As cores da Luz nos grãos de milho

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Carl Barnes, um homem de descendência Cherokee, do estado de Oklahoma (EUA) dedicou a sua vida para chegar ao milho colorido.

Pra ele era um passatempo. Barnes nunca imaginou no que aquilo ia dar. E deu em uma variedade de milhos multicoloridos com espigas repletas de cor.

Plantando grãos mais antigos de milho, encontrou “relíquias” entre as sementes e trocando algumas sementes com vários outros agricultores do país,  aumentou ainda mais a coloração da planta.

Atravez da  hibridização de sementes coloridas com as tradicionais amarelas fez surgir novas cores e começou a juntar as sementes com a mutação natural, ano após ano. Misturando-as com outras espécies nativas de cores diferentes, obteve assim, uma única espiga com sementes de variadas cores.

 

Carl Barnes, pioneiro no cultivo do milho gema de vidro.

 

Pouco antes de morrer, o Sr. Barnes passou sua “pesquisa” e know-how para seu amigo Greg Schoen e pediu-lhe para dar continuidade a seu trabalho com o “milho gema de vidro”, que foi como ele batizou a planta.
Em 2010, o Sr. Schoen deu as sementes para Bill McDorman, proprietário de uma pequena empresa de sementes do Arizona.Essa espiga diferente foi cultivada por Greg Schoen, da Seeds Trust, uma companhia americana. Greg chamou seu experimento de Glass Gem Corn (milho gema de vidro).

Com sementes adquiridas de seu “mentor”, o Cherokee Barnes, em seus 80 anos, Greg obteve este milho colorido juntando vários grãos, cada um de uma espiga alterada geneticamente. Depois de plantar as sementes e colher vegetais, Greg postou as fotos no Facebook e elas se tornaram virais. O visual é fantástico:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Não vemos flores de cores diferentes em uma só árvore. Como Greg conseguiu milhos de cores diferentes em uma única espiga?

Cada milho é, na verdade, uma planta ou semente de planta de milho diferente, com uma mistura única de genes herdados de seus pais. É por isso que contar os núcleos de diferentes cores nas espigas roxas e amarelas mais comuns no Peru é uma maneira de ensinar como os genes de pigmentação são herdados através de genética mendeliana (conjunto de princípios relacionados à transmissão hereditária das características de um organismo – ou seja, seus genes vieram metade de sua mãe e metade seu pai).

Coloração dos grãos também tem sido utilizada para desvendar um fenômeno estranho em herança não mendeliana: transpóson, também conhecido como elementos de transposição ou genes saltadores.

Alguns tipos de milho têm núcleos manchados ou riscados com uma segunda cor, o que significa que algumas de suas células estão produzindo um pigmento especial, mas outras não.

Transpósons são sequências de DNA que “saltam” de um lugar para outro no genoma – no caso, “aterrissar” no meio de um gene de pigmento alteraria a cor dessa célula. Barbara McClintock ganhou um Prêmio Nobel por sua descoberta de transpósons.

O milho é uma boa “cobaia” para experimentos genéticos, já que sua variedade é enorme. Ele é a cultura mais amplamente cultivada nas Américas, com muita diversidade genética.

 

A genética mendeliana, herança mendeliana ou mendelismo é um conjunto de princípios relacionados à transmissão hereditária das características de um organismo a seus filhos. Forma a base principal da genética clássica. Originou-se dos trabalhos de Gregor Mendel publicados em 1865 e 1866, os quais foram considerados controversos inicialmente, e redescobertos em 1900. Somente quando incorporada à teoria do cromossomo de Thomas Hunt Morgan em 1915, a genética mendeliana se tornou a essência da genética clássica. (fonte Wikipedia)

 

 

Atualmente, McDorman é chefe do setor de Sementes/Pesquisa nativas, uma organização sem fins lucrativos que visa a preservar o patrimônio agrícola dos nativos americanos. A organização vende as sementes do milho gema de vidro através do seu site por US$ 7,95 o maço, embora a demanda por ele venha crescendo num ritmo louco graças as importações de todos os lugares do mundo.
O milho pode ser usado normalmente, mas a maioria dos clientes realmente querem usar o milho como uma decoração de jardim.

A empresa de Sementes dos índios encoraja os compradores a salvar as suas matrizes favoritas do milho e para replantar, a fim de continuar a tradição iniciada por Carl Barnes.

O milho gema de vidro NÃO É TRANSGÊNICO E NEM COLORIDO ARTIFICIALMENTE. Ele é produto de cruzamento natural de sementes, é uma operação genética natural com interferência seletiva humana.

