sáb. out 16th, 2021

Deus x Darwin – Criação, Evolução, Design Inteligente e o modelo

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Faz milênios que a humanidade discute sua origem, Deus e a criação. O que mudou do século XIX para cá é o centro do debate, que a partir de Darwin passou a ser a Teoria da Evolução. Em contrapartida a esta teoria, foi formulada a Teoria do Design Inteligente que defende que há um designer por trás da realidade. Procurei fazer a síntese mais completa e única possível, juntando materiais e argumentos binários com o conteúdo da Conscienciologia que o Mestre Bob já nos trouxe:

 

Introdução à Evolução

De forma relevante, as ideias acerca da Evolução surgiram a partir do século XVIII com alguns filósofos e biólogos tais como Erasmus Darwin, Georges-Louis Leclerc, Jean-Baptiste Lamarck e principalmente Charles Darwin. Com a ajuda da teoria de Alfred Russel Wallace, Darwin conseguiu publicar, em 1859, A Origem das Espécies, com a finalidade de explicar a seleção natural como a ferramenta utilizada pela natureza para adaptar os seres vivos ao meio. Mais tarde houve a adição das ideias de Gregor Mendel em relação a genética e hereditariedade: ele descobriu que as características eram herdadas de uma maneira previsível.

De maneira breve, houve o Big Bang, então os gases e pó cósmicos em expansão formaram os planetas em um determinado momento. Dentre estes planetas, temos a Terra. Nesse contexto, entra a discussão sobre a origem da vida. O establishment entende a origem da vida partindo da sopa primordial: uma mistura precisa de compostos inorgânicos que, ao reagirem  a processos e influências externas (como calor, raios e descargas elétricas, radiação ultravioleta, gases e outros elementos), os elementos da sopa teriam se combinado em aminoácidos. Estes aminoácidos iriam posteriormente juntar-se e propiciariam a formação dos primeiros organismos. Esses primeiros organismos interagindo entre si e com o meio, deram origem aos procariontes e eucariontes (3-4 mil milhões de anos atrás), até surgirem os primeiros seres multicelulares (esponjas, algas, etc). Depois do aparecimento dos primeiros seres multicelulares, ocorreu um notável diversificação biológica num período de 10 milhões de anos, num evento chamado explosão cambriana (súbito aparecimento de um grande número de grupos de animais modernos no registro de fóssil), quando a maioria dos grupos de animais modernos apareceram entre 540 e 520 milhões de anos atrás. Há cerca de 500 milhões de anos, plantas e fungos colonizaram a terra, e foram logo seguidos por artrópodes, anfíbios, répteis, mamíferos e aves. Em um momento, alguns primatas começaram a comer carne, que forneceu as proteínas e aminoácidos necessários para o desenvolvimento do que hoje é o cérebro humano. A transição de chimpanzé para humano levou 6 milhões de anos.

Toda a teoria é baseada na seleção natural: processo pelo qual mutações genéticas que melhoram a reprodução tornam-se, ou permanecem, mais comuns em gerações sucessivas de uma população. Ela possui 3 pilares:

– Variação hereditária existe em populações de organismos;

– Os organismos produzem mais descendentes do que podem sobreviver;

– Estes descendentes têm capacidade variável para sobreviverem e reproduzirem-se.

Na definição mais moderna do neodarwinismo: O gene é o sujeito/centro do processo, os organismos são só veículos temporários para o DNA fazer mais DNA. Sendo assim, a seleção natural é o processo pelo qual certos genes ganham representação nas próximas gerações superior a dos outros genes localizados nas mesmas posições do cromossomo. (Comentei sobre essa visão na conclusão)

A própria Wikipedia fala: “O consenso científico actual é de que a bioquímica complexa que constitui a vida provém de reacções químicas mais simples, mas que não é claro como ocorreu esta transição. Não há muitas certezas sobre os primeiros desenvolvimentos da vida, a estrutura dos primeiros seres vivos, ou a identidade ou natureza do último ancestral comum ou do pool genético ancestral. Como consequência, não há consenso científico sobre como a vida surgiu.” 

Mesmo com diversas incertezas (eventualmente cientistas falam isso explicitamente), principalmente sobre a origem da vida, o sistema lida com tudo isso como fato indiscutível. E as descobertas científicas que não colaboram com a Evolução? São desprezadas e zombadas, independente de seus fundamentos. 

Por que alguém investe tanta energia na tentativa de refutar Deus? Por que alguém tendo a possibilidade de acreditar em Deus, prefere negá-lo até a morte? Quem já viu os discursos de ateus evolucionistas militantes, percebe que o que importa não é encontrar uma verdade, e sim refutar a possibilidade de existir um designer. Até matematicamente essa atitude não faz sentido: caso Deus não exista, tanto quem acreditou nEle quanto quem não, tiveram o mesmo destino… o Nada. Caso Deus exista (independente de suas características), a pessoa que acreditou nEle terá um destino melhor que a pessoa que negou-o. 

 

 

Introdução ao Design Inteligente

Apesar de ao longo da história as civilizações sempre acreditarem na criação de Deus ou Deuses , a Teoria do Design Inteligente (TDI) foi e está sendo formulada especificamente para contra-argumentar a Evolução. Seus autores e pesquisadores afirmam que faltam muitas lacunas na Teoria da Evolução (fato) e é aí que Deus (ou outra externalidade) entra, completando essas lacunas. De maneira geral, a TDI tem um elemento sobrenatural (Deus) que agiu no passado impulsionando certos fatos, como o Big Bang, por exemplo. Seus adeptos variam as opiniões sobre o nível de interferência de Deus ao longo da criação, alguns vão falar que foi mínima e Deus forneceu o mínimo para que a Evolução ocorresse (evolução teísta), outros vão falar que foi máxima e Deus criou as coisas como são, nos 7 dias da criação literais. O restante varia nos meios termos. 

Um dos principais expoentes da TDI no mundo é brasileiro: Marcos Eberlin. Ele é um químico, professor, palestrante e autor dos livros ‘Fomos Planejados: a maior descoberta científica de todos os tempos’ e ‘Antevidência: a química da vida revelando planejamento e propósito’. 

Outro grande nome da TDI, provavelmente o maior, é Michael Behe, um é um bioquímico estadunidense, autor e professor na Universidade Lehigh. Behe escreveu o livro ‘A Caixa-Preta de Darwin’, para alguns a obra mais relevante da TDI no mundo, onde ele descreve um conceito chamado Complexidade Irredutível (conceito descrito abaixo). Mais recentemente publicou ‘A Involução de Darwin’: o mecanismo de Darwin não produz evolução, mas sim involução. Por esse mecanismo, genes são quebrados, o que significa que a evolução pode fazer um ser parecer ou agir diferente, pelo menos superficialmente, mas é incapaz de construir ou criar algo novo no nível genético.

 

Outros nomes importantes são Phillip E. Johnson, William Dembski, Stephen C. Meyer e Jonathan Wells. Atualmente a TDI possui um material de estudo muito extenso, denso e detalhado.

Uma grande concentração de estudiosos em relação ao tema é o Discovery Institute sediado nos Estados Unidos, além de vários sites, blogs e grupos de estudos criacionistas. Já no Brasil o movimento encontra-se atualmente representado, principalmente, pelo Mackenzie, TDI Brasil e alguns poucos na ABC².

Marcos Eberlin sugere a TDI baseada em 3 pilares: 

“1) Complexidade irredutível: agentes inteligentes criam sistemas que combinam – e de uma só vez – várias partes distintas. Essas partes, ao estarem todas ao mesmo tempo disponíveis, são conectadas com exatidão e sincronia, contribuindo conjuntamente para um objetivo final predefinido. Sem sincronia, o sistema entra em colapso. Sem uma mente inteligente a guiar a montagem e a prever – com antevidência – suas funções sincronizadas, essas partes não atingiriam juntas seu objetivo final. 

Na montagem de um sistema de alta complexidade funcional, agentes inteligentes preveem as funções das partes e planejam com maestria o design e o funcionamento sincronizado de cada uma delas. Essas partes, ao serem construídas com as formas e proporções perfeitas, e ao estarem todas disponíveis ao mesmo tempo, e, mais ainda, ao serem conectadas todas na ordem e orientação corretas, e ao serem ajustadas para iniciar seu funcionamento no momento correto e com a intensidade exata, funcionam em conjunto como no “balé sincronizado” de um motor, cumprindo assim a função global que o agente inteligente anteviu quando mentalmente “imaginou” tudo funcionando antes mesmo de o projeto sequer ter sido posto no papel.

