A sequência Fibonacci

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Uma serie de números que tem uma característica especial de regressão, foi exposta no ano de 1202, no livro denominado Líber Abacci (o livro do ábaco), que nele consta também grande quantidade de assuntos relacionados com a Aritmética e Álgebra da época, postos por Leonardo de Pisa (1175 – 1250), que foi posteriormente identificado como Leonardo Fibonacci (filho de Guiliermo Bonacci) e mais recentemente identificado em suas obras apenas pela palavra Fibonacci.

Com este seu trabalho e com os outros, Practica Geometriae (1220),
Líber Quadratorum (1225) e Flos (1225), ele cooperou de maneira importante para o desenvolvimento matemático na Europa nos séculos seguintes. Posteriormente estes números em série ficaram conhecidos como Sequência de Fibonacci e deles foram extraídos conclusões até então não imagináveis.

Em todo o Universo está presente “a marca” ou a presença do Deus responsável pelo fenômeno simétrico da natureza. Ela é constatada através da Proporção Áurea proveniente da Sequência de Fibonacci, que se mostra presente como “o sinal divino” em toda a natureza. Portanto, nas flores, árvores, ondas, conchas, furacões, no do rosto simétrico do ser humano, em suas articulações, seus batimentos cardíacos e em seu DNA. Também na refração da luz proporcionada pelos elétrons dos átomos, nas vibrações, e em outras mais  anifestações da Criação, como nas galáxias do Universo imensurável.
A relação da Série de Fibonacci e o Numero de Ouro em sequência numérica e geométrica parece de modo significativo ser – a “impressão digital” da existência.

O Número de Ouro ou Proporção Áurea é uma constante real algébrica conhecida pela letra grega (PHI) extraída da Sequência
de Fibonacci. Ele que possui o valor aproximado de 1,618, que está envolvida em toda a natureza ao buscar o crescimento, e que é utilizada nas artes de um modo geral como uma proporção buscando o harmônico, não deve ser confundida com o número Pi π com o valor numérico aproximado de 3,14, que pertence aos números irracionais.
A Proporção Áurea é também chamada de Secção Áurea, Razão Áurea, Razão de Ouro, Divina Proporção, Proporção em Extrema Razão e Divisão de Extrema Razão. Justamente por estar envolvido em toda a natureza relacionando-se à dinâmica do crescimento, que faz o Número de Ouro tão frequente e, justamente por causa desta frequência como “a marca” de Deus que ele ganhou o status de muito especial, sendo alvo de pesquisadores, cientistas e também, de artistas e de escritores.
O Número de ouro que é devido aos contextos em que está inserido, está envolvido em crescimentos biológicos e ainda observado nas pinturas, nas partituras e na arquitetura, etc. Como “o selo” de Deus, ele está sempre presente “no construir” da Harmonia Universal. E o fato de ser encontrado através de desenvolvimento matemático, o torna neste sentido ainda mais fascinante.

Esta “marca” vista na proporção áurea é proveniente da Serie ou Frequência de Fibonacci. Nesta sucessão matemática cada numero é obtido somando os dois últimos dígitos, ou seja, 1, 1 (1+1) 2, (2+1) 3, (3+2) 5, (5+3) 8, (8+5) 13, (13+8) 21 … continuando em uma sequência infinita. Utilizando-se deste sistema numérico para construir um retângulo com dois números interligados desta sequência, forma-se o chamado Retângulo de Ouro, que é considerado o formato retangular mais belo e apropriado de todos. E o Retângulo de Ouro quando é divido por quadrados proporcionais à Sequência de Fibonacci, ele alarga o seu conjunto consoante à sucessão de Fibonacci. E esta conjuntura de medidas baseada neste numero é chamada de Proporção Dourada, que é encontrada na natureza, articulações ósseas e nas feições dos seres humanos.

