sex. out 18th, 2019

Continuação: A CRIAÇÃO DO MUNDO E O DEMIURGO IALDABAOTH

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Salve galera. Comecei o assunto no youtube e continuei aqui em Podcast. É um assunto que explica muita coisa.

Quem está no nosso programa de regressão em unebrasil precisa prestar o dobro de atenção nesse áudio, pois vamos nos aprofundar no próximo exercício.

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CONTINUAÇÃO:

 

Sobre a Origem do Mundo

(Gnóstico)

A CRIAÇÃO DO MUNDO E O DEMIURGO IALDABAOTH

(Códice II, 5 e XIII, 2, Nag Hammadi)

Visto que todos — os deuses do mundo e os homens — dizem que nada existiu antes do Caos, demonstrarei que todos se enganaram, uma vez que não conhecem a estrutura do Caos e a sua origem. Aqui está a demonstração:

Se todos os homens concordam que o Caos é escuridão, então é algo que deriva de uma sombra. Ela foi chamada de escuridão.

Mas a sombra é algo que deriva de uma obra existente desde o início.

E óbvio, portanto, que a primeira obra existiu antes que o Caos tomasse forma.

Vamos agora penetrar a verdade, e também a primeira obra, donde veio o Caos; e desta maneira se fará a demonstração da verdade.

Após ter-se completado a natureza dos imortais a partir da natureza do infinito, uma imagem então chamada “Sofia” fluiu para fora de Pistis.

Ela desejou que uma obra parecida com a luz que primeiro existiu passasse a tomar forma, e o seu desejo manifestou-se imediatamente através de uma imagem celestial, de incompreensível grandeza, e que fica no meio, entre os imortais e àqueles que surgiram depois deles, como aquilo que está acima e que é um véu que separa os homens daqueles que pertencem à esfera superior.

O Éon da verdade já não tem sombra dentro de si, pois a luz imensurável está por toda parte dentro dele. A sua aparência exterior, porém, é uma sombra. Foi chamada “escuridão”. Do seu interior surgiu uma força por cima dá escuridão. E quanto à sombra, as forças que surgiram depois a chamaram de “o Caos infinito”. E dela se originaram todas às raças de deuses, uma e a outra e todo o lugar. Conseqüentemente, a sombra também é posterior à primeira obra que surgiu. O abismo deriva da Pistis acima mencionada.

A sombra então percebeu que havia alguém mais forte do que ela. Era ciumenta, e quando se tornou auto-impregnada, ela experimentou imediatamente um sentimento de inveja. Desde aquele dia, à origem da inveja apareceu em todos os éons e seus mundos. Descobriu-se, porém, que a inveja era um aborto da natureza, sem nenhum espírito dentro de si. Tornou-se igual a sombras dentro de uma vasta substância aquosa.

A ira rancorosa que surgiu então da sombra foi relegada a uma religião do Caos. Desde aquele dia apareceu uma substância aquosa, ou seja, o que estava encerrado na sombra jorrou, aparecendo no Caos. Da mesma forma que a secunda, já inútil para quem dá luz uma criancinha, cai, foi rejeitada a substância que da sombra se formara. A substância não saiu do Caos, ficou dentro do Caos, passando a existir numa parte dele.

Ora, depois de todas estas coisas terem acontecido, veio então Pistis e apareceu por cima da substância do Caos, que fora rejeitada como uma falha da natureza, já que não havia espírito nenhum contido nela. Pois tudo isso representa uma escuridão insondável e uma água de profundidade incomensurável. Pistis, ao ver o que resultou da sua deficiência, ficou perturbada. Sua perturbação manifestou-se através de um efeito terrível que se foi estabelecer no Caos. Pistis então voltou-se para este e soprou em sua face no abismo, que se encontra abaixo de todos os céus.

Quando Pistis Sofia desejou então fazer com que aquele que não tinha espírito recebesse o modelo de uma imagem e predominasse sobre a matéria e todas as suas forças, surgiu primeiro das águas um Governante de aparência igual a um leão, andrógino, imbuído de grande autoridade, mas que não sabia de onde provinha.

Quando Pistis Sofia o viu, então, movendo-se nas profundezas das águas, disse-lhe: “O jovem, passa por aqui”, o que é interpretado “Ialdabaoth”. A partir daquele dia, surgiu o primeiro princípio da palavra que se referia aos deuses, anjos e homens. E os deuses, anjos e homens constituem aquilo que tornou forma através da Palavra. Além do mais, o governante Ialdabaoth ignora o poder de Pistis. Ele não viu sua face, mas a imagem que lhe falou foi vista por ele na água. E daquela voz originou-se o seu nome “Ialdabaoth”. Mas os perfeitos o chamam de “Anel” porque sua forma era à de um leão. E depois de ele ter chegado a possuir o domínio da matéria, Pistis Sofia subiu de volta para a sua luz.