(…)

2) Informação arbitrária: sabemos hoje que somente um agente inteligente teria a capacidade de estabelecer o teor inacreditavelmente absurdo, quase imensurável, de informação codificada, criptografada, zipada e aperiódica, não repetitiva e não regida por leis ou padrões, totalmente arbitrária, e da mais alta qualidade, que rege a vida através dos genomas registrados em nossos DNAs. Sabemos também que essa informação toda é essencial e imensa, tanto no micróbio quanto na microbiologista. As células não são simples sacolas de moléculas, nem meras “cápsulas de gelatina”, como revelavam os “microscópios de Darwin”, mas sim os maiores reservatórios de informação funcional deste Universo. Absolutamente nada chega sequer perto das células em termos de conteúdo e qualidade de informação. 

Em 2007, o homem era capaz de lidar com 295 exabytes de dados (ou 2,95 vezes 1020). Seria como se cada estrela no Universo fosse um único bit de dado, e, assim, teríamos uma galáxia de informação para cada pessoa no mundo. Essa quantidade é menos de 1% da informação armazenada na “megagaláxia” de informação codificada em todas as moléculas de DNA de um ser humano. Nossos pendrives, se lotados de programas complexos, formariam só um mero vislumbre de conteúdo e de qualidade de informação quando comparados às células. Um soprinho, ante um tornado. (…)

Informação provém de agentes inteligentes. Essa é uma lei básica da natureza, e ninguém jamais conseguiu refutá-la. Mais ainda, nossa intuição – ótimo guia – nos mostra que informação é degenerada ou reduzida com o passar do tempo, e há uma lei da informação chamada popularmente de “No free lunch” (“Não existe almoço grátis”), que diz que a informação final nunca será superior ao nível de informação inicialmente inserida. Portanto, somente agentes inteligentes podem operar sobre um sistema e aumentar seu nível de informação funcional. Somente um agente inteligente se apresenta como uma causa conhecida, necessária e suficiente da informação de altíssima qualidade da vida. A informação é, portanto, um dos mais sólidos pilares da TDI. 

3) Antevidência genial: somente agentes inteligentes conseguem antever entraves futuros, os chamados dead ends [becos sem saídas], ainda na fase inicial de seu projeto, e, por meio de ações inteligentes, projetar seu sistema para superá-los. Com essa capacidade única, agentes inteligentes conseguem então agir com genialidade, com conhecimento prévio dos objetivos finais, vencendo esses obstáculos antes mesmo de eles se manifestarem. Processos naturais acéfalos são totalmente desprovidos – por princípio e definição – de tal capacidade. No entanto, a vida e o Universo apresentam inúmeros exemplos de dead ends que foram evitados com antevidência para lá de genial. “

 

Para outros pesquisadores, o ponto principal para acreditarem em Deus e na TDI é o Ajuste Fino: “processo no qual os parâmetros de um modelo, devem ser ajustados com muita precisão, para se ajustar a certas necessidades observadas. Isso levou à descoberta de que as constantes e quantidades fundamentais, caem em uma faixa tão extraordinariamente precisa que, do contrário, a origem, a existência, a sobrevivência e/ou a evolução dos agentes conscientes no universo não seriam permitidas.” – Wikipedia

 

 

Trecho do Livro Lúcifer – Onde a Verdade é a Lei

Gênesis e evolucionismo. 

Evolução e Gênesis, ambos concordam que o homem começou como um punhado de barro. A evolução diz que se você deixar barro suficiente, por tempo suficiente, aquilo terminará se tornando um ser humano que vai construir computadores e naves espaciais. O Gênesis diz que você precisa de uma força inteligente para que isso aconteça. Ou para simplificar ainda mais: A Evolução diz que a origem do universo é matéria inerte, e que a inteligência é um acidente. O Gênesis coloca a inteligência no centro do universo, e diz que matéria inerte é uma ilusão. Tendo isso em mente, vamos falar de fatos:

 

Darwin e a teoria da evolução 

Nossas escolas insistem em ensinar o Evolucionismo como um fato indiscutível. Desde as primeiras séries de nossos estudos viemos sendo familiarizados com uma explicação – no mínimo estranha – sobre a origem da vida: a teoria da evolução de Charles Darwin, soberana nos manuais de colégio. No entanto, um grande número de escolas norte americanas está excluindo de seus currículos o ensino do darwinismo. O motivo? Um fato certamente de pouca importância – e talvez por isso nunca seja mencionado no Brasil – : a evolução das espécies jamais foi provada cientificamente. Paleontologia: faltam evidências. São extraordinárias as falhas e incongruências da teoria darwiniana. 

Há muito, ela deixou de ser unânime entre os pesquisadores, pois carece de métodos científicos e vem sendo desmentida por vários ramos da ciência. A paleontologia é atualmente o principal argumento contra tal teoria. Observando o documento fóssil, fica claro a existência de uma sucessão hierárquica das formas de vida ao longo do tempo. Quanto mais antigos os estratos fósseis, mais inferiores são as espécies da escala biológica. Esse aumento da complexidade das formas de vida no decorrer da história é bastante utilizado pelos evolucionistas como uma argumento a favor de suas hipóteses. 

Coloca-se esses animais em sequência e tem-se a impressão de que uns descendem dos outros, como se constituíssem um filão genealógico, desde as formas de vida mais simples, até as atuais.

Mas há um problema que não pode ser ignorado: se a evolução de uma ameba, ao longo da história, deu-se de modo a resultar em seres mais complexos até chegarmos à vastidão infindável de organismos que temos hoje, então seria imprescindível que tenham existido milhares de formas de transição dos seres, passando de uma espécie até se tornarem outra, sucessivamente.

No que dependesse de Darwin seria assim. Entretanto, nunca foram encontrados esses animais de transição. Os elos perdidos entre as espécies.

Essa descontinuidade no registro fóssil é tão contundente para o evolucionismo, que o próprio Darwin afirmou que “talvez fosse a objeção mais óbvia e mais séria” à sua teoria. A confirmação da hipótese evolucionista ficou condicionada ao encontro dos elos perdidos. Mas passaram-se dois séculos e ainda continuam perdidos.

Quando vemos o aparecimento de novidades evolutivas, ou seja, o aparecimento de novos grupos de plantas e animais, isso ocorre como um estrondo, abruptamente. Não há evidências de que haja ligações entre esses novos grupos e seus antecessores. 

Até porque, em alguns casos, esses animais estão separados por grandes intervalos de até mais de 100 milhões de anos. O Dr. G. Sermont, especialista em genética dos microorganismos, diretor da Escola Internacional de Genética Geral e professor da Universidade de Peruggia, e R. Fondi, professor de paleontologia da Universidade de Siena, no livro Dopo “Darwin. Critica al evoluzionismo”, afirmam nesse sentido que: “é constrangedor reconhecer que os fósseis não dão mostras de fenômeno evolutivo nenhum… Cada vez que se estuda uma categoria qualquer de organismos e se acompanha sua história paleontológica… acaba-se sempre, mais cedo ou mais tarde, por encontrar uma repentina interrupção exatamente no ponto onde, segundo a hipótese evolucionista, deveríamos ter a conexão genealógica com uma cepa progenitora mais primitiva. 

A partir do momento em que isso acontece, sempre e sistematicamente, este fato não pode ser interpretado como algo secundário, antes deve ser considerado como um fenômeno primordial da natureza.”

O exemplo mais gritante de descontinuidade no registro fóssil é o que encontramos na passagem do Pré-Cambriano (primeira era geológica), para o Cambriano. 

No primeiro encontramos uma certa variedade de microorganismos: bactérias, algas azuis etc. Já no Cambriano, repentinamente, o que surge é uma infinidade de invertebrados, muito complexos: ouriços-do-mar, crustáceos, medusas, moluscos… Esse fenômeno é tão extraordinário que ficou conhecido como “explosão cambriana”.

Ora, se a evolução fosse uma realidade, o surgimento dessa vasta gama de espécies do Cambriano deveria imprescindivelmente estar precedida de uma série de formas de transição entre os seres unicelulares do Pré-Cambriano e os invertebrados do Cambriano. 