Um dos primeiros registros que se tem conhecimento sobre a Razão Áurea data aproximadamente 1650 a.C, no papiro de Rhind, um documento no qual constam 85 problemas copiados por um escriba chamado Ahmes, de um trabalho ainda mais antigo. Neste texto é citada uma “razão sagrada”, que notamos tratar-se da Razão Áurea.
Os antigos babilônios sabiam como criar o Retângulo Áureo.
Numa escavação feita em Sippar, no sul do Iraque, o arqueólogo Hormuzd Rassam (1826 – 1910) encontrou uma tabua com comprimento de 29,21 cm e com a largura de 17,78 cm, que ficou conhecida como a “Tábua de Shamash, com suas dimensões muito próximas da Razão Áurea.
O Retângulo de Ouro proveniente da montagem sucessiva das medidas da Serie de Fibonacci estava presente em grandes construções já em remotas eras, como também nas de hoje.
Na Pirâmide de Quéops, no Egito, cada bloco é 1,618 vezes maior que o bloco do nível logo acima e também, as câmaras em seu interior seguem esta proporção, de forma que os comprimentos das salas são 1,618 vezes maiores que as larguras.
Ainda, nas ruínas do Parthenon, na Grécia, são notadas inúmeras presenças da Razão Áurea.

O numero de ouro está presente nas varias criações artísticas do ser humano, como nas famosas sinfonias nº 5 e nº 9 de Ludwig van Beethoven, em varias pinturas renascentistas e em varias outras obras de arte desta época. Também as escalas musicais são baseadas na mesma geometria, como vimos.
Olhando para o interior do corpo humano (de sua composição orgânica), percebe-se que ali também existem “regras divinas”.
Por exemplo, nos pulmões os vasos sanguíneos seguem o mesmo procedimento dos ramos ou das raízes das árvores, que se divide em números da Serie de Fibonacci.
A Verdade é uma tanto para o mundo das medidas nanométricas quanto para o mundo das medidas astronômicas e, além delas. O ser humano é que muitas vezes não a percebe como UNA, escondida como múltiplas facetas de uma mesma coisa.

Se quisermos imaginar o Todo, portador de toda a realidade, excluindo a escuridão, mas posicionando-a, pois se abocanhasse também a escuridão, voltaria a nada.
Ele é a Perspectiva, onde estiver, sua ausência estará do outro lado. Sua interpretação por nossos sentidos visuais é a Luz, mas se a quantizarmos em neutralidade temporal, será assim:
– Uma expressão totalitária e auto-suficiente. Um mapa infinito e sem tamanho fazendo as Formas Sagradas que o faz.
“A Geometria Sagrada e os Momentos Inicias são como um alfabeto limitado, mas que pode criar infinitas palavras.
O que existe são 12 letras auto-suficientes, e cada palavra, é ilusão de quem as interpreta.”

Sua sensação é do mais puro e infinito amor. Parece clichê dizer isso, mas é ciência. Quem souber alterar os estados de consciência com drogas ou concentração poderá contemplar esta energia magnifica.

-A partir destes padrões completos, pode-se criar padrões limitados, usando partes ou somas destes mesmo caminhos,
o que dará personalidades e sensações diversas, por exemplo:

 

 

 

Cada um destes infinitos “semi-padrões” que podemos criar, transmitirá uma sensação diferenciada, uma personalidade mista, somando as bases em parcelas, que um dia ampliará em totalidade, somando os padrões que abrange. Isto de maneira ampla, no topo do domínio da consciência, em cada um dos ângulos do 12, teremos as personalidades completas, ou impulsos naturais gerais. As consciências que se posicionam ali são chamadas de Deuses, pois traduzem a Verdade do abstrato para a lógica, formam a borda da Consciência no momento em que pode se auto-compreender e recriar. Por isso são sempre 12 em reinos Luciferianos, como o dos nórdicos, gregos, romanos e etc, ou apóstolos posteriormente. Pois são 12 ângulos permanentes na simetria auto-suficiente. 12 perspectivas justas, porém diferentes. São cantos da mesma forma. Se perguntássemos a cada canto do triângulo qual é o superior, a “cabeça”, todos poderiam responder, estariam certos, justos, são iguais, mas não são os mesmos. Estão certos, mas não podem ser ao mesmo tempo a parte de cima, ou a forma se desfaz.
Como poderiam coexistir em harmonia? Qual seria a direção?