Mr McDorman diz: “Como Carl Barnes nos ensinou, tudo o que precisamos é de pessoas que criem um mundo mais colorido, diversificado e abundante – uma semente de cada vez.”

Pode parecer realmente incrível esses milhos coloridos, algo quase mágico. Mas existem muitos outros tipos curiosos de milho. Todos foram afetados geneticamente pelo homem com plantios e seleção de sementes ao longo de décadas (alguns ao longo de séculos). Veja algumas espécies de milhos bastante peculiares:

 

Milho Branco

 

Milho Azul

 

Milho Preto

 

Milho Vermelho

 

Milho Rajado

 

Milho Prata ou Pérola

 

De onde surgiu o milho?

Milho é a variante domesticada do teosinto. As duas plantas possuem aparência diferente. O milho surge de um pedúnculo único, alto, com folhas múltiplas e teosinto produz uma curta, frondosa planta. Apesar de bem diferentes, toda a  diferença entre os dois é controlada apenas pela diferenças em apenas dois genes!

 

Aqui vemos na esquerda o Teosinto. No meio um milho híbrido e na direita, o milho simples

 

Segundo Mary Poll, em trabalho publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, os primeiros registros do cultivo do milho datam de 7.300 anos, tendo sido encontrados em pequenas ilhas próximas ao litoral do México, no Golfo do México. Vestígios arqueológicos de milho encontradas na caverna Guila Naquitz no Vale de Oaxaca datam cerca de 6.250 anos, os mais antigos restos em cavernas de Tehuacan, Puebla são de cerca de 5.450 anos.

O cultivo do milho começou por volta de 2.500 antes de Cristo.  Aí ele começou a se espalhar para fora da Mesoamérica indo para outras partes do Novo Mundo. Seu nome de origem indígena caribenha significava “sustento da vida”. O milho era o alimento básica de várias civilizações importantes ao longo dos séculos.  Os Olmecas, Maias, Astecas e Incas reverenciavam o cereal na arte e na religião.

O milho era plantado por indígenas americanos em montes, usando um sistema complexo que variava a espécie plantada de acordo com o seu uso. Esse método foi substituído por plantações de uma única espécie. Com as grandes navegações do século XVI e o início do processo de colonização da América, a cultura do milho se expandiu para outras partes do mundo. Hoje, é cultivado e consumido em todos os continentes e sua produção só perde para a do trigo e do arroz.

O plantio de milho na forma ancestral continua a ser praticado na América do Sul, nomeadamente em regiões pouco desenvolvidas, no sistema conhecido no Brasil como de “roças”.

No final da década de 1950, por causa de uma grande campanha em favor do trigo, o cereal perdeu espaço na mesa brasileira. Atualmente, embora o nível de consumo do milho no Brasil venha crescendo, ainda está longe de ser comparado a países como o México e aos da região do Caribe. Uma pena, já que ele é um alimento bastante completo e de relativamente fácil plantio. Hoje muitos de nós consumimos milho indiretamente, já que o grosso de ração animal é feito com ele.

 

fonte Hypescience, Mundo Gump, Brasil Acadêmico.

 

 

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dayllon13

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Jeferson Vinicio
27/05/2020 9:44 pm

ótima materia, luz p’ra nós!

Gustavo Borba
27/05/2020 10:15 pm

Luz p’ra nós!

Rayana
28/05/2020 9:13 am

Luz pra nós!

Shirley 666
28/05/2020 12:02 pm

Parecem joias!

Luz p´ra nós!!

Last edited 1 mês atrás by Shirley 666
Admin bar avatar
28/05/2020 12:55 pm

Luz p’ra nós!

Luiz Cláudio
28/05/2020 1:22 pm

Luz p’ra nós!

Gabriel Ferreira
28/05/2020 2:28 pm

Dahora kkkk Luz pra nós 🌄🙏

Rômulo Matheus Lins
28/05/2020 2:59 pm

Luz p’ra nos!!

MariaFe
28/05/2020 4:19 pm

Luz p’ra nós! Sementes crioulas <3

Márcio Henrique
28/05/2020 10:30 pm

E eu achando q só tinha milho amarelo… incrível!! Luz pra nós!

Tatta Amanda
28/05/2020 10:30 pm

Luz p’ra nós.

Camila Ribeiro
29/05/2020 3:57 pm

Que top!

Sumeran Aldebaran
31/05/2020 4:32 pm

Que legal hein, palmas ao Barnes. Existe milho das mais diversas cores, pena que a indústria padronizou o comércio ao milo amarelho comum.

Sumeran Aldebaran
Reply to  Sumeran Aldebaran
31/05/2020 4:32 pm

Milho amarelo* não contavam com a minha astúcia.

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