Nunca foi encontrado nada no registro fóssil. Esse é, aliás, um ponto que nenhum evolucionista ignora.

Outro fato é que os organismos sempre permanecem os mesmos, desde quando surgem, até a sua extinção e quando muito, apresentam variações dentro da própria espécie.

Ainda mesmo que um animal apresentasse características de dois grupos diferentes, não poderia ser tratado como um elo real enquanto os demais estágios intermediários não fossem descobertos.

A riqueza das informações fósseis vem servindo contra os postulados evolucionistas.  

Várias hipóteses de sequências evolutivas foram descartadas ou modificadas, por se tratarem de alterações no registro fóssil (tal como a evolução do cavalo na América do Norte).

O próprio pai da paleontologia, o Barão de Couvier, vislumbrou, nessa sucessão hierárquica dos seres vivos, ao invés de uma evolução, uma confirmação da ideia bíblica da criação sucessiva. As grandes durações da história geológica, que à primeira vista parecem favorecer as especulações dos evolucionistas, fornecem, muito pelo contrário, objeções.

Cabe lembrar que Santo Agostinho, analisando a criação em seis dias no Gênesis, tem o cuidado de não interpretar dia como intervalo de 24 horas.

O Santo Doutor interpreta dia como sendo luz, e luz dos anjos testemunhando a criação de Deus. 

Os seis dias falam de uma ordem na criação, e não propriamente de uma medida de tempo. (Que é perspectiva.)

 

O mistério dos fósseis vivos. 

Outra objeção à filogênese (evolução genealógica) é apresentada pelos fósseis vivos. Qual a razão que levou várias espécies, gêneros e famílias a atravessarem muitos “milhões de anos” (nas contas dos evolucionistas, é claro), sem sofrer o processo evolutivo que os evolucionistas gostariam de encontrar?

O celacanto é um peixe que aparece em estratos de 300 milhões de anos atrás. Conhecem-se fósseis desse peixe até em estratos do começo da era cenozoica, isto é, até 60 milhões de anos atrás. Pensava-se que o celacanto tivesse existido durante esse intervalo de tempo de 240 milhões de anos. Acontece que de 1938 para cá, vários espécimes, vivos e saudáveis, foram pescados no Oceano Índico.

Quer dizer: esse peixe atravessou 300 milhões de anos até nossos dias, enquanto que, de acordo com os evolucionistas, ao longo dessa duração houve evoluções de peixes em anfíbios, anfíbios em répteis, e répteis em mamíferos. (Obs: para o presente estudo, utilizamos a contagem de tempo hipotética dos evolucionistas. Sem que isso signifique uma adesão a esses números que buscam justificar a evolução).

Os foraminíferos e radiolários são seres unicelulares, cujas carapaças são responsáveis por grandes espessuras nas rochas sedimentárias. 

Os foraminíferos constituem uma das ordens biológicas que aparecem no Pré-Cambriano e que existe até hoje. Vários organismos se extinguiram ao longo do tempo que vai da era paleozoica superior a nossos dias.

Também fato científico estranho à Teoria. Porque esta faz remontar a origem dos animais pluricelulares aos animais unicelulares.

Como explicar, então, que os foraminíferos e radiolários não se transformaram em animais pluricelulares, ao longo de tão dilatada história biológica? Grande mistério…

Seleção Natural: mecanismo anti-evolução Alguém poderia perguntar: e a seleção natural, ocorre?

Sim, ocorre. Mas não como Darwin a concebeu. Vejamos o famoso exemplo das mariposas da Inglaterra. Inicialmente elas tinham coloração clara. Acontece que a Revolução Industrial trouxe grande emissão de poluentes e os troncos das árvores ficaram mais escuros. Decorrido algum tempo, as mariposas teriam “evoluído”, tornando-se escuras.

Durante muito tempo, insistia-se que esse fosse um nítido caso de evolução. Mas o advento da genética mendeliana encarregou-se de negá-lo. Sabe-se hoje que, qualquer mudança nas características de uma espécie só ocorre por estar “contida” no seu material genético e a variação dar-se-á nos limites da carga genética dessa espécie, não passando disso. É o que aconteceu com as mariposas inglesas.

Elas eram claras e tornaram-se escuras porque em seu conjunto genético havia uma variação genética para a cor escura.

As mariposas continuavam e continuam sendo mariposas. Assim como continuam a nascer mariposas claras.

Não houve, portanto, evolução. Na verdade, a seleção natural ocorre para que os seres permaneçam vivos em um meio ambiente cambiante. (Equalização vibracional.)

E à medida que possibilita a predominância das características mais vantajosas ou superiores em um determinado meio, torna os indivíduos mais parecidos e não mais diferentes. Portanto, não opera, uma diversificação. Ela trabalha como uma força conservadora. Ademais, se a evolução existisse realmente, a seleção natural se encarregaria de barrar o seu processo, pois os seus mecanismos de atuação são antagônicos.  

Um ser vivo que desenvolvesse uma característica nova (patas, asas, olhos…) não se beneficiaria enquanto ela não estivesse absolutamente desenvolvida. Ao contrário, seria prejudicial. Por que a seleção natural iria favorecer um animal com um órgão em formação? Essa característica nova, além de não cumprir as funções da estrutura que a deu origem, ainda não desempenha a sua própria função porque ainda está em desenvolvimento. Assim, pela teoria da evolução houve evoluções de peixes em anfíbios, anfíbios em répteis, e répteis em mamíferos e aves. Ora, um peixe que estivesse desenvolvendo características de anfíbios, patas por exemplo, nem nadaria e nem se locomoveria com destreza porque suas nadadeiras estariam se convertendo em patas. Pois bem, a seleção natural se encarregaria de eliminá-lo, por sua debilidade.

 

Golpe derradeiro: a genética 

Quando ficou patente que a seleção natural por si só era incapaz de explicar o processo evolutivo, as mutações foram escolhidas como uma tentativa de salvar a teoria evolucionista. As mutações constituem a única hipótese potencialmente capaz de gerar uma característica nova. 

Entretanto, elas não ocorrem para adaptar o organismo ao ambiente e nem há condições de se saber o gene a sofrer mutações. É um processo absolutamente fortuito.

Erros de leitura do DNA – o que é realmente raríssimo – causam as mutações. A mutação só acontece se a alteração no DNA modificar o organismo. Em geral, esses erros não provocam nenhum resultado porque o código genético está engendrado de modo tão formidável, que torna neutras as mutações nocivas. Mas quando geram efeitos, eles são sempre negativos.

Com efeito, não há registro de mutações benéficas e a possibilidade delas existirem é tão reduzida que pode ser descartada.

Em seres humanos, existem mais de 6 mil doenças genéticas catalogadas, por exemplo, melanoma maligno, hemofilia, alzheimer, anemia falciforme. Essas doenças – e grande parte das catalogadas – foram localizadas nos genes correspondentes. Assim se todas as mutações que as causaram fossem corrigidas, teríamos uma espécie de homem perfeito. Esse é, aliás, um indício de que esse homem perfeito tenha existido, como é ensinado no Gênesis.

A genética, ao invés de corroborar a hipótese evolucionista, desacreditou-a ainda mais. Atestou a impossibilidade de que um organismo deixe de ser ele mesmo(Por si só.).

As famosas experiências do biólogo T. Morgam com a mosca da fruta (geralmente citadas em manuais escolares) elucidam muito bem essa questão: As mutações, em geral, mostram deterioração, desgaste ou desaparecimento geral de certos órgãos; nunca desenvolvem um órgão ou função nova; a maioria provoca alterações em caracteres secundários tais como cor dos olhos e pelos, sendo que, quando provocavam maiores modificações, eram sempre letais; os mutantes que se equiparam à mosca normal, no que diz respeito ao vigor, são uma minoria (artificialmente é possível vantagem) e, mutantes que tenham sofrido um desenvolvimento realmente valioso na organização normal, em ambientes normais, são desconhecidos.

 

Darwin fraudou 

E se a realidade não colabora, pior para ela, diria Darwin.

Os escândalos sobre falsificações foram uma constante na história do evolucionismo.

