratamento ultrajante. Ele prosseguiu a descrever Spandau como um lugar de tortura mental.

Em outubro de 1952, após dois anos de prolongada discussão entre os poderes da custódia, os soviéticos concordaram em conceder os chamados “privilégios especiais”: Uma visita de trinta minutos ao mês. Uma carta por semana de não mais do que 1.300 palavras. Atenção médica na prisão. E, no caso de morte, sepultamento das cinzas na prisão ao invés de espalhá-las ao vento.

Após a libertação de Albert Speer e Baldur von Schirach em 1 de outubro de 1966, Rudolf Hess era o único permanecendo interno. Por mais de vinte anos, Hess foi o único prisioneiro em uma prisão designada para cerca de seiscentos homens.

Em 1987 o presídio foi demolido para evitar que fossem divulgadas informações sigilosas sobre oque de fato chegou acontecer com estes 7 homens dentro de Spandau.

A prisão foi destruída e o terreno da prisão foi transformado num estacionamento e num shopping center, o material demolido da sua construção foi transformado em pó e lançado no mar do Norte.

 

Hitler não queria a Guerra

A Alemanha tentou inúmeras vezes criar um acordo de paz com a Grã Bretanha mas teve seus pedidos negados tanto na primeira quando a segunda guerra

Hess foi preso em 1941 depois de viajar de avião, sozinho, da Alemanha para a Escócia com a intenção de negociar a paz com o Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, que terminou tendo seu pedido negado e foi capturado pelas forças britânicas.

 

O Assassinato de Rudolf Hess

O filho de Hess ‘Wolf Rüdiger Hess’ que lutou durante anos para provar a inocência de seu pai, disse que meses antes da morte de Hess, ele e  sua família que vinham a anos lutando para que Hess pudesse cumprir a o restante da sua pena em casa por conta dos maus tratos, e de seu estado debilitado de saúde e idade avançada

Finalmente os familiares de Hess tiveram seu pedido da libertação atendidos pela União soviética para cumprir o restante da pena em casa, e “coincidentemente” pouco tempo depois, na segunda-feira em 17 de agosto de 1987 o Sr. Darold W. Keane, o diretor americano da Prisão de Spandau, informou oficialmente a Wolf Rüdiger Hess (Filho de Hess) que seu pai havia “falecido” dentro da prisão.

Disse o diretor; “Eu estou autorizado a informá-lo que seu pai expirou hoje as 16:10min. Eu não estou autorizado a dar a você nenhum detalhe adicional.” disse o diretor Americano ao filho de Rudolf Hess.

O corpo de Hess foi levado a um local não revelado durante sete meses e depois levado ao cemitério pertencente à família em Wunsiedel, a 17 de Março de 1988, aonde a sua esposa foi sepultada a seu lado quando morreu em 1995.

Depois o local se tornou alvo de protestos em homenagem a Rudolf Hess então o governo decidiu em 20 de julho de 2011 cremar os restos mortais de Hess.

A nota sobre o suposto suicido cometido pelo idoso dentro de Spandau foi negada pelo filho e pelo advogado de Hess, aonde ele alega que seu pai foi assassinado por um soldado tempos antes de sair da prisão,Wolf Rüdiger Hess afirma que seu pai foi assassinado pelo serviço de inteligencia britânico em conluio com a inteligencia Israelense e Americana por medo de que em liberdade Hess trouxesse átona as fraudes cometidas pelas potencias aliadas principalmente os esforços contínuos da Grã Bretanha para não aceitar os diversos acordos de paz enviados por Hitler.

 

Os Fatos apontam o assassinato de Hess

Rodolf Hess já idoso antes de ser assassinado pelo sionismo internacional

O advogado de Hess, dr. Seidl, alegou que Hess era demasiado frágil e velho demais para ter ele próprio se enforcado.

Abdallah Melaouhi, o assistente médico de Hess entre 1982 e 1987 que foi demitido do seu cargo no Conselho de Aconselhamento de Imigração e Integração no parlamento distrital, mais entrou em contado com Wolf Rüdiger Hess e contou o que viu no dia da morte de Hess.

Relato de Abdallah Melaouhi a Wolf Rüdiger Hess 

Um médico tunisiano, Abdallah Melaouhi, era empregado civil da administração da prisão de Spandau no tempo da morte de Hess. Ele não era cidadão de nenhum dos quatro poderes Aliados de ocupação na Alemanha, nem membro de suas forças armadas. Como resultado, ele não poderia ser silenciado ou transferido para algum canto remoto do mundo como os outros que estavam presentes na cena do crime.

Wolf Rüdiger Hess disse – Após a morte de meu pai, Melaouhi entrou em contato com nossa família.

De uma nota que meu pai escreveu para ele, está claro que havia um relacionamento de confiança pessoal entre os dois homens.

O relato do médico Abdallah Melaouhi ;

“Quando eu cheguei na casa de verão no jardim, eu encontrei a cena parecendo como se uma luta tivesse ocorrido. O chão estava remexido e a cadeira na qual Hess geralmente senta estava no chão a uma distancia considerável de sua localização usual. Hess mesmo caído sem vida no chão: Ele não reagia a nada, sua respiração, pulso e batidas cardíacas não eram mais mensuráveis. Jordan [um guarda americano] estava próximo dos pés de Hess e estava obviamente fora de si”.

Melaouhi notou, para sua surpresa, que além de Anthony Jordan, o guarda americano, dois estranhos em uniforme militar do EUA estavam presentes. Isto era incomum, uma vez que normalmente a nenhum soldado era permitido acesso a esta parte da prisão, e acima de tudo, porque qualquer contato com Rudolf Hess era o mais estritamente proibido. Na opinião de Melaouhi, os dois estranhos pareciam reservados e calmos, em pleno contraste com Jordan.