 

Deixariam de ser a forma que são, sairiam do corpo que forma a luz, e queimariam no nada, “morreriam”. Para manter-se vivos, em sensação
prazerosa, guiam-se pelo 13, o centro, que através de cada ângulo 12, foca 7 ângulos centrais, que vemos como cores, ouvimos como notas, etc… São as perspectivas da Consciência. Juntos podem se posicionar em perspectiva e ser a Luz, o “prazer”, o Amor. Precisam uns dos outros para serem reais. Cada Deus representa um destes 12 ângulos gerais; sendo o Deus 13 a soma do equilíbrio, só ele vê os 12 de fora e pode servir de guia central, onde todos poderão coexistir em sensação prazerosa, equilíbrio, direção.

 

No centro estará o 13 sendo todos e nenhum ao mesmo tempo, cercado pelos 12 Deuses, organizados por 7 Deuses centrais, os mais abrangentes deles, sendo os outros 5 perspectivas “marginais” no desenho, por isso são menos “completos”, ainda limitados em algumas ilusões do ego, por isso são ponte entre os 7 e a re-criação ao redor – a “humanidade” – Repetição da perspectiva mostrada. Simbiose. Assim as consciências se estabilizam e formam “famílias”, cidades, países, sistemas solares, mundos, ou células, moléculas, etc…

 

 

 

 

A lógica vai dar nomes que mudarão de tempos em tempos, ou lugar para lugar. Mas esse é o desenho único que a Luz pode fazer para ser algo estável no nada, é a Alma do Todo. É a fagulha dos Deuses em tudo o que existe. Repare na figura a seguir que as 7 consciências internas
conseguem traduzir tudo ao redor e se auto-encontrar. São auto-suficientes, completas, pois baseiam-se nos 5 incompletos ao redor, que acabam servindo de ponte entre os 7 centrais e todo o infinito desenho.

Dessa maneira, podem “guiá-los”, criando a “realidade” para fora, apenas desdobrando as formas que já contemplam dentro. Dependendo de onde olharmos estas 7 frações da Perspectiva Geral, veremos 7 Deuses, 7 tons musicais, 7 cores, 7 Chakras, 7 formas, 7 dias da criação, etc; criando todo o resto.
Ou seja, a existência torna-se “real” a partir daí, pois equaliza-se com essa exata mesma expressão dentro de cada um, a Consciência Coerente, feita dos mesmos 7 momentos únicos e inevitáveis para a simetria da luz.
É isso que a mantém existindo no “nada”. São 7 padrões(cores) que inevitavelmente se auto-encontram, permitindo que se “repitam” na escuridão, criando uma  definição, ou um corpo fixo(luz), feito da mesma obra que fará. Um reflexo de si mesmo, onde todo o caminho o leva de volta para o que sempre foi.
Eis o movimento que dá brilho à Luz. Eis a ilusão que cria a realidade. Não é o “destino final” o objetivo, pois cedo ou tarde encontraríamos a estagnação e voltaríamos a nada. O objetivo da vida é tornar a jornada infinita.
Compreender a realidade baseia-se primeiro na necessidade que a Luz tem de encontrar o próprio brilho, para então, nunca deixá-lo se apagar.

No reino de Jeová os 12 momentos do topo são subordinados pela lógica, respeito, medo e amor. São chamados de Serafins, Querubins, Arcanjos e Anjos.

Reparem nas figuras mostradas, que ao centro desse equilíbrio vemos o “campo magnético”, ou o “olho”, ambos representam tradutores e
equalizadores de frequências. Quando se auto-interpretam, temos as cores, formas, sons, – vida.