Quando o Governante viu a sua grandeza, só viu a si próprio; não viu mais ninguém com exceção da água e da escuridão. Chegou a pensar então que só ele existia. Completou-se o seu pensamento através da palavra, e         manifestou-se tal qual um espírito movendo-se para cá e para lá por cima das águas. E quando surgiu aquele espírito, o Governante separou a substância aquosa da substância árida, colocando a primeira numa região e a segunda em outra região. Com a primeira substância, ele criou uma morada para si. Chamou-a de “Céu”. Com a outra substância, o Governante criou um sucedâneo. Chamou-o de “Terra”.

 

Em seguida, o Governante ponderou sobre a sua natureza e criou um ser andrógino através da palavra. Abriu sua boca e vangloriou-se. Quando os olhos deste se abriram, ele viu seu pai e disse-lhe: “Yn”. Seu pai chamou-o “Yao”. Novamente, ele criou o segundo filho e vangloriou-se. Este abriu os olhos e disse a seu pai: “e”. Seu pai chamou-o “Eloai”. Novamente, criou o terceiro filho e vangloriou-se. Este abriu os olhos, e disse a seu pai: “as”. Seu pai chamou-o “Astaphaios”. São estes os três filhos do pai. Sete foram os seres andróginos que apareceram no Caos. Foram-lhes dados um nome masculino e um feminino. O nome feminino de Ialdabaoth é Pronoia Sambathas, isto é, a Hebdômada. Quanto a seu filho chamado “Yao”, seu nome feminino é “Autoridade”. O nome feminino de Sabaoth é “Divindade”. O nome feminino de Adonaios é “Realeza”. O nome feminino de Eliaios é “inveja”. O nome feminino de Oraios é “Riquezas”. O nome feminino de Astaphaios é “Sofia”. Estás são as sete divindades dos sete céus do Caos. Elas surgiram como seres andróginos segundo a forma imortal que existirá antes delas e de acordo com vontade de Pistis, a fim de que a imagem daquela que existirá desde o inicio pudesse reger até o fim. Encontrarão a função destes nomes e à divindade masculina em “O Lado Arcangélico de Moisés o Profeta”. Os nomes femininos, porém, estão em “O Primeiro Livro de Noraia”.

Graças ao seu grande poder, o Primeiro Pai, Ialdabaoth, criou para cada um de seus filhos, através da palavra, céus formosos que serviriam de moradas, e para cada céu, glórias extraordinárias, sete vezes mais grandiosas do que qualquer glória terrena, tronos, moradas, templos e carruagens, virgens espirituais e suas glórias, olhando além para um reino invisível, contendo cada um tudo isso em seu céu; criou também exércitos de forças divinas, nobres, angélicas e arcangélicas, miríades delas para servi-lo.

O relato preciso sobre tudo isto será encontrado em “O Primeiro Logos de Noraia”.

Estavam concluídos desta forma os céus, até o sexto, que pertencia a Sofia. Céu e terra ficaram abalados por causa do agitador que se encontrava abaixo de todos eles. E os seis céus estremeceram. Pois as divindades do Caos não sabiam quem era aquele que havia destruído o céu abaixo delas. E quando Pistis ficou a par do desprezo manifestado pelo agitador, ela emitiu seu sopro, amarrou-o e precipitou-o em Tártaros. Desde aquele dia, Céu e Terra consolidaram-se graças à Sofia de Ialdabaoth, aquele que se encontra abaixo de todos eles. Depois de terem-se retificado os céus, suas divindades e todos os do seu governo, o Primeiro Pai enalteceu-se e foi glorificado por todo o exército de anjos. Todos os deuses com seus anjos o louvaram e exaltaram. Seu coração exultou, e ele vangloriou-se continuamente, dizendo-lhes: “Não preciso de nada, sou Deus e nenhum outro existe além de mim”. Mas, ao proferir estas coisas, pecou contra todos os imortais, os que não perecem, e estes o protegeram. Além do mais, ao constatar a impiedade do Governante principal, Pistis encolerizou-se. Sem ser vista, disse ela: “Enganas-te, Samael”, isto é, “o deus cego”. “Um homem iluminado e imortal existe diante de ti. Ele aparecerá revestido de vossos corpos moldados. Ele esmagar-vos-á da mesma forma que o barro do oleiro é esmagado. E vós vos precipitareis com os que vos seguem no abismo, vossa mãe. Porque, na consumação de vossas obras, qualquer deficiência surgida com relação a verdade se irá dissolver. E se extinguirá, e será como se não tivesse sido”. Após ter dito estás coisas, Pistis revelou a limagem de sua grandeza nas águas. E assim ela se retirou, subindo até sua luz. No entanto, ao ouvir a voz de Pistis, Sabaoth, o filho de Ialdabaoth, a venerou e condenou o pai, baseado na palavra dela. Glorificou-a por ela ter-lhes contado a respeito do homem imortal e de sua luz. Pistis Sofia, com o seu dedo apontado, derramou nele uma luz gerada pela sua própria luz para a condenação de seu pai. Além do mais, ao receber a luz, Sabaoth recebeu um grande poder contra todas as forças do Caos.