O próprio pai da teoria fraudou. No seu livro “As expressões das emoções no homem e nos animais” foi utilizada uma série de fotografias forjadas a fim de comprovar suas hipóteses. E ainda recentemente foi descoberto mais um embuste: o archeoraptor. 

Com uma imaginação bem apurada, muitos aclamavam esse achado como sendo a ligação entre as atuais aves e os dinossauros. Não passava de uma mistura mal-ajambrada de peças de diversos fósseis.

(sem contar que já foi provado que dinossauros coexistiram com humanos. Sabemos que é mais uma das diversas criaturas que são eliminadas em determinado tempo.)

 

O evolucionismo não é científico!

Estamos diante de um fato insólito na história da ciência. A teoria da evolução, de Darwin a nossos dias, não só não se confirmou, mas se tornou cada vez mais insustentável. Entretanto, ela continua sendo defendida e propalada como verdadeiro dogma. É uma vaca sagrada contra a qual ninguém tem o direito de discordar, apesar de seu inteiro despropósito. Porque tanta insistência? Haverá por detrás disso uma segunda intenção de seus propugnadores (ou pelo menos de uma parte deles)? Engels dá-nos uma pista numa de suas cartas a Marx: “o Darwin que estou lendo agora é magnífico. A teologia não estava destruída em algumas de suas partes, e agora isso acaba de acontecer”. Reside nisso toda a questão. Aceita-se o evolucionismo para não se aceitar a Deus. (A criação inteligente pela Inteligência. Em tradução básica temos a Geometria Sagrada e as ilusões temporais, que incluem Deuses, homens, engenharia genética e diversos tipos de relacionamentos dimensionais.) Desde a sua origem, essa teoria esteve impulsionada mais pelo desejo de prover o ateísmo de fundamento científico, do que em encontrar a origem das espécies. (Para matar a fé e aumentar o medo. Expandir a lógica capitalista cega.) Atribuir ao acaso toda a ordem perfeita e harmônica do universo é um inteiro disparate. O cientista que toma essa atitude joga para trás todos os parâmetros científicos (em nome dos quais ele mesmo fala) e se protege com argumentos filosóficos que a própria ciência já desmentiu. É impossível admitir o acaso como resposta para um fenômeno tão manifestamente racional como é o finalismo presente na organização do mundo.

Mesmo Darwin sabia o quanto eram absurdas as suas formulações, e admitiu a que fins elas serviam: “estou consciente de que me encontro num atoleiro sem a menor esperança de saída. Não posso crer que o mundo, tal como vemos, seja resultado do acaso, e, no entanto, não posso considerar cada coisa separada como desígnio divino.” Por tudo isso é que a teoria da evolução não pode reclamar para si a denominação de científica. A obstinação e a atitude de seus adeptos demonstram que o evolucionismo consiste em um movimento filosófico e religioso. É uma concepção do universo para a qual nada mais é estável, tudo está sujeito a um eterno acas0. E mais ainda, tudo quanto há na vida social, desde o direito até a religião, foi fruto da evolução, inclusive a ideia de Deus. (- Mesmo quando a inteligência absoluta se viu sempre presente. A música cósmica que conecta estrelas, planetas e átomos. As cores da Luz e a Alma. Não somos só obra do acaso, somos também seus criadores, com todo o contexto que damos para os mesmos Momentos Eternos. Dentro de nós há o mundo em que acreditamos, e quanto mais de nós entrar nele, mais Real ele será.)

Essa teoria se espalhou para todos os campos do conhecimento, sobretudo nas ciências humanas. E seus resultados foram funestos, não só para a pesquisa, mas também no campo prático, basta lembrar que ela serviu de fundamento para o comunismo totalmente materialista e insensível. O evolucionismo funciona como fundamento do materialismo contemporâneo. Fato esse, aliás, o único capaz de explicar o porquê de se defendê-lo com tanta euforia, pois, uma vez derrubado este bastião, não há nada que justifique a ideologia relativista, nem na ciência e nem no senso comum das pessoas. Enfim, encerramos mencionando a Quinta Via de Santo Tomás de Aquino, em que o Doutor Angélico lembra que a teleologia (fim inteligente) presente em todo o universo reclama a necessidade de Deus. 

“Vemos que algumas coisas, como os corpos naturais, carentes de conhecimento, operam em vista de um fim; o que se conclui de operarem sempre ou frequentemente do mesmo modo, para conseguirem o que é ótimo; donde resulta que chegam ao fim, não pelo acaso, mas pela intenção. Mas, assim como a seta é dirigida pelo arqueiro, os seres sem conhecimento não tendem ao fim sem serem dirigidos por um ente conhecedor e inteligente. Logo, há um ser inteligente, pelo qual todas a coisas naturais se ordenam ao fim, e a que chamamos Deus.” (Magnífico!)

 

Argumentando os evolucionistas:

1. Como é que a vida surgiu?

O evolucionista Paul Davies admitiu: Ninguém sabe como é que uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula. (Davies, Paul, Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003.) 

Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse: Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta. (Knoll, Andrew H., PBS Nova interview, How Did Life Begin? July 1, 2004) Por menor que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. 

Mesmo que todos os átomos do universo fizessem experiências com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do universo, nem uma única proteína funcional se formaria. Como tal, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)? 

 

2.Como é que o código genético surgiu?

Um código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras onde o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras – tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixels no monitor).

Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de design inteligente? Como é que o sistema de código do DNA surgiu sem ser obra de design inteligente?

 

3.Como é que as mutações – acidentes na cópia (“letras” do DNA trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossômica, etc) – geraram os enormes volumes de informação de DNA nos sistemas biológicos? Como é que tais erros poderiam gerar 3 bilhões de letras de informação DNA de modo a modificar um micróbio num microbiólogo? 

Há informação para construir proteínas, mas também para controlar o seu uso – tal como um livro de culinária possui os ingredientes mas também a forma como usar os ditos ingredientes.

Um sem o outro não serve para nada. As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de 1,000 doenças tais como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. (A não ser artificialmente, como já dissemos). Como é que a mistura de informação DNA existente poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou ‘nano-máquinas biológicas’?

 

4.Por que é que a seleção natural, um princípio aludido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como “evolução” como se isso explicasse a origem e diversidade da vida? Por definição, a seleção natural (SN) é um processo seletivo (escolhendo entre informação genética que já existe) e como tal, não é um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam um certo tipo de criatura a viver num ecossistema específico) mas não explica a origem desses mais aptos. A morte de formas de vida mal adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos melhor adaptados, não explica a origem das características que tornam um organismo melhor ajustado a um meio ambiente. (A inter-relação das frequências básicas sempre será captada pelos sentidos como a harmonia criativa. A tradução dessa simetria em Teatro inteligente temporal é também a ferramenta que a mantém viva, ou a ‘cria’ -Deuses.)

 

5.Como é que as novas reações bioquímicas, que envolvem múltiplos enzimas a operarem em sincronia, se originaram? Todas as reações químicas (bem como as nano-máquinas) requerem múltiplos componentes “proteína + enzima” para funcionarem. Como é que acidentes fortuitos criaram sequer uma das tais estruturas? (Quem dirá parcerias de trilhões.)

O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu: Temos que admitir que atualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular – apenas uma variedade de especulações esperançosas. (Harold, Franklin M. (Prof. Emeritus Biochemistry, Colorado State University) The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205.) Por que é que as escolas públicas – pagas por todos – escondem este tipo de declarações?

 

6.Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados; como é que os evolucionistas sabem que eles não foram? O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu: A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projetadas [criadas] com um propósito. (Dawkins, R., The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986)

Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (e co-descobridor da estrutura dupla-hélix do ADN) escreveu: Os biólogos têm que se lembrar constantemente que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu. (Crick, F., What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.)

O problema para os evolucionistas é que os seres vivos demonstram demasiado design. Quem é que levanta objecções a um arqueólogo quando ele declara que um certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente? No entanto, numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente. 

Por que é que as origens da biosfera se devem restringir apenas e só a causas que estejam de acordo com a versão atual do Naturalismo materialista?

 

7.Como a vida multi-celular surgiu? Como é que as ‘infinitas’ células adaptadas para a sobrevivência individual “aprenderam” a cooperar para formar plantas e animais complexos?