Mais uma vez: Esses 12 momentos – “Deuses”, abrangem todas as demais perspectivas, e são mantidos ali pelo 13 – Lucifer, que encosta
na escuridão e gera perspectiva para a luz através do que chamamos de Conhecimento; reposicionando mortais e imortais no giro eterno.
Estas 12 pontas do mesmo desenho são “iguais”, mas não são as mesmas.

O ponto de vista de cada uma depende da referência anterior, tal na música, como a escala depende da tônica. Por essa razão, se posicionam
em torno do “mestre”, que traduz todas as perspectivas em uma só que os une. Desdobram-se então, pros seres ao redor, sendo em suas vidas, cada um o seu centro, tal como o Mestre é para eles.

 

Este mestre central é sempre uma soma dos 12, ao mesmo tempo que é a causa deles.
O mestre 13 se equilibra tendo como base os 12 ao redor, e com esse equilíbrio, equilibra cada um deles; paradoxalmente; assim como mar
e chuva, corpo e célula, Ômega é criador e criatura de Alpha se observarmos atemporalmente; o círculo faz o raio e é feito por ele.
Cada Deus, em perspectiva aos demais, será uma cor, um tom, uma “fração” totalitária sobre a personalidade coletiva, que se desdobra e se
mistura conforme o circulo se expande e sua borda se afasta do centro.

No reino lógico de Jeová, estes desenhos ficam ocultos aos homens, e seus pulsos ficam no inconsciente, gerando homens vítimas de si mesmos.
Este tempo de Jeová é útil para ensinar as perspectivas aos novos homens, provindos dos reinos animais e alterados geneticamente nos
tempos Luciferianos. O tal “elo perdido” que ninguém acha.

 

 

 

 

 

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Romário VieiraIsrael NavesJosimar LimaEvertonLucas Valentim Recent comment authors
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Douglas Ceron
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Seria prevenção demais comentar este post simplesmente para dizer que ficou magnifico e agradecer? Pois então; MUITO OBRIGADO!

Igor santos
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Incrivel, sem palavras✨✨

Rafael Isaac Franchini
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Rafael Isaac Franchini

Fartura do Real conhecimento

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Magnífico! A leitura e compreensão desse post enriquece a alma. Grata!

Jonathan Muniz
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Jonathan Muniz

Excelente como sempre

Gustavo Kraemer
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Gustavo Kraemer

Sem palavras para definir os magnificos textos

Pedro Saints
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Pedro Saints

post muito bom, um extenso e importante conhecimento, breve comentario aqui… eu ri do fibonacci no neymar kkkk

Sayler Céfas 666
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Lindo demais tudo isso vindo átona de uma só vez!

Lucas Valentim
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Lucas Valentim

Muito bom! diversos níveis de informação, preciso de mais pacotes.

Everton
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Everton

Eu fico feliz demais quando vejo a ciência revelando as obras de Deus, eu nunca busquei a fé pelo abstrato eu tinha essa dificuldade mas hj vejo a verdadeira alquimia onde tudo faz parte de um todo, entendo a importância da perspectiva de cada ser humano e a importância de se conhecer a base da dualidade entre o tudo e o nada. Perfeição divina.

Josimar Lima
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Isso é perfeito!
DEUS é lindo.

Israel Naves
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Israel Naves

Fibonacci ta em tudo, da pra traçar um fibo do meu comentário, do comentário de todos, nas ondas de oscilação dos mercados financeiros mesmo sendo manipulados pelo dolar. Eles jews, não conseguiram apagar a marca d’água do YHWH por mais que corrompessem. È igual o 7/12, um outro jeito de nomear o 7/12 dentro dos teatros temporais.

Romário Vieira
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Romário Vieira

A numeração Divina reside em tudo, não tem como refutar tal perfeição! Gratidão!