seg. maio 17th, 2021

21 de Abril – Feriado Nacional de Tiradentes

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Dono de um feriado nacional em seu nome, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, possui uma história em parte desconhecida e em parte misteriosa.

Você sabia, por exemplo, que a barba e o cabelo compridos são provavelmente invenções? Dúvidas como essas abrem possibilidade para se conhecer um pouco mais sobre a revolta acontecida em Minas Gerais, conhecida como “Inconfidência Mineira”.

Inconfidência Mineira, ou Conjuração Mineira, é como ficou conhecida a revolta de caráter separatista que estava sendo organizada na capitania das Minas Gerais no final do século XVIII. Essa revolta foi organizada pela elite socioeconômica de Minas Gerais e acabou sendo descoberta pela Coroa portuguesa antes de ser iniciada.

 

Antecedentes

capitania de Minas Gerais era a mais rica do Brasil, em razão da extração de ouro e diamantes na região. A exploração trouxe uma enorme riqueza e fez Minas Gerais prosperar e crescer. A atenção da Coroa portuguesa sobre sua capitania mais importante era redobrada e, no século XVIII, a relação entre os habitantes da capitania e a Coroa começou a demonstrar sinais de desgaste.

Em 1720, por exemplo, aconteceu a Revolta de Vila Rica, motivada pela insatisfação da população local com os altos impostos cobrados pela Coroa. Outras revoltas aconteceram, mas não tinham o objetivo de separar a capitania da Coroa portuguesa.

A partir da segunda metade do século XVIII, a política fiscal de Portugal em relação à colônia tornou-se mais rígida. Portugal, governado pelo Marquês de Pombal, ordenou o aumento da cobrança de impostos no Brasil como forma de financiar a reconstrução de Lisboa, destruída por um terremoto em 1755. Isso contribuiu para corroer a relação entre colonos e Coroa até o ponto de, na década de 1780, começar a ser organizada uma conspiração.

 

Livro Lucifer – Onde a Verdade é a Lei: Página 768 – 770

Autor: Bob Navarro

Sobre Tiradentes

Neste novo mundo, cada vez mais vamos sabendo de coisas que são diferentes daquelas aprendidas na escola. Uma delas é a respeito da iconoclastia de Tiradentes.

Dizem que ele não usava nem barba e nem bigode. Esta imitação de Cristo, foi feita há tempos e sacramentada através da Lei Federal 4897 de 1966 pelo presidente Castelo Branco, quando foi definido a imagem com barba e cabelos longos de Tiradentes. Dizem também que era maçom, bem como quase a totalidade dos líderes do movimento de independência. Segundo historiadores, dentre eles Machado de Assis e Assis Brasil, relatam que Tiradentes não morreu enforcado. Quem morreu, em seu lugar e teve seu corpo esquartejado foi o facínora italiano Renzo Orsini. Tiradentes, com a ajuda dos maçons da época e da rainha de Portugal, Da. Maria I, refugiou-se no porão da mesma Rua dos Latoeiros e depois foi para Lisboa ao navio “Golfinho”, onde viveu até 1808. No mesmo ano voltou ao Brasil com a família real. Chegando ao Rio de Janeiro reviu sua mulher Francisca e sua filha Joaquina e morreu de velhice. Tiradentes teria inclusive tratado de assuntos atinentes à inconfidência com Thomas Jefferson, embaixador americano na França, bem como seu exílio em Portugal.

Tiradentes foi pessoa de confiança de D. João. Tanto que teria tratado de Da. Maria I em sua fase de loucura. Inclusive teria trazido para o Brasil uma filha bastarda do rei por imposição da rainha Carlota Joaquina.