 

8.Como é que o sexo surgiu? A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexual. Dada esta situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser selecionada? Como é que as forças da Física e da Química conseguiram, simultaneamente e na mesma área geográfica(e corporal), inventar o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não-inteligentes não conseguem planear coordenação entre macho e fêmea.

 

9.Por que é que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta? Darwin ressalvou o problema mas o mesmo ainda se mantém. As árvores evolutivas presentes nos livros escolares baseiam-se na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu:  

A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia. (Gould, Stephen Jay, Evolution’s erratic pace, Natural History 86(5):14, May 1977.)

Outros evolucionistas afirmam essencialmente o mesmo. 

 

10.Como é que os “fósseis vivos” permanecem essencialmente na mesma durante os supostos “milhões de anos”, se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período? O evolucionista Gould escreveu: A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo. (Gould, S.J. and Eldredge, N., Punctuated equilibrium comes of age. Nature 366:223–224, 1993.) Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?

 

11.Como é que a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade? Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida – se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?

 

12.Por que é que os evolucionistas toleram histórias da carochinha?

Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de “explicar” uma observação que contradiga a teoria da evolução.

O falecido professor de Química Dr Philip Skell escreveu:

As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a seleção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos — exceto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou, a seleção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar a sua semente — exceto quando a seleção prefere homens que são protetores fiéis. 

Quando uma explicação é assim tão flexível de modo a que possa explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-la empiricamente – muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas. (Skell, P.S., Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary the experimental biology, The Scientist 19(16):10, 2005.)

Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerar a mesma uma teoria “científica”? 

 

13.Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução? Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz De fato, durante os últimos 100 anos, praticamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, exceto a própria biologia evolucionária. 

A Biologia Molecular, Bioquímica e Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução. (citado no “Boston Globe” 23-10- 05) O Dr Skell escreveu: É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida – e não especulações sobre a forma como eles surgiram há milhões de anos atrás – que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores. (Skell, P.S., The Dangers Of Overselling Evolution; Forbes, 23-2-09)  

Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Por que as escolas e as universidades ensinam o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo da biologia experimental que tanto tem beneficiado a Humanidade? 

 

14.A ciência envolve a experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Por que é que a evolução, uma “teoria” sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que a ciência operacional? Nós não podemos experimentar — ou observar — o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Clinton Dawkins disse: A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava a ocorrer. Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que a sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que alegadamente ocorreu no passado?

 

15.Por que é que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças que falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência? Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse: O darwinismo não é ciência testável mas sim um programa metafísico [religioso] de pesquisa. (Popper, K., Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976) Michael Ruse, um fervoroso evolucionista, declara: A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência. A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade. Eu sou um ardente evolucionista e um ex-Cristão, mas tenho que admitir que esta queixa – e o sr [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão corretos. A evolução é uma religião. Isto foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje. (Michael Ruse, “Saving Darwinism from the Darwinians,” National Post (May 13, 2000) Se “não se pode ensinar religião nas aulas de ciência”, por que é que se ensina a “teoria” da evolução?

 

Estamos agora entrando novamente no reino Luciferiano. O Conhecimento e a liberdade fora da tirania judaica nos permitirá expandir a criação como já nem julgam mais ser possível. A engenharia genética trará Dragões de volta à vida. Seu fogo não é mito, mas reação química. Sua existência foi e será real. Macacos entrarão em nossa sociedade, terão seu DNA alterado acelerando seu desenvolvimento já existente, mas oculto. Compreendem muito mais do que pensamos. Muito eles mesmos escondem da ciência, e muito a ciência esconde de nós. Uma nova pesquisa mostra que gorilas e humanos são mais próximos geneticamente do que antes se reconhecia, com genomas divergindo por apenas 1,6%.

Raças de animais serão fundidas novamente, outras belas criações aparecerão. Este é o reinado dos Deuses, os engenheiros cósmicos quando a natureza se personifica. O reino feminino que cria a partir do abstrato, para um dia a lógica pai educar e direcionar. Algumas criaturas avançarão e serão chamadas por teorias loucas de “acaso”, ou “seleção natural”, que de certa forma, não deixa de ser verdade, pois os Deuses são de fato a natureza encarnada criando e selecionando. Outras criaturas perecerão, sendo novamente, chamadas de míticas. Eis o giro eterno da vida. Um quadro branco numa parede negra, ou um quadro negro com uma pintura branca. De qualquer forma, somos nós quem pintamos, pois até o fato e o “acaso”, somos nós que definimos.

Fonte: Livro Lucifer – Onde a Verdade é a Lei – Bob Navarro.

 

Evolução e o Modelo

A Evolução pressupõe um modelo totalmente materialista da realidade, ao mesmo tempo que é o principal pilar do materialismo contemporâneo (materialismo = engrandecimento da matéria sobre o espírito). Vou explicar melhor: apesar de ser o ‘ponta pé’ para o materialismo contemporâneo (o Mestre Bob deixa isso claro no Livro Lúcifer), a Evolução pressupõe eventos que tentam excluir Deus da realidade, como por exemplo o Big Bang. [OBS: existem outros modelos mais modernos, pois o Big Bang foi refutado, mas com a ajuda de uma ‘salada ideológica’ (matéria escura, energia escura e antimatéria – nunca constatadas em nenhum nível), ele ainda é a visão majoritária do establishment.] Sendo assim, ela pressupõe o materialismo, mesmo sendo o centro dele. É uma visão onde o acaso é a única coisa garantida. A aleatoriedade criou todas as coisas como elas são, desde o mínimo, como forças, átomos e energia, ao máximo, como as galáxias, a natureza, as simbioses e acima de tudo o ser humano, sendo este, a maior complexidade de todas. 

O foco aqui não é ficar falando do modelo materialista, financiado pelo sistema, e suas implicações, mas para entender a Verdade é necessário deixar de acreditar nele! Este vídeo + a leitura completa do Livro Lúcifer são um bom começo (também o material complementar no final); eles respondem as questões sobre o modelo astrofísico no qual estamos inseridos e sua relação com nossa interpretação interna – Tórus:

 

 

Hoje já sabemos que tudo é Luz/vibração em movimento – átomo, informação. Não há matéria de fato, e sim a ilusão dela, que é gerada pela interpretação de diferentes velocidades dessa mesma Luz. É graças às velocidades relativas da Luz que podemos discernir e constatar a realidade (afinal, somos formados dela) e interpretá-la como matéria. Na Conscienciologia entendemos todo o processo da Luz, cognição e interpretação de dentro pra fora. Não nos limitamos em Terra globo, Terra plana, Terra jovem, (bi)milhões de anos e esses debates superficiais.

É intrigante ver vários cristãos – maioria acadêmicos – tão empenhados em defender o materialismo. Alguns quase que se matam quando veem que os argumentos contrários são muito mais coerentes. Atualmente, os que não defendem a Evolução, defendem os outros pilares do sistema como Big Bang, Terra globo, os bilhões de anos, etc. Só lembram de Deus e do metafísico quando pisam na igreja, e quando saem é como se a matéria voltasse a reinar.

 

Carl Sagan: “O mundo material é tudo o que é, ou que sempre foi, ou que sempre será”.

 

 

Design Inteligente x Evolução

Vou começar esse tópico com um argumento simples -> a sequência lógica de premissas e conclusões do modelo Evolucionista são um absurdo por si só: o Nada, do nada e por nada, originou o Tudo inorgânico (estático, inerte), e deste Tudo inorgânico originou o Tudo orgânico (vida). Tudo isso sem interferência externa! Essa derivação é impossível por definição. Se acrescentarmos que o Tudo inorgânico e o Tudo orgânico são altamente complexos, essa derivação fica mais absurda ainda. Então acreditar em um fator externo é pura lógica!