Desde aquele dia, foi chamado “o senhor” das forças”. Ele odiava seu pai, a escuridão, e sua mãe, o abismo. Ele abominava sua irmã, o pensamento do Primeiro Pai, que se move em todas as direções por cima das águas.

 

 

Todas as Autoridades do Caos tiveram ciúmes dele por causa de sua luz. E, abaladas, travaram uma grande guerra nos sete céus. Pistis Sofia, ao ver a guerra deflagrada, mandou para Sabaoth sete arcanjos da sua luz. Estes o arrebataram e o levaram para cima, ao sétimo céu. Colocaram-se diante dele na qualidade de serventes. Ela enviou-lhe, além disso, três outros arcanjos, e estabeleceu seu reino acima de todos os outros para que ele pudesse reinar” sobre os doze deuses do Caos.

Sabaoth recebeu o lugar de descanso devido ao seu arrependimento; Pistis Sofia, porém, deu-lhe ainda a sua filha Zoe, dotada de um grande Poder, para que esta o informasse a respeito de tudo quanto existe no oitavo céu. E, graças à sua própria Autoridade, ele criou primeiro uma morada para si, um lugar grande e esplêndido, sete vezes mais grandioso do que todos os que existem nos sete céus.

E enfrente a sua morada, ele criou um grande trono sobre uma carruagem quadrilateral, chamada “querubim”. E o querubim apresenta oito formas em cada um dos quatro cantos formas de leão, de touro, formas humanas e de águia — perfazendo todas as formas um total de sessenta e quatro. Sete arcanjos se colocam diante dele, sendo ele o oitavo, dotado do poder. As formas todas perfazem no total setenta e duas. A partir” desta carruagem, os setenta e dois deuses recebera um plano; recebera um plano para que possam reger sobre as setenta e duas línguas das nações. E sobre este trono ele criou alguns outros anjos com forma de dragão, chamados “serafins”, que o glorificam continuamente.

Depois disso, ele criou uma igreja Angélica — muitas igrejas pertencem a ela — parecida com a igreja que se encontra no oitavo. E um recém-nascido chamado “Israel”, ou seja, “o homem que vê Deus”, e que tem outro nome também, “Jesus, o Cristo”, semelhante ao Salvador que está acima do oitavo, senta-se à sua direita num trono magnífico. A sua esquerda, porém, senta-se um trono, louvando, a virgem do espírito santo. As sete virgens se colocam diante dele, enquanto trinta outras virgens, com liras, harpas e trombetas nas mãos, o glorificam. E os exércitos todos de anjos o glorificam e o louvam. Ele, porém, senta-se num trono oculto por uma grande nuvem luminosa. E não havia ninguém com ele nessa nuvem, a não ser Sofia Pistis, que lhe ensinava a respeito de todos os que existem no oitavo para que a imagem daqueles pudesse ser criada, a fim de que o reino continuasse para ele até a consumação dos céus do Caos e de suas forças.

Pistis Sofia isolou-o então da escuridão. Convocou-o para que se colocasse à sua direita. Ela deixou, porém, o Primeiro Pai a sua esquerda. Desde aquele dia, a direita foi chamada de “justiça”, e a esquerda foi chamada de “injustiça”. Além do mais, todos eles receberam, por causa disto, uma ordem da assembléia da justiça; e a injustiça rege sobre todas as suas criações.

