1.944 colonos israelenses invadiram a mesquita de Al-Aqsa em fevereiro

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Cerca de 1.944 colonos judeus invadiram a mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém, em fevereiro, informou o Centro de Informações Palestino Wadi Hilweh (Silwan).

“As autoridades israelenses emitiram resoluções de expulsão de Al-Aqsa e da Cidade Velha de Jerusalém contra 133 palestinos”, disse Silwan em seu relatório mensal, acrescentando que as resoluções incluíam funcionários proeminentes, funcionários do Departamento de Waqf Islâmico (Dote Religioso) de Jerusalém. , 17 menores e 15 palestinos.

O centro palestino apontou que os atacantes israelenses incluíam 520 estudantes de institutos religiosos judaicos e universidades hebraicas, o ministro israelense da agricultura, Uri Ariel, e o rabino extremista israelense Yehuda Glick.

As forças de ocupação israelenses, observou Silwan, aumentaram as violações dentro do complexo de Al-Aqsa, em uma tentativa de extinguir as manifestações populares que haviam sido travadas contra o fechamento do portão da mesquita Al-Rahma. O portão foi fechado pelas autoridades israelenses há 16 anos.

“As forças de ocupação prenderam 229 palestinos, 170 dos quais foram detidos durante o período entre 18 e 28 de fevereiro, após os protestos no portão de Al-Rahma”, disse o centro, explicando que os detidos incluíam 43 menores e 12 crianças.

Silwan acrescentou que as prisões incluíam o chefe do Conselho da Fundação (Waowf), o xeque Abdul-Azim Salhab, o vice-diretor de Fundos Muçulmanos e Assuntos de Al-Aqsa, o xeque Najeh Bkerat, bem como a Autoridade Palestina (AP). s governador de Jerusalém, Adnan Ghaith.

“As autoridades de ocupação também demoliram 15 instalações em Jerusalém em fevereiro, incluindo sete estruturas que foram demolidas por seus proprietários palestinos depois que eles foram obrigados a fazê-lo pelo município israelense por alegadamente não obter as licenças de construção necessárias”, ressaltou o centro.

O relatório observou que a polícia israelense forçou a proeminente família de Jerusalém, apelidada de “Abu Assab”, a deixar sua casa na cidade santa – onde residiam desde 1952 – em favor dos colonos ilegais.

Luz pra nós!

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Malditos covardes, jaja vão ter oq merecem!