A TDI é uma visão com uma boa intenção por trás (defender Deus). De vez em quando, alguns de seus adeptos pecam ao procurar explicar Deus e o Gênesis a partir de algumas das premissas que o sistema impôs, muitas vezes passando a impressão que Deus precisa de argumentos materiais e binários para ser provado (OBS: ao tentar casar/entender Deus e materialismo, ou limitar Deus no tempo, surgem perguntas como “Quem criou Deus?” – simplesmente um absurdo sem sentido, mas frequentemente usada em discussões). Claro que quanto mais argumentos e provas, melhor. De qualquer forma, ela faz um trabalho incrível contra-argumentando a Evolução. Apresentarei –  os detalhes e provas estão em centenas de estudos acadêmicos, além de muitos outros exemplos e argumentos – a seguir alguns dos principais argumentos e refutações, para somar com os argumentos que o Bob escreveu no Livro Lúcifer:

Argumentos fisico-químicos

Alguns dos principais ajustes finos do universo transcendentais para a vida (“Não há coincidência onde tudo coincide” – Bob Navarro):

– Atualmente é estimado que tenham 26 constantes universais, isto é, um fenômeno intrínseco à realidade independente do sistema de unidades (certamente há muito mais constantes não constatadas ainda). São totalmente precisas para o funcionamento universal, e qualquer desvio de uma delas, tudo se colapsaria. Exemplos: constante de acoplamento forte, constante cosmológica, constante de estrutura fina;

– Tamanho e gravidade da Terra mantém a estrutura elementar,  atmosfera e composição celular dos seres;

– Distância, composição, órbitas e tamanho do Sol e Lua mantém o campo eletromagnético, gravidade, climas, estações, ciclos terrestres, temperaturas, ciclos dos elementos, calendários, marés, correntes marítimas, atmosfera, inclinação e rotações da Terra;

– A composição atômica e elementar da Terra, principalmente em relação à água e os gases, são intrínsecos à vida e totalmente precisos e específicos;

– A posição da Terra na Via Láctea e o tipo de galáxia faz com que estejamos protegidos da radiação cósmica e outros fenômenos cósmicos;

– O campo magnético terrestre nos protege de raios cósmicos, ventos solares e outros fenômenos que poderiam aniquilar a vida;

– Estrutura precisa dos oceanos, da crosta, dos mantos e do núcleo terrestre permitem a existência e estabilidade da atmosfera e campo magnético.

 

Equilíbrio perfeito em nível atômico:

– Forças nucleares: são forças misteriosas que agem no nível atômico. A força forte mantém o prótons e nêutrons juntos no núcleo atômico através dos glúons e a força fraca faz com que os nêutrons possuam estabilidade constante;

– A massa dos quarks (que formam prótons e nêutrons) é exata para a formação de carbono e oxigênio, de tal forma que uma mínima variação impediria a formação dos 2 principais átomos da vida (seguidos de N, H e P);

– A dualidade onda-partícula impede com que os elétrons avancem em direção ao núcleo, e consequentemente mantém  toda a diversidade de átomos do universo;

– O mecanismo de comportamento atômico (ligações, órbitas, polaridades), tanto individual quanto coletivamente, é simetricamente perfeito e qualquer desvio tudo se colapsaria;

– A água: foram constatadas, até agora, 74 propriedades físico-químicas exclusivas do líquido mais importante de todos. Ela só possui seu comportamento e suas propriedades fundamentais graças à precisão de sua angulação molecular (104,5 graus), ao tipo de ligação entre os átomos de H e O, às forças de atração entre suas moléculas e sua densidade.

 

Equilibrando perfeitamente o balanço gravitacional:

– Posição, tamanho e composição dos planetas;

– A rotação dos planetas em torno do Sol;

– A rotação dos planetas em torno de seu próprio eixo, com sentidos diferentes (seis giram no sentido anti-horário, enquanto os outros três, no sentido horário) e variadas angulações;

– Satélites naturais do sistema solar: temos dois terços orbitando em um sentido, e um terço em outro;

– Marte e Júpiter funcionam como escudos ou desviadores de asteroides da Terra.

 

Argumentos bioquímicos

Algumas das principais complexidades irredutíveis, antevidências, dilemas ovo-galinha e paradoxos:

Oxigênio e água: sem uma devida estrutura prévia (membranas) o oxigênio aniquilaria a vida através da oxidação. Sabendo disso, é proposto que a vida evolutiva teria surgido na água. Esta por sua vez, destruiria as primeiras moléculas simples através da hidrólise (quebra das cadeias proteicas de volta em aminoácidos), impossibilitando a formação de proteínas;

O caso da transição da vida aquática para vida terrestre: é necessário a mudanças, grandes adaptações e criação de órgãos nas estruturas de sustentação, locomoção, na derme, no sistema respiratório, renal, digestivo, termorregulador, cardiovascular e nervoso. Caso tudo não estivesse precisamente alinhado ao mesmo tempo, o ser morreria;

Transição do ser terrestre para voador: é necessário a reinvenção da estrutura óssea, muscular e respiratória. Também é necessário a criação de um sistema de lubrificação, pescoço giratório, penas e asas. Tudo precisamente alinhado ao mesmo tempo, de tal forma que a Evolução não faz ideia de como fazer uma justificativa coerente;

O flagelo bacteriano: motor rotativo micromolecular, funcionando como um motor de popa na bactéria para impulsioná-la pelo meio líquido para encontrar comida. Ele é uma nanomáquina cujo motor gira até 100 mil rpm, e mesmo assim ela se autoconstrói e autoconserta. Tendo rotor, estator, junta universal, hélice, freio e embreagem, incluindo ponto morto. Seus sistemas se sustentam mutuamente e experimentos genéticos mostraram que ele não consegue se formar ou funcionar corretamente se qualquer um dos seus 35 genes ou 48 complexos proteicos estiverem faltando. Todas suas partes corporais e genes do flagelo foram posicionados de forma precisa e instantânea;

RNA e DNA; proteínas e enzimas: os primeiros coordenam através da informação e código genético a formação de proteínas e enzimas. Já os segundos, são responsáveis pelos processos e reações bioquímicas que formam os RNAs e DNAs (paradoxo);

Ribossomos: para ter um ribossomo é necessário ter proteínas e r-RNAs, porém ele que é o responsável pela fabricação dos mesmos (paradoxo);

Chaperonas: para algumas proteínas terem forma funcional, elas precisam ser moldadas e remoldadas pelas chaperonas, que sabem exatamente a forma que elas precisam assumir. Dessa forma, elas teriam que estar presente em todo o processo da vida. São essas mesmas proteínas que compõem a própria chaperona (paradoxo). Isso somado ao fato de serem irredutivelmente complexas, inviabilizam qualquer tipo de evolução gradual;

 

 

Mitocôndrias: são organelas citoplasmáticas com DNA próprio. São autopropagantes, semiautônomas, e fornecem energia para a célula através da produção do trifosfato de adenosina – ATP. São organismos irredutivelmente complexos e estão presentes em quase todas as células eucarióticas, principalmente em espermatozoides e neurônios, sendo assim, são essenciais à vida;

 

 

 

ATP sintase: é a estrutura enzimática presente na mitocôndria que sintetiza a molécula de ATP a partir de ADP (adenosina bifosfato) e de um ânion fosfato inorgânico. A ATP sintase possui o menor e mais eficiente motor no universo. Altere qualquer coisa, seja sua forma, proteínas, componentes, e o sistema perde a função, por completo, e entra em um colapso mortal para a vida. Além disso, ela precisa de ATP para funcionar e ser formada (paradoxo);

Aquaporinas: também chamadas de “canais de água”, pertencem a uma classe de proteínas integrais que formam poros na membrana das células biológicas. Esses poros são cruciais para a vida, pois têm a função nobre de conduzir, seletiva e freneticamente, as moléculas de água para o interior da célula e ao mesmo tempo prevenir a passagem de impurezas, íons ou outros solutos. Esse complexo proteico bombeia água cristalinamente pura por nossas membranas celulares a uma taxa frenética de cerca de um bilhão de moléculas por canal e por segundo. O que torna as aquaporinas ainda mais incríveis é o fato que ela solucionou um problema quimicamente impossível: barrar e separar os prótons H+ da água através de um mecanismo genial (uma espécie de alicate molecular). Tudo indica que as aquaporinas precisariam ser perfeitas dessa forma no início da vida, impossibilitando um evolucionismo gradual;

 

Uracila e timina (bases nitrogenadas): assume-se que a vida se iniciou por um ‘RNA primordial’, que em um determinado momento teria dado origem ao ‘DNA primordial’. Entretanto, um ‘DNA primordial’ que usasse as mesmas bases do ‘RNA primordial’, uracila e citosina juntas, seria mortal à vida, devido a um processo de degradação da citosina em uracila. Essa transformação de RNA em DNA só seria viável caso algo (designer), previamente, promovesse a metilação de uracila em timina;

