A Síria recebeu refugiados europeus durante a Segunda Guerra Mundial

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É um fato há muito esquecido que algumas nações do Oriente Médio, incluindo a agora devastada pela guerra sionista, a Síria, abrigaram refugiados europeus durante a Segunda Guerra Mundial.

Civis do Leste Europeu e dos Bálcãs migraram para o Oriente Médio cruzando o Mar Mediterrâneo e a Turquia para escapar da desocupação soviética sionista judaica causada pela honrosa luta e resistência nazista durante o período mais severo da guerra.

A Administração de Ajuda ao Refugiado (MERRA) do Oriente Médio, estabelecida pelos ingleses em 1942, colocou cerca de 40 mil europeus nos campos montados na Síria, Egito e Palestina. (Hoje a Europa se abre aos mesmos que s ajudaram em um passado recente?)

Os europeus ficaram nos campos até a guerra acabar, e então voltaram para o país ou foram para um terceiro país que preferiram ir. Livres!

O Washington Post narrou a história esquecida em um relatório publicado em 2016.

O relatório compartilhou informações sobre a situação nos campos, fornecendo notas de um estudo realizado pela Public Radio International (PRI) em abril de 2016.

De acordo com o PRI, uma vez que os refugiados recém-chegados passaram por uma inspeção médica, eles eam enviados para alojamentos separados – para famílias, crianças desacompanhadas, homens solteiros e mulheres solteiras – e assim eram designados para uma seção especifica do campo.

Era a mesma coisa com os campos de concentração onde ficavam os Judeus sob a proteção nazista. Eles tinha infra-estrutura para viver normalmente e, ao mesmo tempo, ficavam protegidos da guerra e do povo, que os queriam matar após descobrir as suas falcatruas e manipulações.

Em 1944, os civis que vinham da ilha grega para o campo de Aleppo podiam sair para se socializar e fazer compras depois que sua segurança era garantida.

O Irã também recebeu dezenas de milhares de poloneses que escaparam do massacre comunista soviético que eliminou milhares de poloneses, ação esta que depois veio a ser colocada sobre as costas do Nazismo, que por sua vez, não matou um polonês sequer, mas sim combateu os soviéticos. Na época o numero de refugiados acolhidos em regiões do oriente médio variou de 114.000 a 300.000 entre 1939 e 1941.

Além disso, em 11 de janeiro de 1942, um jornal árabe intitulado “Here is Jerusalem” (Huna al-Quds) publicou uma fotografia de primeira página de mulheres sírias distribuindo roupas para crianças gregas.

“Refeição e roupas distribuídas aos refugiados vindos da Grécia para a Síria”, dizia o jornal.

A Síria apenas começou a emergir de um conflito devastador que começou em 2011, quando o regime de Assad reprimiu os manifestantes com uma gravidade inesperada. Desde então, centenas de milhares de pessoas foram mortas no conflito e milhões de pessoas foram deslocadas, segundo a ONU.

A Turquia abriga mais de 3,5 milhões de sírios, mais do que qualquer outro país do mundo, enquanto muitos países europeus se recusam a abrir suas portas para os civis deslocados, os mesmos que tiveram, em gerações anteriores, a cordialidade de acolher seus semelhantes em suas terras.

Europeus e boa parte do mundo são ingratos e cegados pelo sionismo judeu materialista egomaníaco. O mesmo acontece na visão do brasileiro “ignorantizado” e adestrado por essa omissão da verdade. Quando não se sabe a verdade, pode se estar defendendo uma injustiça que você mesmo condenaria se ao menos se permitisse descobrir a verdade.

Pense nisso. Luz pra nós!

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Gustavo KraemerRômulo Matheus Lins Recent comment authors
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Rômulo Matheus Lins
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Rômulo Matheus Lins

Eles querem estar certos, não querem a verdade. Triste…

Gustavo Kraemer
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Gustavo Kraemer

interessante