Quando o Primeiro Pai do Caos viu seu filho, Sabaoth, e notou que sua glória era mais resplandecente do que todas as forças do Caos, sentiu ciúmes dele. Ao ficar irado, gerou a Morte da sua própria morte, e esta se estabeleceu sobre o sexto céu. Sabaoth foi arrebatado daquele lugar. E assim se completou o número das Seis autoridades do Caos. Sendo então a Morte andrógina, ele a associou à sua própria natureza e gerou sete filhos andróginos. Eis os nomes dos machos, Ira, Pranto, Suspiro, Aflição, Lamento, Gemido Triste. E eis os nomes as fêmeas: Ira, Desgosto, Luxúria, Suspiro, Blasfêmia, Rancor, Belicosidade. Mantendo relações entre si, cada um procriou sete, de forma que perfizessem um total de quarenta e nove demônios andróginos. Encontrarão seus nomes e funções em O Livro de Salomão.

 

 

E com relação a isto, Zoe, que vive com Sabaoth, criou sete forças boas andróginas. Eis os nomes dos machos: Aquele que não é ciumento, o Abençoado, Feliz, o Leal, Aquele-que-não-é-invejoso, o Bem-amado, o Confiável. Quanto as fêmeas, eis os seus nomes: Paz, Alegria, Regozijo, Bem-aventurança, Verdade, Amor, Fé. Muitos espíritos bons e sinceros derivaram destes.

Encontrarão suas realizações e suas funções em O Esquemata do Heimarmene do Céu que está abaixo dos doze.

Quando o Primeiro Pai, porém, viu a imagem de Pistis nas águas, entristeceu-se. Especialmente quando ouviu a sua voz, que se parecia com a primeira voz que o chamou fora da água, e quando soube que fora esta que lhe dera um nome, ele gemeu e ficou envergonhado de sua transgressão. E quando soube de fato que um homem iluminado e imortal existia próximo a ele, ficou muito perturbado, pois já tinha declarado a todos os deuses e seus anjos: “Sou Deus. Nenhum outro existe além de mim”. Teve medo de que soubessem que outro existia diante dele e que o condenassem.

Como um tolo, porém, menosprezou a condenação e agiu imprudentemente, dizendo: “Se existir alguém a meu lado, que apareça para que eu possa ver a sua luz”. E, imediatamente, eis que uma luz saiu do oitavo, que está acima, e atravessou todos os céus da terra.

A medida que o brilho da luz ia aumentando, o Primeiro Pai, atônito, viu o quanto ela era formosa e ficou com muita vergonha. Com o aparecimento da luz, uma forma humana, maravilhosa, se foi revelando dentro dela; e ninguém mais a viu exceto o Primeiro Pai e Pronóia, que estava com ele. A sua luz, porém, apareceu a todas as divindades dos céus. O que causou grande transtorno entre elas.

Quando Pronóia viu o anjo, enamorou-se dele. Ele, no entanto, a abominou, pois ela se encontrava nas trevas. Pronóia sentiu também o desejo de abraçá-lo, mas não foi capaz disso. Quando se viu incapaz de deixar de amá-lo, ela derramou sua luz sobre a terra. Daquele dia em diante, esse anjo foi chamado “Adão-Luz”, que é interpretado como “O sanguinário iluminado”. E a terra estendeu-se por cima dele, Santo Adamas, que é interpretado como “a terra sagrada semelhante ao aço”. Todas as autoridades, naquela época, começaram a honrar o sangue da virgem, e a terra purificou-se graças à este sangue. Mas a água purificou-se particularmente graças a imagem de Pistis Sofia que se manifestará como o Primeiro Pai nas águas. Foi com razão, além disso, que eles disseram “através das águas”. Uma vez que a água benta confere vida a tudo, ela purifica também. Do primeiro sangue surgiu Eros, o andrógino. A sua natureza masculina é Himeros, porque é o fogo que veio da luz. A sua natureza feminina é a de uma alma sangüínea, e deriva da substância de Pronóia. Ele é de uma beleza notável, possuindo mais encanto do que todas as criaturas do Caos. Quando todos os deuses e seus anjos viram Eros, ficaram fascinados. Mas quando ele se manifestou no meio deles, queimou-os a todos. Dá mesma forma que muitas lâmpadas são acesas por uma única lâmpada e a única luz permanece sem que a potência da lâmpada fique reduzida, Eros também difundiu-se em todas as criaturas do Caos e, contudo, não ficou diminuído. Do mesmo modo que Eros surgiu do ponto central entre a luz e a escuridão, e da mesma forma que no meio dos anjos e dos homens se foi consumando a relação sexual de Eros, desse modo também brotou o primeiro prazer sensual sobre a terra.