Bactéria anammox: realiza uma reação química que converte amônia e nitrito em nitrogênio puro, em condições anaeróbicas (sem O2). Antes da anammox, acreditava-se que essa reação só ocorreria na presença de oxigênio. Para fazer essa proeza, ela conta com organela interna revestida por uma membrana de dupla camada que contém hidrazina (um líquido altamente tóxico, corrosivo e explosivo). Seu mecanismo interno é altamente inteligente e específico, de tal forma que a Evolução não consegue explicar seu processo evolutivo em nenhum nível. Essa bactéria está presente em todo o mundo e é diretamente responsável pela regulação do ciclo de nitrogênio e o balanço e a proporção O2 /N2 (3 pra 1 – um ajuste fino) da atmosfera da Terra, sendo totalmente essencial para a vida;

Pavão: esse é o animal que possui a maior beleza na natureza. Enquanto para os criacionistas o pavão é uma exibição do designer, a Evolução nunca soube explicar a origem da simétrica arte nas penas através da seleção natural e mutações. Mesmo assim, propuseram que o motivo fosse a atração das fêmeas, porém estudos comprovaram que elas se atraem pelo canto dos machos, não se importando com a plumagem. Foi descoberto também que graças a um efeito óptico único, só o observador (lê-se, humanos) consegue sintetizar as cores e apreciar tal beleza.

 

Contra argumentando a Evolução

1) Transições e elos perdidos – Darwin escreveu no A Origem das Espécies: “A quantidade de espécies intermediárias deveria ser enorme, e o registro fóssil deveria estar repleto delas, e essa talvez seja a objeção mais grave e mais óbvia de minha teoria”. O que ocorre no registro fóssil, é que as espécies sempre aparecem prontas, independente do período histórico e camada do registro fóssil (principalmente, explosão cambriana – já explicitada). Quando algumas delas desaparecem, é praticamente do mesmo jeito que surgiram; lembrando que pequenas variações estão previstas no código genético. Exemplos: libélulas, tartarugas, morcegos e dinossauros. Sendo que, esses dois últimos, não possuem seus devidos precursores, havendo assim, uma lacuna gigante no registro fóssil.

São milhares de elos perdidos, o elo entre chimpanzé e humano é só mais um deles. Algumas transições são um verdadeiro mistério para os evolucionistas, envolvendo o reino animal e vegetal, vida marinha para vida terrestre, vida terrestre para seres voadores, por exemplo. 

2) Abiogênese e a sopa primordial –  a origem espontânea da vida pela matéria inerte. Os materialistas não tem boas explicações para estas primeiras etapas simples que são necessárias para a origem da vida, tendo bastante divergência acadêmica. Antes de tudo, é necessário deixar claro uma das maiores leis da vida: “sem vida não há proteínas e sem proteínas não há vida”. Já foi comprovado que o mínimo para que um organismo vivo, exerça suas funções de um organismo vivo, são 300 proteínas funcionais. Isso, por si só, derruba a abiogênese. 

As hipóteses de primeiras moléculas formadas, que originaram as outras, são baseadas ou em proteínas ou RNAs ou ribossomos. Para ter proteínas e RNAs, é necessário um ciclo que já estivesse funcionando previamente com proteínas e RNAs (argumento bioquímico já citado). No caso do ribossomos, é pior, pois ele é formado pelos dois anteriores. A abiogênese é completamente impossível em vários aspectos paralelos (físicos, químicos, biológicos, estatísticos, lógicos, históricos, etc), e refuta a Evolução pela raiz. Muitos estudos e livros da TDI cuidam especificamente desse tema.

Stanley Miller fez um experimento para ver se era possível comprovar a tese de origem da vida na sopa primordial. Em 1952, ele criou um dispositivo no qual compostos eram aquecidos e resfriados, além de submetidos a descargas elétricas, na tentativa de recriar o ambiente primitivo da Terra. Ele só refutou o que queria provar, mas o contrário que é divulgado. Houve a formação de alguns aminoácidos no experimento, mas nada relevante para formação de vida. Já a princípio, ele errou a atmosfera não colocando oxigênio que oxidaria os aminoácidos formados e malandramente colocou uma saída pras moléculas formadas, já que se permanecessem no sistema, seriam destruídas. Já dentro do experimento, há outras dezenas de problemas e implicações que refutam essa tese da abiogênese. Não cabe aqui discorrer nesses pontos e argumentos – centenas de estudos são focados nisso – mas alguns exemplos são: 1 – as reações que deveriam ocorrer para os aminoácidos virarem proteínas não podem ocorrer, tem G positivo (energia livre de Gibbs); 2 – as reações com as cadeias laterais, que não poderiam ocorrer para ter a vida, são favorecidas (G negativo); 3 – há a formação de aminas e ácidos livres, que interrompem o crescimento de aminoácidos; 4 – os aminoácidos formados são uma mistura racêmica, incompatível com a vida; 5 – problema da oxidação e hidrólise citado nos argumentos bioquímicos; etc.

3) Os bad designs – os evolucionistas alegam que a evolução não guiada tem a mesma chance de criar sistemas falhos e sistemas funcionais, já que tudo é ao acaso. Alguns exemplos dos sistemas falhos são: redundância genética (1), DNA-lixo (2), pseudogenes (3) e órgãos vestigiais (cóccix, apêndice, faringe humana e amígdalas) (4). Antigamente essa lista tinha mais de 200 bad designs. Conforme a ignorância biológica foi diminuindo, foram encontrando a função, antes desconhecida, de cada sistema. Estes passaram de falhos para perfeitos. Vamos aos exemplos: (1) a redundância serve para contornar possíveis erros de leitura do código genético na terceira posição dos códons, além de controlar a velocidade de síntese de ligações peptídicas em função das características de cada proteína, para lhes dar o tempo certo para se moldarem na forma 3D correta; (2) antes achavam que 97% de nosso DNA era ‘acúmulo de lixo evolutivo’. Hoje sabemos que esse DNA-lixo é na verdade a informação de como usar e manusear – metainformação – os genes do DNA, sendo muito mais ativo que o DNA funcional; (3) o que antes achavam que era ‘lixo genético’, hoje sabemos que os pseudogenes codificam RNAs que permitem o funcionamento de genes funcionais, além de outras funções; (4) o cóccix que julgavam ser o vestígio de um rabo, na verdade é um ponto de fixação de vários músculos, sendo essencial para o corpo; o apêndice é a fábrica e reservatório de microrganismos que reiniciam o funcionamento do intestino após uma desinteria; as amígdalas servem ao sistema linfático, ajudando a combater ameaças e infecções; a faringe é um sistema otimizado que conecta o nariz e a boca à laringe e ao esôfago, não tendo nada de falho nela. 

4) Genética em geral – somos entre 1% e 7% divergentes de chimpanzés, dependendo de como se conta e se compara (alguns cálculos podem apontar para 1/3 de diferença). Águas-vivas, melancias e nuvens são constituídas de 97% de água, e ninguém fala por aí que são 97% semelhantes. Mesmo com as menores estimativas, 100 milhões de bases nitrogenadas – e material genético em geral – são diferentes. Homens e chimpanzés são 80% diferentes em proteínas.

O cientista Haldane calculou que seriam necessárias 300 mil gerações para uma mutação favorável se fixar em uma população e cerca de somente duas mil dessas mutações poderiam ter se fixado em um período de 6 milhões de anos (transição chimpanzé para humano na Evolução). Por mais polêmicos que sejam os cálculos, a tese permanece.

Além de tudo, as mutações são sempre deletérias, com vários estudos comprovando. Dentre eles, um estudo feito com 60 mil gerações de bactérias constatou, que de todas as mutações ocorridas, 99% eram deletérias e 1% também eram deletérias, porém com um aparente benefício de curto prazo.

5) Deus criou o vírus? – ateus costumam levantar essa questão em debates, associando o vírus a um mal patogênico. Da mesma forma que as bactérias, os vírus têm um papel essencial na ecologia (principalmente, na cadeia alimentar marinha) e em relações simbióticas de todo tipo. Além disso, a grande maioria dos vírus são inofensivos, e evidências apontam que os que apresentam perigo, é porque, ou o vírus está fora de seu nicho ecológico, ou houve um colapso na relação vírus-hospedeiro, seja por variação genética (de algum dos dois) ou colapso geral de saúde do hospedeiro. Não há evidência de um sistema deliberadamente projetado para causar doenças e sofrimento humano.