 

Um Crime Contra a Verdade! 

Wolf Rüdiger Hess- O mesmo governo, que tentou fazê-lo um bode expiatório por seus crimes, e que por quase meio século procurou resolutamente suprimir a verdade do caso Hess, finalmente não esquivou de assassinato para silenciá-lo. O assassinato de meu pai não foi somente um crime contra um homem frágil e idoso, mas um crime contra a verdade histórica. Era um ato final lógico de uma conspiração britânica oficial que começou em 1941, no início do caso Hess.

Mas eu posso assegurá-los, e vocês, que esta conspiração não será bem-sucedida. O assassinato de meu pai não fechará para sempre, como eles esperam, o livro sobre a vida de Hess.

Eu estou convencido de que a história e a justiça absolverão meu pai. Sua coragem em arriscar sua vida pela paz, a longa injustiça que ele suportou, e seu martírio, não serão esquecidos. Ele será vingado, e suas palavras finais no julgamento de Nuremberg, “Eu não me arrependo por nada!”, permanecerão para sempre!.

Para resumir aqui:

1- Os dois homens que o ordenado tunisino Melaouhi viu em uniforme americano, que eram provavelmente os assassinos de Rudolf Hess, eram de um regimento SAS britânico.

2- A morte foi estabelecida no Hospital Militar Britânico, para onde meu pai foi levado em uma ambulância britânica.

3- A certidão de óbito é assinada apenas por militares britânicos.

4- A autópsia foi realizada por um patologista britânico.

5- O diretor da prisão britânica, o sr. Antony Le Tissier, supervisionou a imediata destruição de todas as provas contábeis, como o cabo elétrico, a casa do jardim e assim por diante.

6- Os funcionários do Ramo de Investigação Especial (SIB) que investigaram a morte eram todos cidadãos britânicos e eram chefiados por um major britânico.

7- A alegada “nota de suicídio” foi supostamente encontrada dois dias depois no bolso da jaqueta de Hess por um oficial britânico, e foi examinada por um laboratório britânico.

8- Allan Green, o diretor britânico do Ministério Público, interrompeu uma investigação sobre a morte de meu pai, iniciada pela Scotland Yard, que recomendara uma “investigação de assassinato em grande escala” depois que autoridades haviam encontrado muitas inconsistências.

9- Rudolf Hess não cometeu suicídio em 17 de agosto de 1987, como alega o governo britânico. O peso da evidência mostra, em vez disso, que oficiais britânicos, agindo sob ordens de alto nível, assassinaram meu pai.

Wolf Rüdiger Hess

Wolf Rüdiger Hess (1937– 2001) era filho de Rudolf Hess, Wolf Hess era arquiteto por treinamento e ocupação, embora também dedicasse muito tempo e esforço para divulgar as décadas de prisão de seu pai na prisão de Spandau, em Berlim, e investigar e divulgar as circunstâncias da morte de seu pai. 

Hess escreveu três livros: Meu Pai Rudolf Hess (1986)Quem Assassinou Meu Pai, Rudolf Hess? (1989)Rudolf Heß: Ich bereue nichts Rudolf Hess: não me arrependo de nada ) (1994/1998).

Hess foi chefe do “Rudolf-Heß-Gesellschaft eV” antes de sua morte. Ele deixou uma viúva e três filhos.

 

Fontes 1- Wikipédia

Fonte 2- www.ihr.org

 

 

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Joao Pedro Senna Valle Vieira
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Joao Pedro Senna Valle Vieira

E os outros seis ministros?? O que houve com eles

Armando
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Armando

Compartilhado! Luz p’ra nós!

Reynaldo Mattar Neto (Buizão)
Membro

Compartilhou no face irmão? Deu ban ou alguma coisa?

Reynaldo Mattar Neto (Buizão)
Membro

Que post lindo mestre, muito rico em detalhes, muitas verdades, gratidão por um post desses, eu sempre quis saber a história real de Hess e por não ter confiança no que o Google diria eu acabei nem pesquisando, é muito bom ler uma matéria assim q vc pode ler e confiar q não existe manipulação, ainda mais sobre um assunto tão delicado. Parabéns, perfeito o post, uma pergunta, será q dá ban publicar nas redes sociais essa matéria?

Bruno Bauler
Membro
Bruno Bauler

Estava vindo clicar, e a atenção se voltou para a matéria. Estava a ler aqui. Que a verdade venha, e se torne óbvia. Luz p’ra nós 🕯

Mateus Silva
Membro
Mateus Silva

Gratidão por trazer a verdade da luta e do sofrimento desse homem e da família dele! Luz p’ra nós! 🙌

Douglas Ceron
Editor

As portas do Reino estarão abertas para recepcionar os honrados na luta e administração do Reino de Mil Anos. Alemanha já despertou uma vez, seria o último despertar até chegar ao nosso grande REINO. Que assim seja.
Somos força. Somos Verdade. Somos Vitória. Honrada Alemanha nazista, sua luta não foi em vão.
Luz pra nós!

Pedro Sora
Editor

os que me deixam mais puto é os que ainda condenam um lado da historia sem nem saber metado e ainda por cima colocam o oposto como herois. sendo que são sempre os mesmo começando as guerras…
muito boa a matéria, aquela contando mais sobre o Hess é demais tambem.
Agradeço irmão
Luz p’ra nós

Diosane Fortunato
Membro
Diosane Fortunato

A verdade vindo a tona!
Luz pra nós