 

O homem sucedeu à terra, A mulher sucedeu ao homem, E a reprodução sucedeu ao casamento, E a morte sucedeu à reprodução.

Depois de Eros, brotou a videira do sangue derramado sobre a terra. Aqueles, portanto, que beberem do vinho, adquirirão desejo sexual. Depois da videira, uma figueira e uma romãzeira brotaram na terra, junto com o resto das árvores, segundo à sua espécie, tendo a sua semente derivada da semente das Autoridades e de seus anjos.

Em seguida, a justiça criou o Paraíso maravilhoso. Este encontra-se fora da rota da lua e da rota do sol, na terra luxuriante que fica no leste, no meio das pedras. E o desejo se encontra no meio das árvores, pois estas são formosas e altas. E a árvore da imortalidade, como foi revelado pela vontade de Deus, está no norte do Paraíso, a fim de dar vida aos santos imortais, que surgirão dos corpos moldados da pobreza na consumação do Eon.

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Thiago Galhas
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Salve mestre. Conversei semana passada sobre esse tema com a minha companheira, sobre IALDABAOTH etc…
e hoje vc está abordando esse tema tão importante. Grato!
Luz p’ra nós!

Leandro Quantum Oliveira.
Admin

Salve mestrão.
Já deixei o like lá no canal e comentário e acompanhar agora por aqui.
Luz p’ra nós 🍎

Leandro Quantum Oliveira.
Admin

Meu apelido era “Leandro Paranoid” por causa do que eu ficava falando né, galera achava que eu era paranoico, mas era brincadeira, mas achavam sim kkk rs ( tá até em meu e-mail o paranoid ),agora, faz uns bons anos que não uso mais esse “apelido”, agora podem me chamar de Leandro Pronoia kkkk.
Quem ainda não leu/ouviu não vai entender a piada.

Diosane Fortunato
Membro
Diosane Fortunato

Agora tudo é a seu favor kkkkkk

Diosane Fortunato
Membro
Diosane Fortunato

Estavamos falando desse assunto do Demiurgo, e muitas mentes ainda se travam na ideia de um ser egoico que controla, mas elas não percebem que são elas olhando pra elas mesmas kkkkk, é lindo o que você nos ajuda a desdobrar mestre! Luz pra nós.

Leandro Quantum Oliveira.
Admin

Eu li um livro, a bastante tempo já, que se chama Pistis Sophia, ( indicação do Hélio Couto na palestra “PROSPERIDADE 2 expandindo q consciência da prosperidade”) é parecido com esse apócrifo, só que ele é bem grande, conta esses desdobramentos de Sofia e etc…

Shirley Dias de Oliveira
Membro
Shirley Dias de Oliveira

Comecei a ler esse livro mas buguei na época não tinha a mesma expansão, vou tentar ler agora de novo.

Admin bar avatar
Membro
Richard Maquiavel

Salve mestre
Luz p’ra nós!

Leandro Quantum Oliveira.
Admin

Depois de lido todo o texto, agora vou ouvir o mestre.
Luz p’ra nós 🍎

Miryam Yoshiko
Admin

Gratidão Bob pelo carinho pelo trabalho por nós 🙏💜
Logo desfrutarei do material

Freit EDL
Membro

Fico alegre de ver tantos podcast Rei.
Estou de volta ao meu estado e estou em uma rotina diferente por aqui por isso peço perdão por n estar tão ativo assim. Mais da mesma maneira poderei colaborar com doações fixas agora.
Não vejo a hora de iniciar esses estudos e os exercícios!!
Luz p’ra nós

Fábio souza
Membro
Fábio souza

Luz p´ra nós eterna gratidão!

Membro

Nao tenho palavras para agradecer tudo que o senhor faz por nos mestre!

Luz pra nos!

Membro
dayllon13

incrível mestre!!! não li este livro ainda mais vou começar a estuda lo para prosseguir nos exercícios de regressão! gratidão infinita!!! Luz p’ra Nós 🍎

Jonathan Muniz
Admin
Jonathan Muniz

Gratidão mestre Luz p’ra nós!

Kaique Aguiar
Membro
Kaique Aguiar

Incrível, trouxe do abstrato pleno essa perspectiva, Gratidão Mestre! 🙏🙏🙏🙏🙏✨💕

Elisângela Brown.
Membro
Elisângela Brown.

Gratidão Mestre!

Michelly
Admin

Gratidão Bob, Luz pra nós!