6) A história geral – os métodos de datação científica não são suficientemente confiáveis. Dependendo dos métodos, materiais, meios e premissas, a datação pode variar de 5 mil a 10 bilhões de anos, tendo muitas dezenas de argumentos para cada. Somente quando os números são favoráveis à evolução, o estudo é publicado. Há fenômenos que alteram e contaminam os materiais, como o fogo e carbono-14. Sem contar fenômenos como Dilúvio, tipos de radiação e outros desconhecidos. Os métodos mais confiáveis, como do Urânio, exigem uma suposição sobre a constância do comportamento do material no passado, já que só temos pouco mais de 100 anos de teste, além de outros problemas já constatados e explicitados em estudos.

Hoje temos provas irrefutáveis de que dinossauros (teoricamente extintos há 65 milhões de anos) coexistiram com humanos. Só isso já derruba a narrativa evolucionista. Além disso, a Evolução tem  dificuldade de encaixar em uma narrativa coerente (ou seja, não consegue) o desaparecimento dos dinossauros e sua relação com as camadas do registro fóssil, a evolução dos remanescentes e a relação com os humanos.

 

 

Conclusão: a VERDADE é Atemporal – Conscienciologia

Se você é novo por aqui, talvez não consiga compreender todas as informações logo de início! Mas garanto que com paciência e humildade tudo fará sentido após entender a Conscienciologia (Livro Lúcifer tem a explicação da Geometria Sagrada). Na verdade, esse Conhecimento é simples e puro, nosso ego que nos impede de entender mais facilmente.

Então vamos lá!

 

 

 

Neste vídeo acima, o Bob sintetizou o que importa: sempre que você analisa as partes, você já está supondo que é o todo; para analisar as partes você já vem de um todo; se você pode constatar algo, esse algo cabe em você. 

Conforme a Luz se movimenta, fugindo da Morte-Nada, ela se orbita e forma o átomo. Essa Luz na forma atômica, continua se orbitando e interagindo com ela mesma, formando moléculas que viram o Reino Mineral, Vegetal, Animal e Humano, respectivamente (esse é um processo fora do tempo, não linear, e que explica a realidade). Note que conforme essa auto-interação se aprofunda, os Reinos ficam mais complexos e densos, sendo assim estão mais longe da Morte (isso é o básico da Conscienciologia – Geometria Sagrada). Para estar no presente é necessário manter seu passado vivo/existindo, por definição. Toda a estrutura do Reino Humano está esculpida e gravada nos Reinos anteriores (Mineral, Vegetal, Animal), ou seja, eles são o nosso passado. Somos mantidos por eles e por isso devemos mantê-los – nossa anatomia é formada deles e para mantê-la precisamos ingeri-los (a comunhão entre os Reinos acontece em todos os níveis de interação). 

Sendo bem direto: o que ocorre é a sobreposição de Reinos. As características de Reinos anteriores são intrínsecas aos Reinos posteriores, pois são a base. É isso que é observável na natureza. Por isso muitos argumentos a favor da Evolução fazem sentido. Os pesquisadores observam o fato (as características de algum ser se sobrepõe a outro), inserem esse fato no materialismo contemporâneo, e assim concluem que houve uma progressão biológica gradual nos seres a partir de um ancestral comum – Evolução. Na perspectiva do modelo materialista, a Evolução não parece um absurdo; apesar que a TDI os refuta no próprio modelo.

“Reino sobre reino, desenho sobre desenho. Embora subamos nos degraus da consciência, jamais nos desconectamos dos tecidos, minerais, vegetais e tudo o que compõem nosso organismo, cada degrau anterior é mantido diariamente por nós, deve ser ingerido, inalado, relembrado. Até os elementos devem manter-se sendo absorvidos, incluindo o fogo que nos aquece. Tudo o que encontramos ao redor está em nós, e tudo o que está em nós, encontramos ao redor. Seja olhando na perspectiva de átomos, células, moléculas, minerais, ferro, carbono e etc, ou mesmo nos hábitos e momentos da vida, como manter-se entre luz e escuridão, acordar e dormir, sofrer e ser feliz. Em cada singularidade que olharmos, veremos um reflexo do mesmo desenho plural, do mesmo processo, com as mesmas sensações e consequências. A vida em si, é esse processo, esse padrão, que por ser fixo e auto-sustentável, torna-se o “todo” diante do “nada” que é sua ausência. O que vivemos, é sua interpretação particular a cada reino. As bases de nossos corpos aprenderam tudo o que sabem somando e filtrando padrão sobre padrão e chegaram até o que são, sendo agora, a perspectiva capaz de se auto-compreender. Iniciando-se das perspectivas de luz e escuridão, giro e posição que vemos nos reinos iniciais “espaço, átomos e etc.” ” – Bob Navarro, Livro Lucifer.

Entendendo a sobreposição de Reinos, os fenômenos biológicos ganham um sentido de fato. Os defensores da TDI costumam dizer que Deus utilizou a mesma base de programação para construir a realidade, por isso a aparente progressão biológica gradual. Como eu e Bob já deixamos claro anteriormente, essa visão é limitada. Não há o ‘criar’ em si. O ‘criar’ pressupõe o tempo e a estrutura da Luz está fora dele – atemporal – por isso a TDI é binária e incompleta. 

Toda essa explicação se aplica aos ‘órgãos homólogos’, ‘evolução convergente’ e outros argumentos evolucionistas. Se aplica também à ‘psicologia evolutiva’ – que virou premissa em qualquer discussão – que é pautada no (neo)darwinismo, e principalmente, à questão ‘chimpanzé e humano’ e sua relação.

Importante entender também que em nível atômico não há Evolução, só algumas mudanças de posicionamento de alguns átomos. Para o átomo ele sempre foi ele e talvez seu vizinho tenha se mudado. Quem tem a capacidade de nomear algo de ‘Evolução’ é o humano, que interpreta esses átomos, pois é a completude procurando suas partes.

Para enxergar Deus, melhor que alguns argumentos binários, como da TDI, é compreender a inteligência que rege Tudo, a Simetria Atemporal (7/12, Tórus, proporção áurea, PI, etc), que o Mestre Bob e a Conscienciologia Cristã explicam.

Sobre o neodarwinismo citado na introdução: os pensadores dessa visão foram reduzindo os propósitos da Evolução até achar a essência última. De acordo com os mesmos, essa essência é o gene/DNA. Ele é o fim último, o centro de todo o processo, o único agente importante no final das contas. 

Interessante ver pesquisadores e estudiosos buscando o que de mais essencial tem na realidade: a Luz e sua estrutura; o princípio e o fim de tudo. Mas na visão ateísta e materialista deles é o código genético. 

No final das contas, nós buscamos a nós mesmos, a nossa essência, o alívio, Deus, sempre fugindo da dor e agonia. O Movimento é o Eterno.

Luz p’rá nós!

 

Fontes para TDI: creation.com, evolutionnews.org, tdibrasil.com e livros do Marcos Eberlin

Material para entender melhor:

https://escoladelucifer.com.br/quero-entender/

https://escoladelucifer.com.br/bob-navarro-e-a-conscienciologia-crista/

https://escoladelucifer.com.br/o-processo-unico-da-criacao-genesis/

https://escoladelucifer.com.br/o-nada-de-fora-e-o-nada-de-dentro-torus-geometria-sagrada-alquimia/

https://escoladelucifer.com.br/como-entender-a-torus-respondebob/

https://escoladelucifer.com.br/a-terra-e-plana-a-terra-e-torus-entenda/

https://escoladelucifer.com.br/6-torus-formato-da-terra-bobnavarro/

https://escoladelucifer.com.br/02-alquimia-biblica-deus-criou-a-si-mesmo/

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dayllon13
13/10/2021 11:22 am

Luz p’ra nós 🍎

Leonardo Moreira Feitosa Rodrigues
13/10/2021 1:48 pm

Que post magnífico.
Muito bem elaborado.
Luz P’ra Nós!

Miryam Yoshiko
Admin
13/10/2021 4:22 pm

Excelente matéria irmão! Parabéns! 👏✨🍎
Luz p’ra nós! 🙏

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