Embora a historiografia oficial considere a inconfidência mineira (1789) como uma grande luta para a libertação do Brasil, o historiador inglês Kenneth Maxwell, autor de “A devassa da devassa” (Rio de Janeiro, Terra e Paz, 2 ed. 1978.) que esteve recentemente no Brasil, diz que “a conspiração dos mineiros era, basicamente, um movimento de oligarquias, sendo o nome do povo invocado apenas como justificativa”, e que objetivava, não a independência do Brasil, mas a de Minas Gerais por conta de seu ouro. Esses novos estudos apresentam um Tiradentes bem mudado: sem barba, sem liderança e sem glória. Segundo Maxwell, Joaquim José da Silva Xavier – O Tiradentes, não foi senão o “bode expiatório” da conspiração (op.cit.,p. 222) “Na verdade, o alferes provavelmente nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos mais amplos do movimento.” (p. 216) O que é natural, acreditar.

Como um simples alferes (o equivalente a tenente, hoje) lideraria coronéis, brigadeiros, padres e desembargadores?

A Folha de S. Paulo publicou um artigo (21-04-98) no qual se comentam os estudos do historiador carioca Marcos Antônio Correa. Correa defende que Tiradentes não morreu enforcado em 21 de abril de 1972. Ele começou a suspeitar disso quando viu uma lista de presença da Assembléia Nacional francesa de 1793, onde constava a assinatura de um tal Joaquim José da Silva Xavier, cujo estudo grafotécnico permitiu concluir que se tratava da assinatura de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida pela maçonaria.

Testemunhas da morte de Tiradentes se diziam surpresas, porque o executado aparentava ter menos de 45 anos. Sustenta Correa que Tiradentes teria sido salvo pelo poeta Cruz e Silva (maçom, amigo dos inconfidentes e um dos juízes da Devassa) e embarcado incógnito para Lisboa em agosto de 1792. Isso confirma o que havia dito Martim Francisco (irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva): que não fora Tiradentes quem morrera enforcado, mas outra pessoa, e que, após o esquartejamento do cadáver, desapareceram com a cabeça, para que não se pudesse  identificar o corpo. Não é difícil constatar que o poder maçom (judeu) quisesse separar MG do reinado.

 

Como Tiradentes era retratado anteriormente

 

Como vimos, ele não representa liberdade e nem foi um herói brasileiro, mas mesmo assim tem avenidas, cidades e outras coisas que levam o seu nome, além de claro estátuas pelo Brasil.

 

Fonte

Livro Lucifer – Onde a Verdade é a Lei

 

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Lin de Oliveira
21/04/2021 10:37 pm

luz p´ra nós !!!

José
22/04/2021 7:58 am

Luz pra nós

André Dias
22/04/2021 10:30 am

Luz p’ra nós !!!

Silvia Cristina Rodrigues
22/04/2021 10:59 am

Vejam só. Sempre aprendendo na a EDL! Grata irmã , Luz p’ra nós🙏✨

Priscila Ferreira dos Santos
22/04/2021 12:25 pm

A historia nao eh bem como nos contam… luz p`ra nos!

Leonardo Moreira
22/04/2021 5:45 pm

Parece um reflexo luciferiano, mas n sei.
Certamente brilhante, sobreviveu a “cruz” por assim dizer.
Luz P’ra Nós!

Lucas Schwarzbold
Editor
22/04/2021 5:50 pm

Gratidão pela matéria.
Luz pra nós!

Romário Vieira
22/04/2021 8:18 pm

Luz p’ra nós

Matheus Reis Carmesini
Editor
22/04/2021 9:43 pm

mais uma das historia que nao nos contaram. luz pra nós!

Rômulo Matheus Lins
22/04/2021 11:10 pm

Luz p’ra nós

Eduardo Donald
23/04/2021 9:58 am

Muito bom!

José Ricardo Dos Santos
22/04/2021 5:11 pm

Luz p’ra nós.

Gustavo Borba
23/04/2021 9:11 pm

Luz p’ra nós!

Maísa Sousa
23/04/2021 9:14 pm

luz pr’a nós

Shirley Oliveira
24/04/2021 1:45 pm

Luz p´ra nós.

Bruno Davi Moquiute
26/04/2021 12:17 am

Grato, pelo conhecimento!

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